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O QUE DIVULGAMOS TEM QUE ESTAR EM SINTONIA COM O QUE SUA STARTUP FAZ

Você marca um encontro e sai para jantar com uma pessoa que sempre foi gentil, te trata bem e a conversa é sempre ótima. Mas, no restaurante, essa mesma pessoa se torna rude e mal-educada com garçons, de uma tal forma que você mal pode reconhece-la.

Quem é que nunca viu ou viveu uma situação assim, não é mesmo?
Pois, para mim, quem me trata bem, mas maltrata um garçom (por exemplo), não pode ser uma boa pessoa. Pode parecer exagero ou simplesmente um trecho sem ligação com o tema desse artigo, mas fará total sentido nas próximas linhas.

Assim como essas pessoas soam incoerentes e acabam por gerar repulsa, o mesmo vale para sua startup quando trabalhamos divulgações na mídia. Veja só, estamos fazendo ações com a mídia mostrando empresas e startups que possuem ambientes bons, engajadores e agradáveis para se trabalhar. Mas, por outro lado, seus colaboradores postam declarações de assédios morais ou atitudes internas que contradizem o que está sendo divulgado na mídia. Consegue ver onde isso vai acabar? Mídia negativa.

Em tempos onde todos têm voz e se fazem ouvidos, a transparência e sinceridade se tornaram moedas de trocas cada vez mais valiosas e intransferíveis. É preciso entender que diálogos unilaterais não possuem mais espaço nas empresas e, claro, isso também vale para a mídia.

Portanto, se posso deixar algum conselho, seja sempre honesto com seus colaboradores, parceiros, fornecedores e, claro, com a mídia. Não minta, não omita, não aposte no “quem conta um conto, aumenta um ponto”. Quanto mais verdadeiro você for, melhor será a relação de confiança com veículos e jornalistas estratégicos.

Como disse em muitos textos anteriores, confiança é a base de qualquer relacionamento. Pensei nisso 😉

*Por Renniê Paro

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