STORYTELLING É SEMPRE UMA BOA ESTRATÉGIA

Storytelling

Boas histórias vendem. Essa é a realidade em todo o mundo e na área da comunicação não é diferente. A era em que conseguíamos publicações de matérias sobre uma única empresa morreu (dói, mas é melhor aceitar).  Os jornalistas querem boas histórias, sejam elas de empreendedores, personagens ou as próprias startups.

Por essa razão, temos pentelhado cada vez mais nossos clientes e tentado direcionar as divulgações para pautas de mercado. Ou seja, falamos do cenário de um setor específico e colocamos as startups como personagens/especialistas para comentar o tema.

Portanto, caríssimo empreendedor, quando procurar uma agência de PR, não vá com a expectativa de ter uma matéria em um grande veículo somente sobre sua startup. Isso não existe mais e os jornalistas procuram dar espaço para que diferentes empresas no mesmo segmento (concorrentes ou complementares) possam dar seu ponto de vista.

Nesse sentido, o “mundo ideal” é que assessores e seus clientes se unam para realizar uma verdadeira escavação de histórias ricas em informações relevantes para o mercado em que atuam, com o objetivo de conquistar espaços importantes na mídia brasileira.

Para finalizar, continuo reafirmando: esqueça esse papo se sair sozinho em uma grande matéria! Foque esforços em participar de publicações sobre seu mercado e se tornar uma fonte confiável para os jornalistas. Como disse lá no começo: boas histórias vendem 😉

*Por Renniê Paro

VAMOS FALAR DE COMO ATINGIR PÚBLICOS ESPECÍFICOS NAS REDES SOCIAIS?

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Ter objetivos definidos e uma boa estratégia são os primeiros passos para começar a trabalhar em qualquer rede social. Depois disso, estabelecer metas e entender quais são as necessidades de sua empresa e qual público você quer alcançar são pontos extremamente importantes para que todo o resto se encaixe.

Não preciso nem dizer o quão importante é saber para quem você está falando. Produzir conteúdo generalizado pode ser um tiro no pé. Sabe aquela história de que quem tudo quer, nada tem? Vamos adaptá-la ao nosso contexto. Você precisa afunilar o seu público ou seu esforço de tentar atingir diversos será em vão. Lembre-se que você precisa considerar vários fatores para definir quem você quer atingir e conteúdo – por exemplo, se sua empresa oferece um produto, você deverá pensar em quem decide (o que escolhe o que será comprado), o influenciador (quem interfere na decisão de compra), o comprador (quem paga) e o usuário (a quem se destina o produto).

É fundamental definir a quem se destina a sua mensagem. A partir disso, quanto mais você fatiar seu público, mais chance de ter sucesso. Faixa etária, nível de estudo, nível socioeconômico, estilo de vida, valores e como a pessoa consome informações são pontos que você tem que considerar. Não adianta apresentar um produto para jovens, por exemplo, se ele é para o público A/B e você colocou C/D, apenas por terem a mesma faixa etária.

Regiões também são muito importantes, dependendo da sua área de atuação. Você precisa atender os lugares em que irá divulgar seu conteúdo. Sim, isso é extremamente importante. De que adianta fazer sua marca ser conhecida por todo o país, se você só atende algumas regiões? E isso pode se tornar um ponto negativo, a não ser que você tenha pretensão de expandir sua atuação. Mesmo assim, recomendamos que você só direcione suas mensagens para um lugar específico depois de já estar devidamente funcionando naquela região.

Resumindo, selecionar o público não indica perder seguidores e sim, ter um público com potencial em suas redes, seja para consumir informação ou um produto. Antes de atirar para todos os lados, considere o que será melhor para sua marca.

*Gabrielle Ramos é jornalista formada desde 2012 na Universidade Nove de Julho, com especialização em Marketing Digital pela E-commerce School e Mídias Sociais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Com 08 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Coordenadora de Planejamentos Estratégicos e Mídias Sociais na PiaR Comunicação.

ENTENDA O CICLO DE TRABALHO DE ASSESSORIA DE IMPRENSA

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Que o trabalho de assessoria de imprensa é complexo para muitos, isso não é novidade, principalmente para aqueles que ainda são novos no mercado. Por isso, para tentar explicar e deixar mais claro como funciona a nossa rotina, vou citar alguns pontos abaixo:

  • Não geramos leads: sempre quando um cliente busca por uma assessoria de imprensa, deixamos bem claro que o nosso trabalho não envolve geração de leads, e sim branding, reforçar a imagem da marca no mercado;
  • Imersão: sempre realizamos uma reunião de imersão com os clientes novos para entender melhor sobre seu negócio, público-alvo, como ele vende a marca para seus clientes, quem são os concorrentes e quais mídias são foco para trabalharmos. Dessa forma, as ações serão muito mais direcionadas e o trabalho mais eficaz;
  • Cronograma: após a reunião, elaboramos um cronograma de ações que serão desenvolvidas e tocadas durante cada mês. Claro que esse material é totalmente flexível e de acordo com o objetivo de cada cliente;
  • Road maps: toda segunda-feira, encaminhamos um e-mail com tudo que será divulgado durante a semana, os materiais que estão pendentes, e aqueles que ainda precisam ser elaborados. É uma forma do cliente acompanhar toda a demanda que estamos tocando;
  • Material Institucional: se sua empresa ainda é nova no mercado, buscamos sempre trabalhar um material institucional, que nada mais é que contar a história para seu mercado de atuação. De acordo com a reunião de imersão, iremos divulgar esse material com exclusividade para um grande veículo, sempre colocando aqueles que são foco da empresa e as editorias que fazem sentido para o seu negócio;
  • Pautas: em paralelo, também trabalhamos com pautas, sejam elas de mercado ou sobre determinado assunto que engloba os negócios da empresa. Essa ferramenta é uma forma de conseguirmos explorar outros assuntos e emplacar notícias relevantes em grandes veículos;
  • Artigos: acostumamos trabalhar com artigos sobre determinado assunto do segmento de cada cliente, com objetivo de tornar o porta-voz referência em seu mercado de atuação. Esse material tem tido cada vez mais aceitação pelos veículos, pois aborda a forma de pensar de cada empreendedor;
  • Notas: essa ferramenta é muito utilizada quando queremos divulgar a participação de um evento, conquista de novos clientes, entre outros;
  • Briefings: enviamos para os clientes com as informações necessárias sobre determinada entrevista, gravação, elaboração de materiais para a imprensa;
  • Encontros de relacionamento: também buscamos convidar jornalistas de veículos que são chave para cada cliente, pois é uma forma eficaz do empreendedor contar sobre seu negócio, além de firmar um bom relacionamento com o jornalista. Futuramente, quando ele escrever uma matéria sobre seu mercado de atuação, lembrará que almoçou contigo e poderá te usar como fonte;
  • Relatório mensal: no final de cada mês, enviamos um documento completo, com tudo que foi trabalhado durante o mês, os retornos dos jornalistas, gráfico de evolução do trabalho mês a mês e os clippings que foram conquistados;
  • Follow up: esse ponto é muito importante para que a divulgação dos materiais evolua. Além do contato por e-mail, todo atendimento faz a venda de pautas pelo telefone. Dessa forma, o jornalista consegue avaliar se o assunto é interessante ou não, e damos sequência ao trabalho.

*Por Juliana Gusmão

MÉTRICA DE PR: ONDE VAMOS PARAR?

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Essa é a pergunta de um milhão de dólares para quem trabalha com comunicação atualmente. Se você, assim como eu, é assessor de imprensa já deve ter ouvido a célebre frase “Mas esses resultados são muito subjetivos. Como vou justificar meu investimento?”.

É, eu sei! Nessas horas paramos para refletir e, particularmente, chego à conclusão de que os clientes têm razão nesse ponto. Por mais relatórios que entreguemos, apontando o que deu certo ou não no mês, o número de publicações e mais um monte de informações, ainda não há números efetivos que possam mostrar o real valor de nosso trabalho (que não é pouco).

Como mostrar para o cliente que ele investiu X na assessoria de imprensa e teve X² de retorno? DADOS!! Tenho pensado sobre isso há cerca de dois anos e a única conclusão que chego é: DADOS. Somente por meio deles conseguiremos entregar o que todos os nossos clientes pedem.

Aí começa o desafio: que dados? Onde levantar esses dados?

Eu poderia criar um plugin e instalar nos sites de cada cliente para rastrear quem leu uma matéria e chegou ao portal? Será que esse cliente deixaria eu ter acesso a essas informações? Ou então poderia instalar um plugin de rastreamento nos principais portais de notícias do país e receber dados do número de leitores de cada matéria? Os jornalistas topariam isso? (qual a chance?!).

Enfim, são muitas perguntas e hipóteses e quase nenhuma resposta até o momento. Tenho conversado com muitas pessoas, do mercado e de outros nichos (coitados do meu irmão, que é engenheiro, e do meu namorado, que é de TI) e quase ninguém sabe dizer, efetivamente, como resolver essa equação.

E você, o que pensa sobre o assunto? Como podemos mudar o mercado de PR e entregar números palpáveis?

*Por Renniê Paro

A ARTE DE INOVAR E TESTAR NOVAS POSSIBILIDADES NAS MÍDIAS SOCIAIS

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Você já deve ter ouvido falar em “flexibilidade” quando o assunto é rede social. E ela de fato é um dos personagens principais para esses canais  e, apesar de oferecer inúmeras vantagens, eles podem também apresentar alguns desafios. Vamos falar sobre isso?

Quando trabalhamos com mídias sociais, temos a possibilidade de atingir milhares de pessoas, de diferentes idades e regiões e isso não é novidade para ninguém. Porém, a flexibilidade que queremos retratar aqui é quanto ao conteúdo publicado em sua rede. Quando destacamos a importância de se ter uma equipe preparada e de um planejamento adequado, é porque isso é realmente relevante para o bom desempenho de suas redes. É por meio desses dois pontos que suas mídias começam a “andar”. Você precisa saber qual o melhor horário para fazer suas postagens, ou seja, qual o período que seu público está online e vai ser atingido pelas suas postagens/campanhas.

Outro quesito a ser analisado e estudado é como essas pessoas consomem as informações: vídeos? Gifs? Enquetes? Isso tudo você precisa e vai descobrir por meio de testes e análises de conteúdo. E não se preocupe, já foi a época arcaica da internet de ter que fazer tudo isso na “unha”. Hoje existem milhares de plataformas que entregam os dados prontos. A única coisa é que você precisará de um especialista para analisa-los e definir quais as melhores maneiras de utilizá-los em suas estratégias.

Sua linguagem também é algo adaptável quando falamos em mídias sociais. Você pode e deve falar exatamente a língua do seu público-alvo. Isso tudo parece algo bem simples de se fazer, não é mesmo? Mas não é. Você pode traçar milhares de estratégias e na hora de colocar em prática, simplesmente não funcionar. Sim, pode acontecer. Lembra que falamos em desafios? Sem contar que para cada rede você deverá fazer um planejamento, afinal, as pessoas utilizam e reagem de maneiras diferentes em cada uma delas. Mas fique calmo. A boa notícia é que a tal da flexibilidade te dá a chance de testar inúmeras estratégias. Elas apenas precisam ser testadas até que você ache alguma que realmente funcione. E também, depois de um tempo, as estratégias correm o risco de ficar velhas e desatualizadas. Afinal, estamos falando de algo que muda muito rápido e precisa de total agilidade. Aí você poderá inovar e começar tudo outra vez até que sua empresa esteja nos trilhos novamente.

*Gabrielle Ramos é jornalista formada desde 2012 na Universidade Nove de Julho, com especialização em Marketing Digital pela E-commerce School e Mídias Sociais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Com 08 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Coordenadora de Planejamentos Estratégicos e Mídias Sociais na PiaR Comunicação.