MULHERES EMPREENDEDORAS!

Segundo dados do SEBRAE Minas, do Portal do Empreendedor, o número de mulheres empreendedoras aumentou nos últimos cinco anos, saltando de 1,3 milhão para 3 milhões ano passado, representando um aumento de 124%. Existem ainda outros números animadores para nós. Até fevereiro de 2019, dos 6.389 MEIs (micro empreendedores individuais), 48% são mulheres, segundo a Receita Federal.

O Rio de Janeiro lidera as iniciativas próprias desse público, com 51% do total. Em seguida temos Alagoas e Ceará. Em Minas temos 347 mil empreendedoras. Claro que essas informações são relevantes e nos deixam animadas, mas sabemos que ainda há um grande caminho a percorrer. Em termos salariais, por exemplo, as mulheres ainda estão em desvantagem. Segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), as mulheres contratadas em 2017 ganhavam, em média, R$150,03 menos que os homens.

No setor de startups, temos dados interessantes também. Apesar da maioria ainda ser liberada por homens (74%), segundo levantamento da Abstartups (Associação Brasileira de Startups), o público feminino não se deixa abalar. Em 2017 o número de startups fundadas por mulheres que passaram por processos de aceleração foi para 29%. Há cinco anos eram 25%, segundo a Ace, uma das maiores aceleradoras do país.

Aqui na PiaR temos exemplos inspiradores de mulheres que realmente metem a mão na massa e fazem acontecer no mundo das startups. Alguns exemplos são a Tatiana Pezoa, CEO da Trustvox, primeira e única certificadora de reviews no Brasil, que assegura a veracidade de reviews no Brasil, atuando com o propósito de tornar a sinceridade padrão de mercado no e-commerce; Mariana Vasconcelos, CEO da Agrosmart, plataforma de agricultura digital líder na América Latina, ajudando produtores rurais a tomarem melhores decisões no campo e serem mais resiliente às mudanças climáticas; e Milene Rosenthal, Co-Fundadora da Telavita, marketplace de saúde que tem por objetivo conectar profissionais da psicologia brasileira a pacientes de todo país, por meio de uma tecnologia robusta, ágil e segura. Como você pode notar, muitas delas têm ganhado destaque em setores que antes eram considerados majoritariamente masculinos, ou seja, esse papo de “isso não é trabalho de mulher” tem caído por terra e basta querer para, de fato, fazer acontecer!

*Renniê Paro é jornalista formada desde 2008 na Universidade Paulista, com pós-graduação em Comunicação Organizacional na FMU. Com mais de 10 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é COO na PiaR Comunicação.

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