NÃO CORTE

EM ÉPOCAS DE CRISE, NÃO CORTE E SIM APOSTE!

Desde que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o novo coronavírus como pandemia mundial, a economia do nosso país tem sentido o impacto devido ao período de quarentena que foi instaurado para conter a disseminação do vírus. Muitos setores, empresas, pessoas, lojistas, entre outros, têm vivenciado as dificuldades desse momento de manter suas contas em dia, de pagar seus colaboradores e até mesmo de encontrar alternativas para evitar prejuízos.

Por causa do isolamento social, a população e empresários se viram “obrigados” a se reinventarem para conseguirem sobreviver nos próximos meses e uma das alternativas tem sido o uso da tecnologia, seja para aperfeiçoar a comunicação, trabalhar remotamente, continuar vendendo mesmo que em plataformas digitais, realizar eventos por meio de transmissão ao vivo, entre outras ações.

Nesse contexto, ao contrário do que muitos pensam, os serviços de assessoria de imprensa se tornaram cada vez mais essenciais para as empresas se fortalecerem e sobreviverem em períodos de crise. Digo isso porque muitas startups, por exemplo, desenvolveram ações em prol do combate ao coronavírus, e sem uma divulgação ou disseminação em massa, a empresa jamais conseguirá capilarizar e impactar milhares de pessoas.

Entendo que é um momento sensível e cheio de incertezas, mas já parou para pensar que ao invés de cortar alguns serviços, por que não entender como ele poderá te ajudar nesse período? Será que não existe uma alternativa ou talvez um diálogo com o prestador do serviço para juntos encontrarem uma saída eficaz para ambos os lados?

Em um momento que o Brasil e o mundo todo estão sofrendo um colapso por causa do Covid-19, a imprensa tem feito o seu papel de informar e vem publicando milhares de matérias a respeito do vírus avassalador. É nesse contexto que nós assessores entramos para auxiliá-los e muni-los do máximo de informações dos nossos clientes, inovações, ações, entre outros pontos que serão essenciais para toda a população. Entenda, atuamos como um catalisador de informações nesse momento e o objetivo é que o máximo de pessoas, cidades, estados, sejam impactados com informações relevantes e verdadeiras sobre o assunto.

Por fim, acredito que a situação esteja difícil para todos os lados, desde as grandes empresas até os pequenos e médios negócios, e entendo que em algumas situações o corte ou a demissão é a única opção. Porém, antes de tomar qualquer decisão, pense e repense, converse com seus colaboradores e prestadores de serviços, e tente encontrar uma saída boa para ambos os lados. Em momentos de crise como essa, a união faz a força e todos saem ganhando. Pense nisso!

*Por Juliana Gusmão

rp para o digital

A MIGRAÇÃO DE PR PARA A ÁREA DIGITAL

Março passou…abril começou e os sentimentos ainda são os mesmos:
  • Incertezas sobre nosso futuro na saúde
  • Problemas na economia mundial
  • Empresas que não sabem se sobreviverão até o final dessa crise
  • Muitas pessoas preocupadas em como manter seus empregos

Enfim, vivemos tempos duros e amargos, mas tenho certeza de que essa crise passará e, se soubermos olhar de maneira positiva alguns aspectos, sairemos ainda mais fortalecidos de tudo isso.

No mundo da comunicação, as mudanças nunca foram tão latentes. Se antes era uma tendência e caminhávamos, ainda que a passos mais demorados, para o mundo digital. A crise com o COVID nos fez entrar em uma corrida sem fim por alterações drásticas em nosso modo de pensar, agir e trabalhar.

Em Assessoria de Imprensa, temos um lema (pelo menos na PiaR), de que nosso trabalho é baseado em CONFIANÇA e RELACIONAMENTO. Uma das ferramentas que mais utilizamos ao longo dos nossos 7 anos de mercado foi justamente colocar frente a frente jornalistas e porta-vozes de nossos clientes. Mas como fazer isso com o fato de que agora mal podemos tocar as mãos uns dos outros?!

Pois é, mais um desafio e teremos que nos reinventar. Para isso, temos usado e abusado de recursos tecnológicos que permitem que possamos promover tais aproximações, mesmo que à distância. É óbvio que não é a mesma sensação de bater aquele papo leve e descontraído enquanto toma um café. Mas, na atual situação, é o mais próximo que conseguimos chegar uns dos outros.

Além disso, todo o trabalho desenvolvido, desde planejamentos, reuniões de equipe, apuração de dados e divulgações, tem sido realizado por meio da tecnologia, com cada membro da equipe em suas respectivas casas. Isso nos permite, primeiro de tudo, manter os colaboradores em segurança, e claro, continuar fazendo a roda da economia girar.

Por isso, caros colegas, sei que o momento não é fácil. Mas acredito que crises chegam para nos fazer repensar e mudar coisas que já deveríamos ter revisto em nossas vidas. Portanto, vamos focar no positivo e acreditar que tudo isso logo passará e poderemos nos reencontrar.

Quando isso acontecer, o mundo nunca mais voltará a ser o mesmo, mas ele poderá ter se tornado um lugar melhor de se viver e trabalhar. Pense nisso.

*Por Renniê Paro

você não é todo mundo

EMPREENDEDOR, VOCÊ NÃO É TODO MUNDO!

Verdade seja dita, quem nunca ouviu a famosa frase “você não é todo mundo” ao tentar convencer a mãe de algo? Pois bem, a tão temida sentença na infância hoje pode servir de aprendizado, principalmente se você está buscando seu lugar ao sol no universo empreendedor. 

O que mais vemos hoje em dia são empresários dando o seu “pitaco” em assuntos extremamente polêmicos, o que nem sempre é algo positivo para uma marca. Afinal, uma lição valiosa nesse meio é “nunca apareça mais que o seu negócio”. Imagina o que seria da Apple e do famoso iPhone se só o nome do Steve Jobs tivesse em evidência? 

Seguindo essa premissa, meu caro empreendedor, sei que seu concorrente pode estar se destacando por ter levantado um assunto para lá de escandaloso. Porém, será que é necessário mesmo se envolver em certas questões para ganhar notoriedade? E mais, até que ponto isso é positivo para o seu negócio? Será que vale o risco? Acredito que não! 

Quando estamos construindo uma marca no mercado, é essencial pensarmos em como queremos ser vistos pelo nosso público-alvo. E não se engane, na maioria das vezes, à primeira impressão é a que fica sim… e você quer ser lembrado pela qualidade do seu produto ou serviço, não por aquela frase que chocou seu segmento. 

Claro que não estou falando de se posicionar em assuntos que dizem respeito a operação da sua empresa, como por exemplo, em casos de gerenciamento de crises. Nessas ocasiões, não só podemos, como devemos esclarecer o assunto que estiver em evidência. 

Por fim, lembre-se: não existe off! Se você não quer que algo seja publicado, não comente. Manter uma postura neutra em relação às polêmicas de mercado podem definir o sucesso ou o fracasso de uma marca que está se estabelecendo. Haja com sabedoria!

*Por Bruna Sant’Anna Froner

não faça isso

ATITUDES QUE ATRAPALHAM O RELACIONAMENTO COM JORNALISTAS

Trabalhar com assessoria de imprensa vai muito além do que somente colocar o cliente na mídia, nosso principal objetivo é criar relacionamento. E quando falo sobre relacionamento, esse laço pode ser desenvolvido de inúmeras formas, seja por entrevistas com jornalistas, encontros de relacionamentos, participação em eventos, publicações, entre outras.

O principal ponto é entender que algumas situações e atitudes atrapalham – e muito – o relacionamento com os jornalistas. Ao longo de minha trajetória nesse mercado de comunicação, já presenciei diversas ocasiões em que o empreendedor agiu de maneira “desnecessária” com o profissional. Por isso, devemos sempre evitar algumas situações que causam constrangimento.

A primeira delas é entender que se você tem uma assessoria de imprensa, o ponto de contato com o jornalista tem que ser feito por sua equipe de PR e não por você mesmo – senão não faz sentido o investimento, não é mesmo? Segundo ponto, em hipótese alguma peça coisas ou sugira alguma publicação pelas redes sociais. Os jornalistas têm “reclamado” muito da falta de privacidade devidos aos inúmeros pedidos recebidos por esses canais.

Outra questão que merece enorme cuidado é em relação aos pedidos de alteração no texto publicado. É muito comum o empreendedor dar uma entrevista e passar alguma informação e depois se arrepender. Entenda, os jornalistas não gostam quando isso acontece porque eles não interpretam como erro, por isso se negam a fazer as alterações ou reclamam quando esse tipo de situação acontece.

Mais dois pontos importantes – nunca peça para ler a matéria antes dela ser publicada. Isso não é uma prática comum nas redações e fere completamente a liberdade de expressão dos repórteres. E o último, nunca divida a conta de encontros de relacionamento com os profissionais de comunicação. Afinal, se eles estão ali é porque foram convidados e é extremamente deselegante “obrigá-lo” a dividir a conta com vocês. Acredito que se você seguir certinho todas as orientações que sua equipe de PR te passa, todos esses pontos serão evitados e você terá um ótimo relacionamento com os profissionais de imprensa.

Por Juliana Gusmão