NÃO É MÁGICA… É TECNOLOGIA!

Você entra em uma loja de reforma e construção e resolve comprar um novo piso para sua casa. Acha lindo e está quase fechando a compra…mas será que essa cor vai mesmo combinar com seus móveis? Será que ela ampliará ou reduzirá a sensação de sua sala?

Essas são perguntas que ERAM difíceis de responder, afinal, era tudo no “chutômetro” mesmo. O vendedor garantia que sim, ficaria lindo e a você restava torcer para ele estar certo! Mas essa agonia acabou e não é por nenhuma mágica ou feitiçaria não! É TECNOLOGIA!

Nos últimos anos, aumentou muito o número de novos recursos que fazem uso de Realidade Aumentada ou Virtual, para criar verdadeiras atmosferas capazes de transportar as pessoas para os mais diversos lugares. Agora você consegue, por exemplo, ver exatamente como ficará esse piso (aquele que falamos lá no começo), dentro de sua sala, em diferentes horários e com diferentes incidências de luz do sol.

Sempre atento aos movimentos mais impactantes em todo o mundo, investidores têm apostado em startups de realidade aumentada. Segundo um levantamento da consultoria americana, PitchBook, divulgado com exclusividade na revista Exame, os investimentos de capital de risco em iniciativas nesse setor subiram 175% de 2014 a 2018, saltando e 1,2 bilhão de dólares para 3,3 bi, no mesmo período. Segundo a MarketsAndMarkets, o mercado de realidade aumentada deverá movimentar 60,5 bilhões de dólares em 2023. O previsto para 2019 é de 7,7 bilhões, ou seja, estamos falando de um aumento realmente incrível em poucos anos.

No Brasil temos algumas iniciativas de destaque no setor. É o caso da More Than Real, empresa brasileira referência global no desenvolvimento de experiências e soluções de realidade aumentada. Para se ter uma ideia de sua importante atuação, eles atendem clientes como Facebook, Instagram, Mitsubishi, Citroen, Itaú, Visa, Mastercard (EUA), LATAM Airlines (Brasil e Peru), Coca-Cola (Brasil e Europa), AB InBev, Nestlé, Natura, Avon, Boticário, MAC Cosméticos, entre outros.

Além disso, eles fazem parte da fundação XRBR, associação de empresas que representa o segmento de extended reality (AR, VR e MR) no Brasil, tendo um dos diretores como membro do conselho da organização. Ou seja, é um setor que não só gera bilhões e bilhões para economias globais, como está se organizando para ganhar ainda mais destaque. E você, o que tem feito sobre experiências imersivas?

*Renniê Paro é jornalista formada desde 2008 na Universidade Paulista, com pós-graduação em Comunicação Organizacional na FMU. Com mais de 10 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é COO na PiaR Comunicação.

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