QUANDO O JORNALISTA NÃO SABE

Sabemos que o mundo está mais acelerado do que nunca! A cada dia, surgem novas tecnologias e soluções que estão mudando constantemente a forma como nos comunicamos e nos relacionamos, tanto no âmbito pessoal quanto no profissional. Estamos conectados 24 horas por dia tentando assimilar o máximo de informações, porém, inevitavelmente, acabamos não acompanhando tudo.

A mesma coisa acontece no universo jornalístico. Embora muitos repórteres acabem cobrindo mais de uma editoria, é impossível saber de tudo o que está ocorrendo em relação ao tema trabalhado, seja porque, de fato, são muitos assuntos “pipocando” por aí, seja pela rotina atribulada da redação, ou a junção dos dois motivos.

Em contrapartida, nós, assessores de imprensa, atendemos os mais variados nichos de mercado. Cada cliente acaba colaborando para o entendimento do mercado em que atua e, principalmente, sobre as novidades, tendências e novos conceitos. Quando temos algo muito inovador para divulgar, temos o grande desafio de criar estratégias para fazer com que o jornalista se interesse pelo que temos a oferecer (seja um produto ou serviço) e entenda toda sua complexidade.

Para isso, temos três estratégias. A primeira é a nossa arma (nem tão) secreta, o follow up, que nada mais é do que “vender nosso peixe” por telefone. Antes de, efetivamente, contatar um repórter ou editor, seguimos algumas etapas. Antes de mais nada, pesquisamos o que ele anda escrevendo nos últimos meses. Se tiver fit com o que temos para oferecer, preparamos um material, que pode ser um release ou uma sugestão de pauta, e enviamos por e-mail.

Após o envio, esperamos o melhor momento para ligar. Isso irá depender do horário das redações: os impressos diários normalmente entram em fechamento a partir das 17 horas, então, se enviarmos o material às 16 horas, por exemplo, só iremos telefonar no outro dia, já os jornais do trade de propaganda e marketing costumam fechar entre quinta e sexta-feira, e por aí vai!

Então, chegou a hora de entrarmos em ação! Entramos em contato com o repórter e usamos nosso poder de persuasão para convencê-lo do quão relevante é o que estamos oferecendo. Se tivermos a combinação inovação + dados + contato, é quase certo que o resultado será uma matéria ou um ótimo relacionamento para próximas divulgações.

Outro caminho que costumamos utilizar é agendar encontros de relacionamento. Já falamos muito no blog sobre a importância dessa ferramenta, mas nunca é demais destacar rs! Um almoço ou um café com o porta-voz da empresa pode ser esclarecedor para gerar interesse sobre algo desconhecido ou pouco explorado.

Por fim, podemos promover workshops dentro das redações. Porém, vale ressaltar que tudo dependerá do tema e do interesse dos veículos. Normalmente, nesses casos, os jornalistas param por uma hora para ouvir os porta-vozes sobre alguma tendência de mercado.

Mas, atenção! Somente sua assessoria saberá direcionar qual é a estratégia certa na hora da divulgação e te explicar o motivo da escolha. Afinal, somos especialistas em comunicação e conhecemos bem os caminhos tortuosos para o convencimento de um jornalista sobre algo ainda inédito e pouco explorado. E você, tem algum tema muito complexo e que acha relevante? Não deixe de dividir com a gente!

*Bruna Sant’Anna Froner é Relações Públicas formada desde 2009 pela Universidade Metodista de São Paulo, com pós-graduação em Marketing e Comunicação Integrada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Com 10 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Gerente de Equipe na PiaR Comunicação.

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