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COMO O CORONAVÍRUS MUDOU O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR

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Há alguns meses, desde que o novo coronavírus foi declarado como uma pandemia mundial por meio da Organização Mundial da Saúde (OMS), muitos hábitos tiveram que ser revistos para evitar o maior contágio do vírus. Com o isolamento social sendo obrigatório, a população teve que encontrar alternativas para dar andamento na rotina e atividades, claro que seguindo todas as restrições necessárias.

Um ponto que chamou bastante atenção nesse processo, foi o crescimento expressivo de pedidos feitos por meio da internet. Segundo levantamento feito pela Intelipost, empresa líder em tecnologia para a logística, o número de compras via e-commerce teve um aumento de 32% em São Paulo e 52% no Rio de Janeiro, se comparado ao mesmo período em 2019.

Já uma pesquisa realizada pela Konduto, antifraude para pagamentos online que conta com mais de 4 mil lojas virtuais como clientes, aponta que os setores que mais se destacaram em vendas foram o de brinquedos (com um crescimento de 643,05%); supermercados (448,09%); artigos esportivos (187,90%); farmácia (74,70%); games online (58,46%) e aplicativos de entrega (55,66%).

Para você ter uma ideia do impacto do Covid-19 na mudança de comportamento do consumidor, um mapeamento feito pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), mostrou que desde a descoberta do primeiro caso confirmado de coronavírus no Brasil (26 de fevereiro), as compras online de utensílios de saúde em lojas virtuais tiveram um aumento de 111%.

Uma startup que sentiu bastante essa virada e a alta procura por produtos de saúde foi a Suprevida, plataforma de acesso à informação, contratação de serviços e produtos médicos para quem precisa de cuidados em domicílio, que apresentou um aumento de 60% nas vendas durante a pandemia.

Todo esse cenário nos faz refletir sobre diversas atitudes que tomamos ao longo de nossas vidas. Se você analisar, a tecnologia faz parte da vida de milhares de pessoas e, somente em um cenário de crise e reclusão, boa parte dos cidadãos olharam para seus dispositivos móveis com outros olhos e buscaram utilizá-lo como benefício próprio. Por fim, o que quero mostrar é que todo mundo precisou se reinventar, o empresário para manter seus negócios, as pessoas para pagar suas contas, fazer compras e se cuidarem ou exercitarem, o restaurante para não perder a clientela, cada um da sua maneira. E seguindo assim, não sei por mais quanto tempo, iremos persistir até que a pandemia cesse e nossas vidas voltem ao normal!

*Por Juliana Gusmão

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