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ASSESSORIA DE IMPRENSA: SE EU POSSO FAZER, POR QUE CONTRATAR?

Acredito que esse pensamento tem sido constante e na minha visão, é o reflexo de muitas atividades realizadas como se fossem serviços de assessoria de imprensa. Exemplo: disparo de press release.

Se pararmos para fazer uma busca, tem diversas empresas que se intitulam como assessoria de imprensa, mas que na verdade não entregam um trabalho completo, bem estruturado e de acordo com os objetivos do cliente. Tudo isso leva ao questionamento – por que contratar uma assessoria se eu mesmo posso fazer esse serviço?

É uma visão que corrompe nosso mercado e inviabiliza, muitas vezes, aqueles que lutam para evoluir o ecossistema e entregar projetos relevantes aos seus clientes. O primeiro ponto aqui é entender que o trabalho de PR engloba muito mais que elaboração de releases e divulgações, o foco principal está ligado ao relacionamento que fazemos com os jornalistas, influenciadores, agentes de inovação, entre outros. Aqui o ponto essencial é entender o propósito de cada cliente para entregar resultados que tenham relevância para seu negócio. Uma imensidão de atividades com um único objetivo – tornar sua marca admirada!

Outro ponto que acredito que corrobora para esse pensamento é o investimento em assessoria que não domina o seu mercado. Ou seja, quando você procura por uma agência que atende grandes marcas ou multinacionais, a atenção destinada para você será bem menor, isso porque essas empresas demandam muito mais e o assessor muitas vezes fica com o tempo curto para estudar, pesquisar e até mesmo para se aproximar do cliente e entender de fato seu negócio.

Vale fazermos uma reflexão! Será que você – empreendedor – consegue manter um fluxo de conversas diárias com vários jornalistas de diversas regiões do país. Acha que teria tempo para se dedicar a isso? A resposta é simples, além da falta de conhecimento do mercado, dos veículos e da rotina de uma assessoria, você não teria paciência e nem tempo disponível para dar vazão na alta demanda que tem.

Quando você opta por contratar uma agência especializada em startups, a dinâmica de trabalho é completamente diferente, não é engessada e cheia de processos. Aqui na PiaR, por exemplo, procuramos sempre acompanhar o ritmo que o ecossistema exige, e posso te dizer que é bem ágil. Além disso, nosso objetivo é sempre focado em branding, ou seja, melhorar cada vez mais sua reputação no mercado.

Por fim, lembre-se sempre: uma assessoria especializada em startups está imersa nesse universo e de olho em tudo que acontece, independente se sua startup está ligada ao agronegócio, e-commerce, moda ou alimentação. Vale pesquisar, entender como cada uma funciona e quais são suas entregas e investir naquele que melhor se identifique com seu negócio!

*Juliana Gusmão é jornalista formada desde 2012 pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com Pós-Graduação em Marketing e Comunicação Publicitária pela Faculdade Cásper Líbero. Com oito anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Gerente de Núcleo na PiaR Comunicação

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COMUNIDADES DE STARTUPS: FORTALECIMENTO DE LAÇOS NO ECOSSISTEMA!

Já falamos aqui, em outras oportunidades, do que são, como funcionam e a importância das Comunidade no ecossistema de inovação e startups no Brasil. Somente da região Sudeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo), temos 4776 startups ativas, segundo a Associação Brasileira de Startups.

Quando dividimos por Estados, temos 65% das startups em São Paulo, 19% em Minas Gerais e Rio de Janeiro e 2% no Espírito Santo. Se nos aprofundarmos ainda mais nesses números e observamos as cidades de destaque, teremos: São Paulo (46%), Rio de Janeiro (12%), Belo Horizonte (10%), Campinas (2%), Uberlândia (2%) e Juiz de Fora (1%).

O Nordeste tem ganhado força com seus polos tecnológicos também. Atualmente são 577 startups ativas, sendo 27,2% na Bahia; 16,6% no Ceará; e 10,7% na Paraíba. Os modelos de negócios que se destacam são SaaS (40,1%) e Marketplace (22%).

A região Sul concentra 1704 empresas desse tipo, sendo que 8,7% delas são EdTechs, 8,1% Agritechs e 5,1% de Saúde e Bem-Estar. As cidades com mais destaques em iniciativas inovadoras são Porto Alegre (21%), Curitiba (16,6%) e Florianópolis (10,8%).

O Centro Oeste também tem chamado a atenção de olhares atentos às inovações que o ecossistema de startup proporciona. Ao todo são 562 startups e Brasília concentra 37,1% desse total de empresas. Em seguida, temos Goiânia e Cuiabá, com 27,1% e 11,3%, respectivamente. Por fim, temos a força que vem do Norte, com 332 startups ativas na região. Desse total, 36% estão em fase de Operação; 34% em Ideação e 26% Tração.

Enfim, listei todos esses números para demonstrar o quanto as comunidades de startups têm crescido no Brasil e o quanto elas são importantes para fortalecer os laços entre empreendedores de uma mesma região, criando vínculos estruturados e que façam sentido para contribuir para a evolução de todo que orbitam nesse mundo tão inovador.

*Por Renniê Paro

INOVAÇÃO ESTÁ EM TUDO

A INOVAÇÃO ESTÁ EM TUDO!

Uma coisa é certa, a inovação está em todos os lugares e tem sido utilizada como um diferencial dentro das organizações como forma de diferenciação entre os concorrentes. De acordo com uma pesquisa feita pela SAP, empresa alemã de softwares de gestão empresarial, 84% dos entrevistados acreditam que a transformação digital é imprescindível para a sobrevivência de seus negócios nos próximos anos.

Com essa visão, muitas organizações têm incluído em seu DNA alguma ação com foco em inovação e isso tem se dado de diversas formas. Entre elas, podemos destacar a inclusão de ferramentas tecnológicas em processos até então feitos manualmente, a criação de núcleos voltados para inovação e parcerias e aquisições de startups. Essa última tem sido uma tática recorrente para organizações tradicionais, o que tem resultado em crescimento para ambas as partes.

Em alguns setores, como o de tecnologia, essa aproximação das grandes empresas em relação às startups já é bem comum, como o caso das gigantes Microsoft e Google. A novidade tem sido a ampliação dessa conexão para outros setores, como financeiro, saúde, jurídico, entre outros. Isso com certeza é uma tendência para os próximos anos.

Recentemente, pudemos acompanhar a aquisição da Supermercado Now, plataforma de supermercados online, pela B2W, empresa de comércio eletrônico resultado da fusão entre Submarino, Shoptime, Americanas.com. Isso mostra como a junção entre empresas já consagradas no mercado e startups se tornará recorrente em diferentes mercados, visando principalmente a inovação e diferenciação em seus segmentos.

Aqui no Brasil, 2020 promete ser um ano onde vamos ver muitas movimentações neste sentido, uma vez que a previsão é que a nossa economia cresça 2,5% este ano, um cenário promissor em relação a 2019, onde tivemos diversas transformações, incluindo mudanças nas nossas lideranças políticas. Para a Confederação Nacional da Indústria, a atividade econômica também será impulsionada pelo aumento dos investimentos em 6,5%.

As previsões são animadoras, vale ficar de olho!

*Por Bruna Sant’Anna Froner

UNICÓRNIOS-NO-BRASIL

POR QUE UNICÓRNIOS ESCOLHEM O BRASIL PARA EXPANDIR?

O termo unicórnio tem se tornado constante em nosso dia a dia. Nos últimos anos, várias empresas atingiram o valor de mercado de mais de U$ 1 bilhão com um modelo de negócio escalável. No início desse ano, por exemplo, a Loft, especializada em venda e reforma de imóveis, foi a mais recente startup a entrar nesse mundo seleto.

Segundo uma pesquisa realizada pela CBInsights, plataforma de inteligência de mercado de tecnologia, em janeiro de 2019 já existiam mais de 325 unicórnios no mundo. Ao todo, são 16 fundadores entre os brasileiros e esse número tende a crescer, segundo o levantamento feito pelo Distrito em parceria com a KPMG.

Para quem não acompanhou as movimentações no final do ano passado, o Brasil foi o país escolhido pelo unicórnio asiático Lalamove, plataforma online de soluções em entregas que conecta usuários e empresas a motoristas parceiros, para expandir sua atuação e empoderar ainda mais a comunidade local por meio da entrega no mesmo dia, de forma rápida e simples.

Para os empreendedores, o Brasil é considerado uma das maiores economias do mundo e muito similar aos mercados que já operam. Eles entendem que os desafios são muitos, mas acreditam que pelos processos ainda serem manuais e analógicos nesse mercado, há um leque de oportunidades para ajudar a moldar esse segmento.

Apesar da lenta recuperação da economia local, o país tem se mostrado mais maduro não só por ter diversas startups que se tornaram unicórnios, mas por ser um polo de inovação que vem crescendo consideravelmente. Temos regiões que são fortes no desenvolvimento de novos negócios, as mídias passaram a compreender melhor o propósito de cada empresa e a olhar com carinho esse ecossistema. Até mesmo os governantes têm visto essas inovações com outros olhos e investido verbas para capilarizar bons negócios.

Temos aí um oceano azul para ser explorado!

*Por Juliana Gusmão

LALAMOVE

A Lalamove, plataforma online de soluções em entregas que conecta usuários e empresas a motoristas parceiros, foi fundada em dezembro de 2013 em Hong Kong, inicialmente chamada de EasyVan, por Shing Chow (CEO), que comanda a empresa ao lado de Blake Larson, líder de expansão mundial. Após rodada de investimentos da Série D liderada pela Hillhouse Capital e Sequoia China, a Lalamove levantou $ 300 milhões para ampliar operações, entrando para o clube dos unicórnios em fevereiro de 2019. Presente em mais de 150 cidades, a Lalamove tem 3,5 mil funcionários em todo o mundo, mais de 25 milhões de usuários, uma base de mais de 3 milhões de motoristas parceiros e mais de 1 bilhão de quilômetros rodados. Além do Brasil, a Lalamove planeja ainda para esse ano sua expansão para o México.