COMO ANALISAR RESULTADOS ANUAIS?

Sim, mais um final de ano chegou e com ele a responsabilidade de fazer uma avaliação mais aprofundada de tudo que aconteceu ao longo de 2018. Nesse período, costumamos elaborar um relatório anual com tudo que foi proposto durante a época que o cliente esteve na PiaR. É uma forma de entendermos onde acertamos, onde precisamos melhorar e outros canais que podemos explorar.

Infelizmente, não são todos os clientes que entendem que o trabalho de assessoria é de formiguinha, e quando contratam uma agência de PR querem ter resultados imediatos, mas sabemos que nem sempre isso acontece. Para que dê certo e renda frutos, é preciso estabelecer confiança e acredito que uma das formas para isso acontecer é ser o mais transparente possível, e elaborar um compilado de tudo que trabalhamos ao longo do período, apontando o que deu ou não certo e mostrar o porquê. Isso é essencial para que essa troca seja o mais saudável possível e renda frutos no futuro.

O fato é que ninguém gosta de fazer uma autoanálise, mas acredito que isso seja importante para manter o bom relacionamento e também entregar resultados cada vez mais assertivos aos nossos clientes. Aqui, por exemplo, procuramos fazer uma avaliação profunda se o que entregamos ao longo do ano estava ou não de acordo com o que foi alinhado com cada um. E sim, somos bem chatos com isso!

Como nosso trabalho envolve uma entrega completa – encontros de relacionamento, resultados em mídias relevantes e que façam sentido para o cliente, materiais que de certo modo irão ajudar a construir sua imagem na mídia e trazer endosso e reputação para sua marca – os relatórios proporcionam um olhar mais crítico sobre o nosso trabalho e nos ajudam a valorizar as ações de comunicação e as iniciativas que tivemos.

Por fim, acredito que toda avaliação é enriquecedora, seja ela positiva ou negativa. No nosso caso, essa análise anual é essencial para acertamos alguns ponteiros e iniciarmos o ano de 2019 com o pé direito, com novas ideias e estratégias.

*Por Juliana Gusmão

COMO SE PREPARAR PARA PARTICIPAR DE EVENTOS?

Em 2018, tentamos (na medida do possível) participar dos principais eventos que envolvem o universo de startups e comunicação. Em setembro, tivemos nosso workshop interno, focado em ajudar nossos clientes a entender melhor nossas dores e prazeres. Além disso, sempre participamos do CASE (Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo), realizado pela ABStartups (Associação Brasileira de Startups).

Em ambos os casos, acho que o ponto crucial de participação em tais eventos é como devemos nos preparar para essas datas. Aqui na PiaR, sempre respondemos às seguintes questões antes de anunciar nossa participação:

– Relevância: antes de pensarmos em marcar presença em um evento, sempre pesquisamos sobre a relevância dele. Quantas edições já foram feitas? Foram sucesso de público? Quais foram as matérias sobre o evento? A percepção do público foi positiva? Pense nesses pontos antes de fechar sua participação;

– Público: você pesquisou e analisou todos os pontos e sim, vale a pena! Nice! Agora procure entender, a fundo, qual é o perfil do público que frequenta o evento? São startups early stages ou já em momento de tração? Têm cases de empresas que já estão internacionalizando? Tudo isso influenciará no conteúdo e forma como você deverá “vender” sua empresa durante o evento;

– O que queremos comunicar: essa parte está intimamente ligada ao perfil do público que você deseja impactar no evento. Afinal, de nada adianta levar um conteúdo sobre “Etapas profundas de PR”, se os empreendedores que visitam o evento ainda estão em fase de ideação e ainda não entendem muito bem o que é uma Assessoria de Imprensa, não é mesmo?!

Enfim, acho que participar de eventos é importante e deve fazer parte dos planos de ação de todas as marcas. Só vale sempre repensar a produtividade de cada um deles e o que você deseja de retorno. Depois te conto melhor como foi o CASE 2018 😉

*Por Renniê Paro

COMO ATINGIR O SEU PÚBLICO-ALVO DE FORMA INDIRETA?

No início do trabalho com a sua assessoria de imprensa, você certamente definiu alguns pontos que são importantes para o trabalho com a mídia, e uma delas foi o público-alvo que você quer atingir, certo?

Mas, você sabia nem sempre é preciso seguir essa estratégia à risca? Em alguns casos específicos, é necessário conversar com um público que não é 100% o foco do seu negócio, mas é para o seu cliente. Isso, com certeza será importante na hora de captar novos parceiros.

Ás vezes, criar conteúdo com dicas e orientações para o consumidor final, mesmo ele não sendo o seu potencial cliente, pode ajudar a ganhar visibilidade no seu mercado de atuação, transformando seu porta-voz em especialista no assunto. Isso, com certeza, ajudará na divulgação da sua marca.

Claro que não estamos dizendo para você escrever um material sobre marketing digital se você atua no mercado financeiro. O que podemos fazer é procurar  trabalhar assuntos que estão diretamente ligados com a sua área, para que seus parceiros leiam esse conteúdo e valorizarem ainda mais a sua empresa.

Em termos práticos, isso pode ser feito da seguinte forma:

Se a sua startup oferece para o mercado uma solução tecnológica, podendo ser na área financeira, marketing, vendas, contabilidade, dentre outros, é importante participar de matérias que ajudam o consumidor final na hora da compra, por exemplo.

Sendo assim, podemos trabalhar com os seguintes temas: como cuidar da sua saúde financeira, quais os cuidados na hora de abrir uma empresa, dentre outros que estão correlacionados e que atendem a outra ponta do seu negócio, que seria o cliente final.

Então, que tal abrirmos o leque de opções e trabalhar de forma mais ampla na mídia? E, para isso, contem conosco para ajudá-lo a criar novas estratégias!

* Gabriela Calencautcy é jornalista formada desde 2012 pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU). Possui mais de nove anos de experiência em assessoria de imprensa atendendo clientes de diferentes segmentos e desde novembro de 2014 trabalha no relacionamento cliente/imprensa na PiaR Comunicação.

O LADO BOM DE UMA EQUIPE DIVERSA

Temos hoje na EquiPiaR, mais de 15 profissionais de Jornalismo e Relações Públicas. Nossa média de idade é de 25 a 30 anos, ou seja, somos jovens, ansiosos e totalmente malucos (como a maioria). Apesar de muitos pontos em comum, como bom humor, ironias e um talento nato para memes (rs), nossa equipe é bem diversa e mesclada.

Mesmo sabendo de tantas diferenças e peculiaridades, sempre tomamos as decisões de gestão de pessoas de maneira manual e intuitiva. Em outubro, passamos a usar o Solides Gestão (também nosso cliente) e tem sido uma experiência incrível.

Notar como trabalhamos com perfis complementares e ao mesmo tempo diferentes é muito bom mesmo. Primeiro porque, rotina não há! Cada dia é uma novidade, pois se num dado momento um colaborador está super animado e para cima, outro está mais introspectivo e quieto.

Enquanto gestora, ainda é mais delicado na hora de executar cobranças e passar direcionamentos para a equipe. Como disse antes, é muito importante conseguir “ler” as pessoas e tentar abordá-las de formas que mesmo uma “bronca” não gere desmotivações.

Por isso, conseguir automatizar processos de entrada, saída, férias e etc é uma mão na roda! Em breve eu volto para contar como temos otimizado a gestão comportamental da EquiPiaR para aumento de performance, tendo Executores, Planejadores, Analistas e Comunicadores juntos e misturados na mesma sala.

*Por Renniê Paro

AS MUDANÇAS NO MERCADO DE STARTUPS

Estima-se que hoje, temos entre 10 e 15 mil startups no Brasil. Se pararmos para comparar com anos anteriores, o número praticamente dobrou. Em 2012, por exemplo, haviam aproximadamente 2.500 startups cadastradas na base de dados da Associação Brasileira de Startups (ABStartups) e hoje, esse número passa de 6 mil. Outro dado importante que mostra a evolução desse mercado está em um estudo feito pela startup do Texas (EUA). A Expert Market, apontou que o Brasil está em 5º lugar como um dos melhores países para empreender.

Esses dados mostram o quanto o mercado de startups evoluiu nos últimos anos e quando falamos sobre comunicação, isso não é diferente. Todos sabem das mudanças que os veículos de mídia têm passado e isso impacta diretamente o retorno de resultados e na estratégia para tornar sua empresa cada vez mais conhecida no mercado.

Vários jornalistas estão sendo demitidos ou migrando para outras empresas, mas isso não significa que temos que desistir, é preciso seguir em frente com o propósito de melhorar cada vez o ecossistema, principalmente quando o assunto é assessoria de imprensa.

Por outro lado, mesmo com esse cenário, muitas vezes desanimador, os empreendedores já entenderam a importância de investir em uma agência de PR. E, nos últimos anos, pudemos ver uma procura enorme nos serviços que englobam branding, endosso e reputação das marcas. Afinal, um bom trabalho de comunicação não é somente conquistar aquela Televisão tão desejada ou a capa de uma revista de grande circulação, e sim orientar se mostrar o passo a passo do que é ou não interessante de se fazer para o mercado.

Outro ponto que não podemos deixar de falar é na pulverização dos eventos proprietários. Nos últimos anos, a aposta nesse tipo de negócio tem sido constante e as cobranças em relação ao trabalho de assessoria de imprensa também – no sentido de retorno de vendas de ingressos. Já falamos algumas vezes por aqui e acredito que futuramente haverá mudança em relação a essa estratégia, mas os veículos têm deixado cada vez mais de lado publicar notícias sobre determinados eventos, ao menos que algum tema de grande impacto seja discutido. Vale ficar de olho!

Mas é bacana falar também sobre a evolução das startups que estão fora do eixo Rio/São Paulo. Segundo o InovAtiva Brasil, programa que ajuda empreendedores iniciantes a transformar tecnologias promissoras em empresas de rápido crescimento, além de promover a inovação aberta, integrando startups inovadoras à cadeia de valor de grandes empresas, regiões como norte e nordeste que antes não tinham uma participação em programas como esse, passaram a ter uma representatividade e isso também ilustra o poder que o mercado de startups têm.

Programas como esse do InvAtiva, por exemplo, conseguem ajudar as startups em estágio inicial a se manterem no mercado e são fundamentais para orientar os empreendedores que desejam tirar seu negócio do papel e ter um negócio próspero.

Por fim, não podemos deixar de comentar sobre a conquista de algumas startups como Nubank ou o app de transporte 99 e Rappi, que chegaram ao patamar valioso de US$ 2 bilhões e US$ 1 bilhão, considerados hoje grandes unicórnios brasileiros. Acredito que tem mais vindo por aí. Vale ficar de olho em como esse mercado vai fechar o ano e nos preparar para o ano de 2019. Tenho certeza que boas coisas nos esperam!

*Por Juliana Gusmão