INOVAÇÃO NA ACESSIBILIDADE – FIQUE DE OLHO NAS STARTUPS DESSE SEGMENTO

De acordo com um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil há mais de 45 milhões de pessoas que possuem algum tipo de deficiência, ou seja, índice equivalente a 24% da população. Diante desses números, é inevitável não pensarmos em alternativas que possam ajudar, de alguma forma, o dia a dia desse público.

Com a evolução da tecnologia no país, houve um crescimento enorme de soluções inovadoras e iniciativas de inclusão social destinadas para a população. Algumas startups, como a Hand Talk por exemplo, que faz tradução automática de texto e voz para Libras, está de olho nesse mercado há alguns anos e vem aprimorando seu negócio de acordo com as necessidades do público.

Investir, criar ou desenvolver alguma solução focada em acessibilidade é um tema que vem sendo bastante discutido no universo das startups. Afinal, em um país cheio de dificuldades, essas empresas podem contribuir com inovações que ajudam a amenizar, de alguma forma, os obstáculos e proporcionar uma sociedade mais inclusiva.

Para se ter uma ideia, o InovAtiva Brasil, maior programa de aceleração de startups da América Latina, recebe em suas edições diversas startups que buscam expor suas ideias para uma bancada avaliadora e trilhar caminhos prósperos. Foi em um desses eventos, que a AED Tecnologia, startup que tem atuação no setor de educação, mostrou sua invenção.

Com uma biblioteca acessível, seu produto oferece um tablet e um mouse em braile, para auxiliar pessoas com deficiência visual a terem acesso à leitura de materiais digitais. Outra empresa que merece destaque e que também passou pelo programa, foi a SignumWeb, plataforma de videoconferência que promove acessibilidade de comunicação entre as empresas brasileiras e empregados que têm dificuldade auditiva. A startup possibilita interação entre surdos e ouvintes de forma rápida, simples e barata, sem necessidade de investir em intérpretes de Libras.

Como puderam ler, citei algumas iniciativas interessantes para quem precisa de acessibilidade, seja no trabalho, entre os amigos e família ou em qualquer local. Tenho certeza que boas novas estão para surgir, por isso vale ficar de olho no que as startups têm para nos oferecer e torcer para que muitas outras possam inventar soluções que corroboram com a inclusão social no país.

*Juliana Gusmão é jornalista formada desde 2012 pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com Pós-Graduação em Marketing e Comunicação Publicitária pela Faculdade Cásper Líbero. Com nove anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Gerente de Equipe na PiaR Comunicação.

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