O BRIEFING É A CHAVE PARA UM BOM TRABALHO

Sabemos que quanto mais informações você encaminhar sobre determinado assunto para sua assessoria de imprensa, a chance de criarmos um planejamento completo, com estratégias que são eficazes para sua marca, é maior. Digo isso porque quanto mais informativo for o briefing, melhor para realizarmos nosso trabalho junto à imprensa.

Já passamos por situações em que o cliente gostaria que fizéssemos uma divulgação específica, mas o mesmo não soube passar um bom briefing. Sem isso, ficamos um pouco amarrados em relação à criação de novas pautas e também de estratégias com as mídias.

Outro ponto que considero de extrema importância é o fato de realizarmos call semanais ou até mesmo quinzenais. Dessa forma, a comunicação entre assessoria e cliente fica o mais redonda possível, evitando que as informações se percam no meio do caminho ou que o cliente esqueça de nos passar um briefing sobre determinada conquista.

Por fim, acredito que o um briefing é aquele que responda o máximo de perguntas e dúvidas possíveis. Se colocar no lugar dos jornalistas, às vezes, é essencial para tirarmos informações que o cliente, sem querer, não acredita serem relevantes naquele determinado momento. Uma dica que costumamos dar para nossos clientes é “desligue o filtro e deixe que a gente te diga o que é ou não interessante para divulgar”. Dessa forma, quanto mais informações tivermos para elaborarmos uma divulgação, mais chances temos que conquistar bons resultados e espaços na mídia.

*Por Juliana Gusmão

“OLHA, ESTÁ TUDO MUNDO FALANDO SOBRE X, VAMOS FALAR TAMBÉM?”

Não! Na ânsia de sair na mídia, acontece de muito empreendedores estarem dispostos a “topar qualquer parada”. Porém, em Assessoria de Imprensa isso não pode acontecer. Se seu negócio é voltado para o mercado de gastronomia, não é porque o Estadão está fazendo uma pauta de meios de pagamento que seu assessor deve, a todo custo, colocar você como fonte.

Por mais relevante que seja o assunto ou veículo de comunicação em questão, não dá para sair como uma metralhadora, tentando falando com Deus e o Mundo de maneira aleatória. Isso gera uma péssima impressão para sua equipe de PR e principalmente para você, que passa a ser visto como “a fonte desesperada”.

O mundo ideal é se tornar referência e especialista em assuntos específicos. Seja ele vídeos online, e-commerce, nutrição…não importa! Escolha um nicho e seja visto como “O CARA” quando este for o assunto.

Somente assim será possível criar credibilidade e ser visto com admiração e fonte confiável pelos formadores de opinião. Caso contrário, será um verdadeiro tiro no pé da sua imagem como empreendedor, da sua startup e de sua equipe de comunicação.

Por isso, segura a emoção, escolha de um foco de atuação e aposte em movimentos estratégicos para cavar seu espaço na mídia.

*Por Renniê Paro

ACONTECEU COMIGO: UM ALMOÇO DESPRETENSIOSO VIROU UMA MATÉRIA DE 4 PÁGINAS!

Em 2013, ainda no primeiro ano de atuação da PiaR, um dos pilares de atendimento que colocamos para nossos clientes é o constante encontro presencial com jornalistas. Para nós, mais do que uma ferramenta de divulgação, esses encontros servem para construção de relacionamentos de confiança, o início de uma troca de impressões e experiências que faz o que é a mídia atualmente.

Naquela época, conseguimos agendar um almoço entre o Samir Iásbeck, CEO da Qranio (e nosso primeiro cliente) com um editor da Revista Exame PME. A revista não existe mais, mas era super respeitada, conceituada e qualificada quando circulava. Para quem ainda não sabe, não existe expectativa nenhuma de que um almoço entre fonte e jornalista resulte em uma matéria.  Aliás, o ideal é que a conversa seja, de fato, um começo de uma relacionamento de confiança.

E confiança significa transparência. Quanto mais você é sincero, aberto, leal com jornalistas, mais eles cofiam em você e mais eles “ligam” o senso crítico sobre potenciais histórias contidas dentro da sua história. E foi isso o que o Samir fez: ele disse, com todas as letras, que a Qranio tinha rompido a barreira de 1 milhão de usuários graças à ajuda inestimável da Wayra, aceleradora pela qual a startup tinha feito parte do seu primeiro programa de aceleração no Brasil.

O editor da Exame PME (que é meu amigo até hoje e um dos melhores jornalistas do ecossistema do Brasil) na hora teve a sacada de perguntar se o Samir conhecia outras startups que tivessem a mesma opinião sobre os programas de aceleração. A resposta do Samir foi, evidentemente, que sim. E daí surgiu uma matéria na revista com quatro páginas, foto gigante do Samir e que contribuiu demais para o branding da Qranio.

A moral da história é: relacionamento não se compra. Não é um almoço que tornará um empreendedor ou uma startup objeto de matérias e reportagens, mas o quanto se está disposto a dividir sua sincera opinião com formadores de opinião. Não há nada a temer quando você fala a verdade, quando sua história tem sustentação ou quando você aceita uma relação de confiança com jornalistas. Trata-se da essência do trabalho de relações públicas/assessoria de imprensa: fazer que desconhecidos passem a confiar um no outro.

*Por Bruno Pinheiro

COMO ASSESSORIA DE IMPRENSA PODE AJUDAR ESCALAR SEU NEGÓCIO?

É muito comum uma startup em estágio inicial sonhar em sair nas capas das principais revistas do país ou ter uma matéria de relevância em um dos jornais mais importantes. Não tem problema sonhar grande, mas é preciso manter os pés no chão.

Digo isso porque é essencial que o empreendedor tenha seu plano de atuação muito bem estruturado antes de lançar seu negócio no mercado. Começar pequeno é a ordem mais natural das coisas e por isso, cavar oportunidades mesmo que ainda timidamente, não quer dizer que seu negócio não seja bom o suficiente.

Toda startup tem sua fase inicial, seja ela de planejamento, de estruturação, divulgação, entre outros. Porém, é preciso ter bastante cautela quando contratar uma assessoria de imprensa. Se você buscou um serviço de PR para ter um retorno imediato, errou na escolha. A maioria das agências trabalham com plano a longo prazo, isso porque existe um ciclo dentro dos veículos de comunicação e quem escolhe o que será publicado são eles, os editores e jornalistas, e não nós, assessores.

Por fim, acredito que o ciclo mais saudável quando uma startup inicia no mercado é – Pensar simples, começar pequeno e se tornar grande. Isso porque você consegue tatear o território que está começando, colher as informações de grandes empreendedores que já estão “anos luz” na sua frente e, aos poucos, alinhar a melhor estratégia para melhorar a sua imagem na imprensa. Sem pressa e sem atropelar as coisas, tudo dá certo e seu negócio decola. Conte conosco para ajudar no planejamento de PR e entregar bons resultados!

*Por Juliana Gusmão

CONTEÚDO DE PR É PARA JORNALISTAS E NÃO PARA PUBLICIDADE

Quem é assessor de imprensa com certeza já ouviu algumas milhares de vezes frases como “Mas esse texto não está vendedor”, “Acho que poderíamos dar um tom mais emocional”. Pedidos como esses são mais do que naturais quando um release chega nas mãos da interface dos clientes.

Pessoal, é preciso entender alguns pontos que nos levam a escrever releases com a estrutura “chata e quadrada” que vocês recebem (e nem sempre curtem). Existem manuais de redação que são seguidos por jornalistas de todo o país e, claro, por nós assessores.

Um release precisa ter uma notícia (reformulação de sites, eventos internos ou contratações de estagiários não é notícia, ok?). Além disso, é preciso que o tema principal do texto esteja logo no primeiro parágrafo, ter quotes (fala do porta voz da empresa), dados de mercado e uma finalização.

Esse material não pode ser extenso e muito menos adjetivado. É claro que seu produto é o melhor do mercado e tem o melhor design, mas o jornalista não quer saber esse tipo de informação. Ele precisa entender o mercado em que você está inserido, quais são os problemas dele e como sua empresa soluciona algum deles.

Aqui vale destaque para como o foco deve ser a sua empresa, e não VOCÊ! Trabalhe a sua marca e não o seu ego. Por fim, vale dizer que o release é apenas uma das ferramentas que usamos, e não a estratégia em si. Portanto, por mais que ele não traduza a alma de sua empresa, vale entender a estrutura jornalística e perceber que ele será usado apenas de base para os pitchs com jornalistas.

Se tiver alguma dúvida, sempre vale aquele bom e velho bate-papo com seu assessor para entender melhor esse fluxo 😉

*Por Renniê Paro