UMA MARCA ADMIRADA: CAZAMBA!

Hoje, nós vamos falar de mais uma marca muito admirada por nós! É a Cazamba, empresa de tecnologia em mídia, referência em inovação no engajamento de marcas com seus consumidores por meio de anúncios digitais em formatos diferenciados, de forma dinâmica, personalizada e com acompanhamento em tempo real de resultados.

Fundada em 2013, a agência está entre as melhores audiências do ranking de redes da Comscore, empresa dos Estados Unidos de análise da internet que fornece a grandes companhias, agências de publicidade e de mídia do mundo. Oferecendo o que há de mais moderno dentro do segmento de soluções de marketing, o objetivo da marca é transmitir de forma única a mensagem desejada, medindo todas as interações possíveis, gerando o máximo de inteligência.

A Cazamba possibilita uma total flexibilização de formatos, em tamanho e recursos em anúncios online. Desta forma, é o anunciante quem determina como veicular a peça e quais interações ela terá com o usuário, gerando assim um maior impacto no público desejado. Todos esses benefícios são somados ao acompanhamento em tempo real de todos os resultados, possibilitando uma mudança de rota caso sua campanha não esteja dando os resultados esperados.

A marca, que já prestou serviços para diversas empresas, entre elas o Itaú, Samsung, Boticário, Honda, Nissan, Natura, Canon, Volkswagen, McDonald´s, Red Bull, HBO, Fox e Caixa Econômica Federal, inovou em 2019 lançando o Cazamba Agro, plataforma com o objetivo de ajudar anunciantes do setor de agronegócio.

Percebendo uma crescente demanda deste setor, a agência apostou na criação da ferramenta, focada na divulgação de marcas no ambiente online e no reforço de campanhas publicitárias para um público qualificado, ou seja, pessoas que realmente consomem conteúdos voltados para esse universo.

Para a construção desse produto, a Cazamba buscou por pessoas que consomem informações sobre o setor agro com frequência e aferiu o seu comportamento por 30 dias para comprovar o real interesse no tema. Após esse processo, a empresa passou a enxergar esses usuários como aptos a serem considerados como uma audiência qualificada, unificando-os em uma segmentação assertiva para o segmento agro dentro da solução.

Em constante expansão, a empresa promete apresentar ainda mais novidades até o final de 2019! Com tudo isso, como não admirar a Cazamba?

*Por Bruna Sant’Anna Froner

O FUTURO AO JORNALISTA PERTENCE!

Nos últimos anos, observamos uma enxurrada de novidades ligadas aos meios de comunicação. Algumas delas não foram tão boas porque engloba, por exemplo, a notícia sobre a recuperação judicial do Grupo Abril e o anúncio feito pelo mesmo sobre o fechamento de diversos títulos como Elle, Boa Forma, Mundo Estranho, Arquitetura, Casa Claudia, entre outros.

Outro ponto que foi muito discutido por nós assessores em especial, foi a troca de jornalistas de uma editoria para outra. Isso ocorreu devido à instabilidade econômica que nosso país vive atualmente e que também impactou muitas mídias. Em outros textos que escrevi aqui para o blog, cheguei a comentar que o trabalho de uma assessoria de imprensa vai muito além de somente divulgar uma pauta ou outra, mas sim deve ser baseada em RELACIONAMENTO.

Ou seja, quando você se aproxima de um profissional importante dentro de um determinado veículo de comunicação, você torna-se um ponto focal estratégico. Nessas situações de desligamentos e redução nas redações, por exemplo, aquele jornalista que você mantinha contato pode ingressar em outro jornal ou revista relevante, e pode ter certeza – ele irá lembrar de você!

Por outro lado, quando falamos de coisas boas nesse segmento, também tivemos o lançamento de novos canais de divulgação como os podcasts, que nada mais são que um arquivo digital de áudio transmitido por meio da internet com objetivo de divulgar informações sobre os mais variados temas. Para se ter uma ideia, de acordo com os dados da Audio.ad, empresa de publicidade em áudio digital, aproximadamente 25% dos brasileiros que já ouvem áudios digitais também consomem podcasts. Outro dado interessante está relacionado ao valor desse modelo de negócio – que segundo a consultoria PWC – valerá US$ 1 bilhão de dólares em 2020.

Ainda de acordo com a PWC, 70% dos entrevistados ouve o conteúdo de três a seis vezes por semana. Já o Spotify, plataforma de streaming de música, aponta que o consumo de podcasts aumentou 250% de dezembro de 2017 para o mesmo período em 2018. A empresa ainda reforça que desde o início de 2019, esses números quase dobraram.

Diante desses dados, ao que tudo indica é que essa nova mídia tem grande potencial de capilaridade e veio com tudo para ficar. Alguns veículos já entenderam sua força de disseminar conteúdos e passaram a implantar a ferramenta como uma opção para divulgar suas notícias. A TV Globo anunciou o lançamento de alguns podcasts para abordar diversos temas ao longo das semanas; a revista Você SA também apostou na plataforma; o Infomoney tem um com foco em bate-papo com empreendedores de grandes negócios e por aí vai.

Por fim, a nós assessores nos resta ficar de olho na evolução do mercado de comunicação e orientar nossos clientes sobre quais são as melhores estratégias a seguir e a mídia que faz mais sentido divulgar determinado assunto. Afinal, o futuro ao jornalista pertence!

*Por Juliana Gusmão

ROTEIRO DE SUCESSO!

Se você já possui ou contratou alguma vez um serviço de assessoria de imprensa, deve ter ouvido a seguinte frase “vocês produzem pesquisas?”. Nós somos adoramos uma boa pesquisa, pois ela nos dá possibilidades diversas de divulgação, como negociar uma exclusiva com um veículo de grande audiência, o recorte de algum dado para fomentar uma sugestão de pauta, um gancho para um encontro de relacionamento com um jornalista estratégico, enfim, todo amor do mundo por essa ferramenta!

Porém, fazer uma análise aprofundada sobre um setor, um grupo ou uma tendência nem sempre é fácil e demanda tempo, uma equipe dedicada e conhecimento de mercado. Muitas empresas, inclusive, optam por realizar parcerias com outras organizações que sejam especializadas no assunto na hora de produzir um material como esse.

Porém, se você está interessado em preparar uma pesquisa, existem alguns pontos chave que devem ser levados em consideração. Primeiramente, é essencial definir o público-alvo e seus objetivos com ele, pois somente dessa conseguimos definir os próximos passos. Nesse primeiro momento, é necessário coletar as informações básicas como faixa etária, sexo, faixa salarial, entre outras. É aqui que vamos entender o perfil dos respondentes.

A partir disso, temos que definir como faremos a coleta de informações. Existem dois métodos comumente utilizados, o primeiro é a metodologia qualitativa, onde o entrevistado pode responder livremente as questões propostas pelo pesquisador, que deve fazer uma análise em relação as opiniões expostas por ele para chegar a uma conclusão. O preceito da pesquisa qualitativa é que não mensurar, é sim levar em consideração cada informação.

O outro método é o quantitativo, que tem por objetivo obter números, como o próprio nome já diz. Normalmente, são perguntas fechadas que tem múltiplas escolhas e facilitam na hora de mensurar os resultados. Essa é a melhor forma de preparar um material para que possamos divulgar, uma vez que são gerados números que nos ajudam a comprovar uma teoria ou uma tendência.

Aqui na PiaR, temos alguns exemplos de empresas que realizam pesquisas incríveis que nos ajudam a embasar matérias, é o caso da NeoAssist, única plataforma omnichannel para atendimento ao cliente do mercado brasileiro, que prepara diversos estudos envolvendo seu setor, e da Konduto, primeira empresa do mundo a monitorar todo o comportamento de navegação e compra de um usuário em uma loja virtual ou aplicativo mobile, que desenvolve levantamentos mostrando como fraudes podem ser prejudiciais tanto para consumidores como para lojistas virtuais.

Com pesquisas de mercado eficazes, além de uma empresa conseguir obter informações valiosas sobre seu mercado, concorrentes, clientes e perspectivas para os próximos anos, também é possível conseguir uma exposição interessante em mídias de grande audiência por meio de sua assessoria de imprensa.

*Por Bruna Sant’Anna Froner

GENTE DEMAIS, ENTENDIMENTO DE MENOS!

Normalmente, quando uma empresa procura um serviço de assessoria de imprensa, está buscando uma maneira estratégica de se comunicar com seus principais públicos de interesse. Muitas vezes, por receio que informações preciosas não sejam passadas para sua agência de comunicação, algumas organizações preferem envolver diversos profissionais nas demandas diárias. Porém, na maioria das vezes, essa prática não é a mais indicada e eu explico o porquê.

Feche os olhos e imagine um grupo com indivíduos com ideias completamente opostas opinando sobre um texto que precisa ser divulgado urgentemente por conta do timing. Agora acrescente a isso uma agenda cheia de compromissos onde cada um desses profissionais só conseguirá olhar esse material quando “sobrar um tempinho”. E por fim, finalize pensando que uma pessoa pode discordar da modificação da outra. Uma loucura, né?

Por isso, para termos um trabalho mais assertivo, o ideal é centralizar a comunicação em uma interface, que ficará responsável por colher informações, validar dados com os respectivos responsáveis, aprovar materiais e outras ações que fazem parte do nosso dia a dia. Isso agiliza, e muito, a nossa rotina, fazendo com que tudo flua melhor. 

Outro ponto importante é tentar centralizar as demandas em apenas um porta-voz. Sim, às vezes não é possível pois cada sócio tem uma expertise diferente ou é responsável por uma vertente diferente dentro de uma organização. Porém, quando estamos em busca do fortalecimento e reconhecimento de uma marca em seu mercado de atuação, fica mais fácil tornar apenas uma pessoa a cara de uma marca.

Afinal, quando pensamos em empresas consolidadas, conseguimos lembrar de seu porta-voz. Por exemplo, quando pensamos na Apple, inevitavelmente lembramos de Steve Jobs, certo? Microsoft remete automaticamente ao Bill Gates, não é mesmo? E como podemos falar no Facebook sem mencionar o Mark Zuckerberg? 

Portanto, é importante buscarmos sempre centralizar as principais demandas em apenas uma interface e em um porta-voz para evitarmos ruídos de comunicação e garantir um trabalho eficiente e assertivo. Acredite, nem sempre mais cabeças pensam melhor que uma!

*Por Bruna Sant’Anna Froner

COMO MEDIR E INTERPRETAR BONS RESULTADOS?

Diariamente, somos questionados sobre a abrangência de determinados veículos que temos conseguido emplacar algumas matérias. Além disso, há algum tempo, muitos clientes também entraram em contato para saber informações sobre valoração, ou seja, quanto que aquele espaço em que a matéria foi publicada custa.

Posso dizer que aqui na PiaR, nós procuramos avaliar, mensurar e interpretar os bons resultados de diferentes formas. Por exemplo, quando um novo cliente entra na agência, nós traçamos em conjunto qual é o seu propósito de felicidade e em cima disso, sabemos quais são os veículos que conversam, de fato, com seu público. Conseguir sair na mídia que vai impactar em cheio quem consome seu produto, na nossa análise, é considerado um bom resultado.

Além disso, algumas ferramentas tecnológicas permitem que tenhamos acesso a alguns dados que são importantes e mostram o impacto e relevância de uma publicação. Tentamos sempre levantar qual é a audiência dos veículos, exemplares distribuídos, valoração, entre outros. Claro que alguns fatores contribuem para uma boa visibilidade de uma publicação. As tv’s e rádios, por exemplo, tem um poder de disseminação de conteúdo imensurável.

Por fim, acredito que muito além de dados e números, uma boa agência de PR é aquela que entende o objetivo de cada cliente e mostre para ele o valor e relevância dos espaços que conseguimos. Entender qual tipo de notícia o público-alvo de cada um consome facilita na hora de buscar por inserções que tragam credibilidade, endosso e reputação para a marca. Pensem nisso!

*Por Juliana Gusmão