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STARTUPS SE TORNAM BRAÇO DIREITO DA ECONOMIA

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O ano de 2020 começou a todo o vapor e promete ser melhor que em 2019, principalmente em relação ao mercado de trabalho.Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em dezembro, a taxa de desemprego caiu para 11% no Brasil – a menor desde o primeiro trimestre de 2016, o que significa que o número de desempregados caiu de 13 milhões para 11,6 milhões. A notícia é para lá de animadora e mostra claramente que nossa economia está melhorando!

E no mercado destartups não poderia ser diferente! Atualmente, essas empresas têm se tornado o braço direito da economia neste quesito, gerando diversas oportunidades, em diferentes áreas e em regimes efetivos, que vão de vagas para estágio a cargos de nível sênior.E não é para menos, de 2015 até 2019, o número de startups no país mais que triplicou, passando de 4.151 para 12.727, segundo a Associação Brasileira de Startups.

E você deve estar se perguntando, qual o impacto disso para a economia? Positivo, é claro! Quanto mais pessoas trabalhando, o poder aquisitivo cresce e mais dinheiro temos circulando no país. Porém, como tudo nesta vida tem um ônus e um bônus, estamos com um déficit seríssimo de profissionais de tecnologia no mercado, o que é um grande paradoxo, uma vez que startups atuam diretamente com o segmento tech.

A principal questão, neste caso, é que os estudantes que estão dentro das universidades não tem buscado por graduações neste segmento. De acordo com o Censo da Educação Superior de 2018, os cursos mais buscados são Direito, Pedagogia, Administração e Contabilidade. Isso mostra o quanto estamos presos a formações tradicionais, esquecendo da infinidade de possibilidades dentro do setor de tecnologia.

Para ajudar neste quesito, muitas empresas têm buscado treinar seus colaboradores “dentro de casa”, oferecendo cursos profissionalizantes in loco e bolsas de estudo para ajudar na formação desses profissionais. Porém, além de caro, muitos desses funcionários acabam aproveitando essa oportunidade para adquirir conhecimento e migrar para outras vagas, inclusive fora do país, fazendo com que esse déficit nunca seja suprido.

O que precisamos para ajudar no avanço tecnológico do nosso país é incentivar os jovens a investirem em uma profissão ligada à tecnologia. Isso, com certeza, vai ajudar no surgimento de iniciativas dentro deste setor, como ainda mais graduações, cursos, entre outras, sanando de uma vez esse problema.

Assim poderemos ver nossa economia melhorando cada vez mais e, quem sabe, no futuro, poderemos competir com a China, que é uma potência neste quesito?

*Por Bruna Sant’Anna Froner

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