QUE 2017 SEJA UM ÓTIMO ANO PARA PR

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Que 2016 foi um ano turbulento não tem como negar. Grandes empresas fechando suas portas, inflação, impeachment, manifestações, desemprego, entre outros fatores herdados de uma crise política e financeira que pegou o país de “calças curtas”. Para o mercado de assessoria de imprensa, não foi diferente! Também sentimos um impacto, em menor escala, mas situações antes nunca vistas se tornaram constantes em nosso dia a dia.

Como a Renniê comentou no texto anterior, há uma grande desinformação no mercado sobre o real papel de uma agência de comunicação. Posso afirmar, o que mais escutamos esse ano foi “cadê o link?”, “essa publicação não me gerou lead”, “temos que sair em veículos de massa – Folha, Estadão, Valor” – mesmo que esse cliente não pudesse abrir números para sustentar uma pauta nos grandes veículos.

Outros fatos “curiosos” desse ano foram: muitos clientes, que não entendiam nada de PR, querendo resultados logo no primeiro mês de atividade, funcionários desanimados e cansados com o entra e sai de clientes, gestores atolados de trabalho, porque, além de tentar exercer seu papel dentro da agência, também tinha que atender uma gama de clientes.

Sim, um ano atípico para todos os segmentos. Agora é o momento exato de colocar a casa em ordem, organizar o time e elaborar estratégias eficazes para que cada cliente consiga impactar de forma positiva seu target. Além disso, não podemos esquecer que são os funcionários que levam a empresa nas costas e seguram as broncas. Por que não apostar e bonifica-los pela verdadeira meritocracia? Pense nisso e com certeza terá um time de ouro e que realmente veste a camisa! Que 2017 seja melhor que este ano que se passa e traga bons frutos para o mercado de assessoria de imprensa e em todos os segmentos.

*Por Juliana Gusmão

2016 – UM ANO DIFÍCIL DE DEFINIR

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Acredito que seja do senso comum a sensação de que 2016 foi um ano difícil de definir. Digo isso porque, em linhas gerais, passamos por mudanças nunca antes vistas no país: instabilidade e engajamentos políticos, o aumento à cultura do ódio sobre quem pensa diferente, pessoas donas de suas verdades, empresas fechando as portas, startups crescendo em áreas antes poucos exploradas, perdas inestimáveis (pessoais e mundiais), enfim…um ano no mínimo intenso.

Para nós, não foi diferente. Claro que todos fomos impactados pelos eventos e acontecimentos que citei anteriormente, mas também por outros, em menor escala. Se pudesse resumir o ano, diria que o que pude observar é que há uma verdadeira desinformação no mercado sobre o real papel de uma agência de comunicação.

Vimos pessoas (incontáveis) confundindo PR com uma empresa de geração de leads ou mesmo “responsável” por gerar vendas diretas; vimos casos de startups que não eram assim tão disruptivas, mas que não entendiam quando passávamos esse feedback (este, vindo dos próprios jornalistas); vimos gestores que não apostam de forma inteligente em seus times internos. Enfim, podemos dizer que “vimos” muitos comportamentos e pedidos atípicos.

Acho que isso foi um pouco consequência do momento econômico do país, onde todo mundo quer gastar menos e ter resultados imediatos. Mas com PR, Social Media ou Consultoria a coisa não funciona assim. Como já dito antes, nosso papel é de curador da reputação de sua marca e não de diretores comerciais.

2016 foi um ano intenso e de ações inesperadas, onde tivemos que nos virar nos menos de 30 segundos (rs). Mas o saldo é positivo! Que 2017 seja um ano de menos turbulência e mais inteligência. Vamos apostar e gastar energia em ações que sejam, de fato, estratégicas no dia a dia, e não apenas da porta para fora 😉

*Por Renniê Paro

VOCÊ SABIA QUE EXISTEM OUTROS ESTADOS PARA CAVARMOS ESPAÇOS DE MÍDIA?

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É muito comum uma empresa de São Paulo, por exemplo, aparecer somente em mídias em seu estado de atuação. Porém, o que muitos esquecem é que algumas empresas têm atuação também em outras regiões, o que possibilita um leque maior de divulgação e não se restringe somente há alguns veículos.

Claro que todos querem um destaque nos maiores veículos de circulação nacional, como Folha de S. Paulo, Valor Econômico, Estadão, Veja, IstoÉ Dinheiro, entre outros. Mas, será que essa estratégia é a mais correta para a sua startup? Será que seus steakholders têm o hábito de ler as publicações desses veículos com frequência? Construir com sua assessoria de imprensa um mapa de atuação da companhia é de suma importância para abranger todo seu público-alvo, seja em São Paulo, mas também nas outras regiões.

Quando falamos de pautas regionais, temos que levar em consideração que além das informações sobre a empresa, dados regionais enriquecem bastante o material e podem ser o chamariz para cavar uma pauta bacana. Explorar novos veículos, pode ser a estratégia que faltava para sua empresa conseguir ser referência no seu mercado de atuação também em outros estados.

É importante ressaltar que da mesma forma que a grande impressa nacional tem um fluxo de informação enorme, na imprensa regional não é diferente. O processo de aprovação de pautas também é complexo, por isso, aquelas que tiverem informações mais completas, têm mais chances de serem elaboradas e publicadas.

Enfim, o que quero mostrar é que não é só em São Paulo que encontramos os melhores veículos para divulgação. Rio de Janeiro, Minas Gerais, Brasília, Curitiba, entre outros estados, também têm ótimos veículos que são poucos explorados pelas assessorias de imprensa e pelos clientes. Deixo aqui uma provocação – que tal identificar o comportamento de consumo de informação de seu público e, em conjunto com sua assessoria, traçar os melhores veículos para divulgação? O resultado pode ser espetacular!

*Por Juliana Gusmão

AGÊNCIAS DE MARKETING SE TORNARAM DIGITAIS. O QUE ACONTECERÁ COM AS AGÊNCIAS DE PR?

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Não é novidade para ninguém que já vivemos a era do pós digital. Não há mais a possibilidade de voltarmos a levar nossas vidas de maneira “analógica” e isso tem impactado todas as áreas, mesmo as mais resistentes. Claro que na comunicação não seria diferente.

Dentro das disciplinas que fazem parte desse segmento, a área de marketing, por exemplo, passou por mudanças drásticas nos últimos anos, inclusive com o surgimento de agências especializadas no ambiente digital. Essas empresas passaram apenas de “criação” para uma célula de inteligência estratégica em anúncios online.

Minha pergunta é: se as agências de marketing tiveram que se reinventar para entender as necessidades de clientes (e clientes de clientes) cada vez mais exigentes e digitais, porquê a mesma lógica não deveria ser aplicada para as agências de PR?

A resposta exata ainda não tenho, mas meu palpite é que caso as assessorias de imprensa não entendam que seu papel mudou e, claro, como isso impacta diretamente a forma como ela atua no mercado, perderão cada vez mais espaço para empresas que sejam mais abertas à modelos que sejam flexíveis às necessidades dos clientes.

Será que o modelo “imersão + briefing + release + exclusiva” ainda é o mais eficiente? Será que implementar cada vez mais processos internos é o caminho? Será que o tão famoso follow ainda surte resultados?

Sim, são muitas perguntas e quase nenhuma resposta efetiva. Mas vale a reflexão. Acredito que ao termos à nossa disposição tantas ferramentas tecnológicas, as agências de PR precisam desapegar do que funcionava há 15 anos e passar a acreditar em modelos cada vez menos centralizadores e mais ágeis, atuando (como as agências de marketing digital souberam fazer) como uma verdadeira célula de inteligência para seus clientes.

*Por Renniê Paro

POR QUE É IMPORTANTE QUE OS MATERIAIS DE PR SEJAM APROVADOS COM AGILIDADE?

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Quando uma empresa contrata uma assessoria de imprensa, para que os resultados sejam alcançados é preciso, antes de tudo, alinhar quais serão seus principais objetivos na mídia e seu público-alvo, pois a partir daí conseguimos traçar um plano de comunicação. Aqui na PiaR, por exemplo, traçamos os veículos que são relevantes para cada cliente e elaboramos um cronograma com as principais atividades que serão desenvolvidas no decorrer do mês, seja ela um release, nota, sugestão de pauta ou artigo. Claro que ele é flexível e poderá ser alterado se houver uma notícia de caráter mais importante ou urgente para a empresa.

Após alinharmos todas as expectativas e pautar os assuntos relevantes, é de suma importância que o cliente entenda que para conseguirmos bons resultados, é necessário manter o fluxo de insumos para a elaboração dos materiais de divulgação. Ou seja, toda informação deve ser passada para sua agencia de PR analisar o que é ou não interessante divulgar na imprensa. Deixe que ela faça esse filtro!

Agora vamos ao ponto que interessa – a aprovação dos materiais. Nenhum material que elaboramos vai para a imprensa sem a aprovação do cliente, exceto as sugestões de pauta, que muitas vezes são feitas durante um bate-papo com o jornalista. O que quero dizer é que nós assessores precisamos da sua ajuda para que os materiais sejam aprovados e liberados para conseguirmos cavar ótimas oportunidades e publicações na mídia. Essa agilidade irá nos ajudar com o fluxo de trabalho e, consequentemente, com os resultados durante cada mês.

Essa forma de atuação tem alguns motivos, um deles é que nada melhor do que você para analisar se as informações e dados do material estão realmente corretos; segundo ponto – timing é tudo – ou seja, se você vai fazer o lançamento de um produto daqui 20 dias, nós precisamos de ter todas as informações antecipadamente para elaborar o material, passar pela aprovação e negociar uma exclusiva o veículo que é relevante para seu mercado.

Enfim, é preciso ter em mente que para que a relação empresa X assessoria de imprensa seja um sucesso, é necessário ter uma dedicação diária e foco em enviar o máximo de informações e aprovar os materiais com agilidade. Se ambos os lados tiverem isso claro em mente, tenho certeza que o trabalho renderá bons frutos.

*Por Juliana Gusmão