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INTELIGÊNCIA É A PALAVRA DA VEZ

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Vocês já devem ter reparado que de tempos em temos surgem “palavras-chaves” ou expressões para os mais diversos mercados. 3D, real time, full service, 360º, Big Data, realidade aumentada, entre N outras. Depois de algumas conversas com profissionais da área de comunicação e também na sala de aula da pós graduação, percebo que há uma crescente presença da palavra INTELIGÊNCIA em todas as rodinhas de pessoas e profissionais ligados à inovação, tecnologia e, por que não, de comunicação.

Tenho notado, cada vez mais em nosso dia a dia, que os clientes que chegam até nós querem cada vez menos processos e mais inteligência de comunicação (sim, COMUNICAÇÃO, e não Assessoria de Imprensa única e exclusivamente). O desafio de nosso setor tem sido cada vez menos os “como fazer” do que o “o que fazer”.

Se for apenas para escrever um release, artigo ou nota (não importa o formato), o cliente simplesmente não precisa mais dos assessores de imprensa. O que hoje é procurado – e, na minha opinião, pouco encontrado – é um verdadeiro plano estratégico de comunicação integrada. A comunicação deixou de ser apenas um canal para comunicação dos bem-feitos de uma empresa, e passou a ser uma parte importante para a geração de negócios (e quando dizemos negócios, leia-se impacto positivo no faturamento).

Isso é possível? Como os profissionais de comunicação devem desenvolver esse novo formato de serviços? Essas são as questões que permeiam as reuniões nas agências de comunicação e, claro, a cabeça dos clientes (empresas grandes, startups earlier stages ou já em fase de tração). E aí, como anda a inteligência na sua agência de comunicação?

*Por Renniê Paro

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