TV X IMPRESSO – QUAIS DIFERENÇAS DAS PAUTAS E ESTRATÉGIAS?

Quando uma startup contrata uma agência de assessoria de imprensa, quase sempre os pedidos dos empreendedores são iguais –  “queremos sair na TV ou em um grande veículo impresso”. Claro que temos as exceções, mas o nosso maior desafio todos os dias é conquistar um espaço bacana para que esses profissionais possam falar, de alguma forma, sobre seu negócio.

Para conquistar uma matéria legal nesses veículos, as estratégias para uma boa abordagem são diferentes, mesmo porque o público que consome as notícias também é. Então sempre fazemos um exercício interno de avaliar se a pauta que pretendemos sugerir realmente faz sentido para o programa que estamos em contato ou para o jornal/ revista que queremos emplacar.

Acompanhar o que está acontecendo no mercado de atuação do seu cliente e também no dia a dia (notícias factuais) é extremamente importante para encontrar ganchos atrativos que de alguma forma abram oportunidades para entrevistas com especialistas nessas mídias. Claro que nem sempre conseguimos, afinal são veículos bem disputados, e por isso reforço a relevância de ter uma estratégia bem elaborada para conseguir se sobressair diante aos “concorrentes”.

Muitas vezes, o que vai te diferenciar de outras milhões de pautas que esses jornalistas e produtores recebem é o quão bem escrita, interessante e completa ela tiver. Ou seja, procure sempre construir uma pauta com dados de mercado, mostrando que seu cliente resolve um problema e o impacto que seu negócio tem no segmento. Tenho certeza que dessa forma há mais chances de você conseguir chegar ao seu objetivo. Ah, não se esqueça que pautas para TV exigem imagens, afinal tudo é muito visual. Por isso, é essencial que pensemos que tipo de imagem eles conseguiriam captar caso comprassem sua pauta. Tudo isso faz uma mega diferença na hora de avaliar o material.

O que não podemos, em hipótese alguma, é contatar os jornalistas com algo vazio, que ele não consiga enxergar o potencial da sua ideia, ou que não traga nada de relevante e que impacte seu público-alvo. Apesar de termos diversos jornais, revistas e programas de TV, o público que consome essas mídias são diferentes, então as notícias e abordagens devem ser construídas sempre pensando na ponta final – o público que assiste e lê essas matérias.

Por fim, não existem fórmulas mágicas para conseguir impactar esses veículos, o que precisa é atenção do assessor de saber se o conteúdo que pretende oferecer para essas mídias é interessante para o público e se o material está atrativo a ponto de ser ‘comprado’ pelos jornalistas e produtores. Feito isso, tenho certeza que o resultado final pode surpreender. Pense nisso!

*Juliana Gusmão é jornalista formada desde 2012 pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com Pós-Graduação em Marketing e Comunicação Publicitária pela Faculdade Cásper Líbero. Com nove anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Gerente de Equipe na PiaR Comunicação.

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