RELATÓRIOS EM SM? SIM! E COM ANÁLISE COMPLETA, POR FAVOR

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A palavra relatório sempre nos remete a algo maçante, porém necessário, certo? Talvez eles realmente sejam chatos, mas como já disse, precisamos deles. E quanto mais completos, melhor. De que adianta todo seu esforço se ele não for medido e apresentado ao cliente? E nas mídias sociais não é nada diferente. Precisamos medir nosso desempenho sim! E ainda precisamos entregar relatórios com uma análise de dados para que o cliente compreenda nosso trabalho. Difícil? Menos do que parece.

E como começar? Vamos lá. Algumas informações são de extrema importância e precisam estar no seu relatório, como por exemplo, número de curtidas e compartilhamentos, número de seguidores e fã (sim, eles têm diferença), dados demográficos (Quem eles são? Quantos anos eles têm? Da onde eles são?) e comentários. Seguindo estes indicadores, a chance de ser um bom relatório já é bem grande. O que você tem que levar em consideração são os objetivos da marca nas redes e, de acordo com cada um, dar maior destaque as informações pedidas.

Outro ponto importante é o seu relatório pode estar lindo e supercompleto, mas lembre-se de que nem sempre o seu cliente entende os gráficos que você cria. Pode parecer simples para quem entende, mas ele te contratou justamente porque você é o especialista, não ele. Claro que não precisa criar textões mas é sempre bom deixar algumas informações claras, caso a pessoa que vá receber o relatório não entenda algum gráfico ou termo utilizado.

Costumo fazer um resumo colocando as principais informações e alguns comparativos dos meses para mostrar a evolução dos relatórios, mas isso é a maneira que eu encontrei dos nossos clientes entenderem mais rapidamente o que será apresentado. Logo em seguida apresento todos os gráficos com legendas e me coloco a disposição, caso fique alguma dúvida. Lembre-se que não adianta nada ter uma ótima apresentação, se ela não for compreendida.

E por fim, esteja atento às necessidades do seu cliente. Justifique quedas de performance e até mesmo o aumento delas. Ele precisa entender o que e como as coisas estão acontecendo em suas mídias. Aproveite para sugerir melhorias ou novas ações para que as páginas ampliem o desempenho cada vez mais.

*Gabrielle Ramos é jornalista formada desde 2012 na Universidade Nove de Julho, com especialização em Marketing Digital pela E-commerce School e Mídias Sociais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Com 08 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Coordenadora de Planejamentos Estratégicos e Mídias Sociais na PiaR Comunicação.

POR QUE CONCENTRAR INFORMAÇÕES DE COMUNICAÇÃO EM SUA ASSESSORIA DE IMPRENSA É IMPORTANTE?

007*Por Juliana Gusmão

No nosso mercado, é muito comum as empresas/startups contratantes deixarem de passar informações relevantes por achar que aquilo não será aproveitado na mídia. Só digo uma coisa – PARE AGORA! A partir do momento que você contrata uma assessoria de imprensa, deixe que ela faça o filtro do que é importante ou não.

Aqui na PiaR, por exemplo, tivemos situações de que o cliente conseguiu um investimento alto, ou fez uma fusão com uma grande empresa e não nos comunicou. E como ficamos sabendo? Pelas redes sociais (Facebook, twitter e blog). Quando uma informação com essa relevância é divulgada nesses meios, nós perdemos a força de conseguir um espaço bacana em um grande veículo, como Valor Econômico, Exame.com, Folha, entre outros, pois a informação deixa de ser nova (esses veículos gostam de exclusividade).

Por isso, quanto mais informações você passar para sua assessoria de imprensa, mais insumos temos para elaborar pautas e estratégias para trabalhar nas mídias. Mas fique tranquilo, quando o assunto não tem apelo, nós avisamos e explicamos o porquê.

Acredito que além de informações relevantes sobre sua empresa, contatos que vocês recebem de jornalistas para fazer entrevistas também devem ser concentrados na sua equipe de PR. Por que digo isso? Também já tivemos situações em que alguns clientes deram entrevistas sem nos comunicar e sairam informações erradas/ou distorcidas. Ou seja, o cliente ficou bravo e pediu para que ligássemos para o jornalista fazer a alteração. Quando estamos por dentro de tudo que acontece com a empresa, fica mais fácil todo esse processo, pois conseguimos acompanhar qualquer entrevista ou gravação desde o começo, evitando que saia alguma informação errada ou equivocada.

Para finalizar, usufrua de todo o “know-how” que sua equipe de PR tem e envie o máximo de informações que conseguir para que eles possam criar pautas interessantes para os mais diversos veículos de comunicação. Mantenha contato direto, isso fará com que o trabalho seja muito mais eficiente.

*Juliana Gusmão é jornalista formada desde 2012 pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com Pós-Graduação em Marketing e Comunicação Publicitária pela Faculdade Cásper Líbero. Com 5 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Coordenadora de Comunicação na PiaR Comunicação.

 

PR SE TORNOU UMA ATIVIDADE DE COMPARTILHAMENTO DE EXPERIÊNCIAS.

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Vivemos a era da “voz”. Sim, o que quero dizer com isso é que todos (TODOS MESMO) querem se expressar e dar sua opinião, seja lá sobre o que for. Isso é bom, pois democratizou acessos e deu chance para pessoas que antes eram reprimidas poderem se manifestar. Por outro lado, abriu a porta para palpites raivosos ou sem qualquer fundamento.

Quando trazemos esse comportamento para o mundo da assessoria de imprensa, é importante destacarmos que as startups que contratam uma agência ainda baseadas no modelo “eu falo e você escuta” com a imprensa, estão fadadas ao fracasso.

Por isso, PR tem se tornado cada vez mais um meio de compartilhamento de experiências dessas startups e seus empreendedores. Tanto jornalistas (sejam de quaisquer meios de comunicação) quanto seus leitores estão ávidos por conteúdos sobre cases e “causos” de pessoas ou empresas que se mostrem “humanas” e dividam suas histórias, deixando o ego de lado.

Portanto, uma das formas de despertar o interesse de formadores de opinião, seus seguidores e, consequentemente, possíveis clientes é focando mais em seus mercados de atuação, tendências ou polêmicas e menos em si mesmo. Sei que nem sempre é um exercício fácil para empreendedores que são sempre apaixonados por suas startups, mas vale o exercício. Afinal, o resultado será positivo para todos.

*Por Renniê Paro

FERRAMENTAS DE MONITORAMENTO: QUAL ESCOLHER?

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De um tempo cá, as redes sociais não são mais só entretenimento. Elas viraram coisa séria e, desde então, podemos afirmar que são um negócio e, como tal é necessário que haja investimento – de tempo e dinheiro. Parece loucura e talvez surja aquele velho dilema sobre orgânico x pago, mas não é sobre isso que falaremos aqui hoje.

Vamos falar sobre medição na internet. Já faz algum tempo que isso é possível e as ferramentas tem se aperfeiçoado para entregar a maior quantidade de dados possíveis. E para que isso? Para que você possa entender cada vez mais a fundo o seu público-alvo e entregar mais conteúdo de qualidade. Nem preciso dizer a importância disso, não é mesmo? Os indicadores de desempenho vão facilitar e muito a vida da sua empresa, quando falamos em redes sociais.

Agora que já entendemos que é de extrema importância monitorar e medir os dados, vem a pergunta mais chata de se responder (se é que ela tem uma resposta exata): Qual a melhor plataforma para usar? Poderíamos fazer uma lista delas aqui, mas isso não é um publipost e acredito que eu seria muito injusta se citasse o nome das plataformas que uso/gosto. Até porque você pode e deve escolher de acordo com as suas necessidades. Por exemplo, existem diversas métricas que podem ser exploradas e utilizadas para medir o seu desempenho nas redes sociais. A partir dessas ferramentas você tem inúmeras possibilidades, desde monitorar concorrente, orientar produção de conteúdo a partir do monitoramento de palavras-chaves, descobrir influenciadores, encontrar leads, entre muitas outras coisas.

Tudo bem, em vez de ajudar, talvez tenha confundido mais ainda a cabeça de vocês, não é mesmo? Então vamos “facilitar”. Como escolher a ferramenta ideal? Testes e mais testes. Acredite, já testei milhares delas até chegar a que eu uso atualmente. Não tem jeito. Além das muitas funções, tem sempre aquela que se encaixa melhor no seu jeito de trabalhar.  Parece simples, mas não é muito. Demanda tempo e muita paciência, mas vale a pena! Vamos começar?

*Gabrielle Ramos é jornalista formada desde 2012 na Universidade Nove de Julho, com especialização em Marketing Digital pela E-commerce School e Mídias Sociais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Com 08 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Coordenadora de Planejamentos Estratégicos e Mídias Sociais na PiaR Comunicação.

BRIEFING – POR QUE ESSA FERRAMENTA É IMPORTANTE ?

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*Por Juliana Gusmão

Você deve se perguntar, o que é Briefing? Por que meu assessor fala tanto sobre isso? Vou te explicar de uma maneira bem simples e direta. Briefing é uma ferramenta muito comum na assessoria de imprensa, onde colocamos todas as informações que são relevantes para orientar, da melhor forma, um cliente em um encontro, entrevista ou até mesmo quando temos que elaborar um material específico, onde encaminhamos algumas perguntinhas que são relevantes para nos dar um direcionamento na produção.

Aqui na agência, por exemplo, para os materiais de entrevista e encontros nós elaboramos em um Power Point (PPT) onde colocamos sobre o que é a entrevista, com quem (nome do jornalista e veículo), data, horário e local. Buscamos sempre colocar uma mini biografia do(a) profissional e também alguns links de matérias que ele(a) já escreveu no portal, revista ou jornal.

Além disso, elaboramos um mini roteiro de como será a entrevista, ou seja, colocamos no material as informações que o jornalista poderá abordar durante o bate-papo. Quando é um encontro de relacionamento, o direcionamento é outro, pois inserimos aquilo que, de fato, é importante ser abordado durante um almoço ou café.

O próximo ponto, e muito importante, é onde colocamos, em tópicos, o que você NÃO deve mencionar durante uma entrevista ou encontro de relacionamento. Isso engloba falar mal de concorrentes, abrir dados e números que não podem ser divulgados (pois não existe off e o jornalista pode utilizar a informação caso faça uma matéria), não focar nos temas propostos, entre outros pontos.

Claro que não posso esquecer de dizer que quando convidamos um jornalista para um almoço ou café, é de bom tom que o cliente pague a conta da(o) convidada(o). Mas esse é um tópico que iremos discutir de maneira mais aprofundada em um outro post. 😊

Por fim, nunca ignore o briefing que seu assessor encaminha, nele contém informações relevantes para que a entrevista ou o encontro renda bons frutos.

*Juliana Gusmão é jornalista formada desde 2012 pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com Pós-Graduação em Marketing e Comunicação Publicitária pela Faculdade Cásper Líbero. Com 5 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Coordenadora de Comunicação na PiaR Comunicação.