O IMPACTO DA QUARENTENA NO MERCADO DE VÍDEOS

Há alguns meses em isolamento social, tivemos que nos reinventar da melhor forma para nos adaptarmos com o “novo normal”. Sem poder sair para nos reunir com os amigos e familiares, algumas ferramentas tecnológicas puderam aliviar a saudade e a angústia que essa pandemia tem provocado na população, e o streaming de vídeo é um bom exemplo disso.

Para se ter uma ideia, o mercado audiovisual foi um dos segmentos que mais cresceu durante esse período, não só no Brasil, mas também no mundo todo devido ao alto consumo de conteúdo por usuários em diversas plataformas digitais. Seja para estudar, assistir filme, trabalhar ou até para se exercitar, os vídeos online têm sido uma ótima alternativa para continuarmos nossas atividades, mesmo em domicílio.

Uma empresa que tem feito a diferença nesse período de reclusão é a Samba Tech. Conhecida por ser referência no mercado de vídeos online na América Latina, ela disponibilizou sua plataforma para que instituições públicas e privadas de ensino pudessem utilizar toda sua infraestrutura, distribuição e ferramentas de gerenciamento para proporcionar educação à distância. Em momentos como esse em que devemos evitar o contato físico, iniciativas como essa faz total diferença na vida dos alunos e professores.

Para entendermos melhor a capilaridade dessa tecnologia, as lives realizadas pelos artistas têm reunido milhões de pessoas digitalmente como forma de manter a aproximação com o público, promover entretenimento para quem gosta de música e ainda ajudar, por meio de doações, estabelecimentos que estão passando por dificuldade.

Uma produtora audiovisual  que têm sido responsável por desenvolver diversas lives musicais é a VOCS. Referência em transmissões ao vivo e que acumula um trackrecord de +2,5 milhões de horas ao vivo em produções realizadas no Brasil, LATAM e Europa (sedes em São Paulo e Barcelona), além da tecnologia e produtos proprietários para viabilizar projetos corporativos, a empresa também possui parcerias (live partner) com as principais plataformas sociais (Facebook  e Instagram, Youtube, Twitter e Linkedin) para viralizar produções de social broadcast para o mercado publicitário e de entretenimento.

E engana-se aqueles que acham que para por aí. Os congressos e palestras também foram levados para o meio digital. A Congresse.me, plataforma que integra várias ferramentas necessárias para a realização, de maneira facilitada, de congressos 100% online, sentiu na pele o aumento da demanda devido a pandemia e tem proporcionado toda a infraestrutura para que os profissionais possam continuar dando suas palestras e promover ainda mais conhecimento para as pessoas.

Todo esse cenário mostra que, se antes a implementação e o uso da tecnologia andavam lentamente, a Covid-19 provocou uma corrida desenfreada das empresas por uma adaptação no ambiente digital. Afinal, quem não se adequou a esse novo momento, com certeza enfrentou bastante dificuldade para manter seu negócio lucrando. A nós, resta observamos como ficará daqui pra frente quando a proliferação do vírus cessar e nossas vidas voltarem ao normal.

*Por Juliana Gusmão

COMO LIDAR COM A ANSIEDADE POR RESULTADOS EM PR

Ansiedade! Ah…essa é a palavrinha do século! E, devo ser bem sincera, uma das que mais me irrita nos últimos anos. Me irrita porque ela virou desculpa para basicamente tudo que acho absurdo: cobranças desnecessárias; tudo virou uma grande urgência; grosserias gratuitas; medo sem sentido; paralisação; etc

Sei que a turma do politicamente correto pode vir aqui falar que Ansiedade é uma doença e por isso devemos respeitar as pessoas que sofrem dela. Eu concordo, e como tal deve ser tratada como outras doenças: médicos e remédios. O que eu não concordo é que as pessoas que não sofrem desse distúrbio se tornem ‘reféns’ de quem sofre, porque “é uma doença e eles devem ser respeitados”.

Quando falamos de Assessoria de Imprensa e seus resultados, a ansiedade chega a níveis inimagináveis. Já cansei de ver clientes e gestores cobrando resultados e entregas “na hora que eu quero”, “porque estou pagando”, “quero do meu jeito e quero agora”…enfim, exemplos não faltam.

Com a pandemia a cobrança por quem investe em PR aumentou e, claro, isso faz sentido. Em um momento em que todos estão em contenção de despesas e focando em performance, é normal que empreendedores apertem o sinto e foquem em entregas relevantes.

Para nós, da equipe, a cobrança é a mesma ou até mesmo maior, pois sabemos que esse é o momento que temos que (mais do que nunca) provar o nosso valor. Mas isso não pode justificar o que listei no início do texto: cobranças excessivas; grosserias e pedidos absurdos.

Por isso deixo aqui alguns pontos de reflexão:

– Se você notar que sua cobrança é além do normal e está passando por uma crise de ansiedade. Procure primeiro se acalmar e só depois acionar a equipe. Verá que será muito mais efetivo;

– Entenda que PR não é pastelaria “Pediu, saiu”. Comunicação é um processo de médio a longo prazo e demanda tempo;

– Confiança é a palavra de honra entre equipe de PR, jornalistas e empreendedores. Entenda seu papel nesse ciclo e confie que sua equipe fará o melhor possível;

Vamos juntos sair dessa melhores, mais calmos e centrados. Vamos deixar a ansiedade de lado para conseguirmos construir conexões de comunicação de fato efetivas. Pense nisso!

*Por Renniê Paro

EMPRESAS TRADICIONAIS, ESTÁ NA HORA DE INOVAR!

Inovar é preciso! Com a ascensão da tecnologia, empresas mais tradicionais estão sendo obrigadas a buscar meios de incluírem a inovação no dia a dia para continuarem competitivas no mercado. Seja com a compra de máquinas de última geração, por meio de parcerias com startups ou incentivando projetos internos, se reinventar pode ser a garantia de sobrevivência para a maioria das organizações.  

Sabemos que isso nem sempre é uma tarefa fácil, porém, a transformação digital está aí para ajudar nessa transição e está sendo impulsionada ainda mais pela pandemia de Covid-19, que instaurou uma nova dinâmica em nossas vidas. A rapidez com que tivemos que adaptar nossas vidas ao “novo normal”, fez com que inúmeras empresas encontrassem uma oportunidade se modificar em meio à crise.

Uma das alternativas neste sentido é a automação. Segundo o Índice de Automação do Mercado Brasileiro, criado pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil com apoio da empresa de pesquisas GfK, o nível de automação nas empresas aumentou 4% de 2018 para 2019. Isso, sem dúvidas, tende a acelerar em 2020.

Entre os benefícios, está o aumento da produtividade, já que muitas máquinas permitem a realização de ciclos de produção de forma rápida e eficiente; otimização da qualidade, uma vez que esse tipo de tecnologia garante produtos sem variações; além de possibilitar o monitoramento remoto de problemas.

Porém, você deve estar pensando: ok, mas eu vou precisar substituir minha mão de obra por máquinas? E minha resposta é: não! Você sabia que hoje existem os cobots, robôs colaborativos que trabalham perfeitamente ao lado de seres humanos?

Pois é, esses ajudantes robóticos, além de tornar o trabalho mais preciso e dinâmico, ainda protegem o trabalhador de lesões causadas por movimentos repetitivos. Outro benefício está na utilização desses robôs no distanciamento entre membros da equipe, ainda mais importante com a epidemia de coronavírus, permitindo que todos trabalhem mais seguros. Entre as empresas que disponibilizam essa maravilha aqui no Brasil está a Universal Robots. O sucesso dos braços robóticos produzidos por eles é tanto que a empresa possui escritórios espalhados por diversas partes do mundo. E você, está esperando o que para modernizar sua empresa? A economia toda agradece!

*Por Bruna Sant’Anna Froner

MINERAÇÃO DE DADOS ONDE VOCÊ MENOS ESPERA

Você sabia que cada pesquisa que a gente faz no ambiente virtual, qualquer produto que compramos ou o simples fato de lermos alguma matéria em algum site, gera uma imensidão de dados que servem para diversos tipos de análises? Conhecida como data mining ou mineração de dados, como popularmente é chamada, esse processo tem como objetivo extrair e examinar grandes quantidades de informações, independente do site ou local que estamos navegando na internet.

É por meio do uso de algoritmos, big data e inteligência artificial que muitas empresas e marcas conseguem, por exemplo, evidenciar tendências de consumo ou propor ações mais customizadas e assertivas para seu público-alvo. Atualmente, diversos setores têm utilizado essa técnica para entender o comportamento de seus clientes e propor melhorias. E um segmento que quase ninguém imagina que aplica esse método é o da saúde, principalmente agora com o alto volume de atendimento provocados pelo Covid-19.

A grande maioria das clínicas e hospitais contam com sistemas automatizados para arquivar dados dos pacientes e assim manter em dia a ficha cadastral de cada um. Com o uso da telemedicina e de prontuários altamente digitais, por exemplo, esse banco de informações tem crescido absurdamente e facilitado o dia a dia dos profissionais da saúde na hora de tomar decisões em relação a diagnósticos, tratamentos, medicações, entre outros pontos.

Por outro lado, há uma enorme discussão em relação a Lei Geral de Proteção de Dados, mais conhecida como LGPD, que aponta que todas as informações referentes à saúde são dados pessoais sensíveis e diversas normas precisam ser seguidas para garantir a privacidade do paciente e ao mesmo tempo auxiliar os profissionais de saúde na hora de diagnosticar.

Acredito que ainda há um longo caminho para ser percorrido quando o assunto é compartilhamento de dados e sua privacidade, porém vale nos informarmos antecipadamente e nos atentarmos em relação aos locais, sites e aplicativos que inserimos nossas informações. Mesmo que haja segurança nesses ambientes digitais, vale atenção. Afinal, não queremos fazer partes das estatísticas de roubo ou vazamento de dados.

*Por Juliana Gusmão

A PiaR E A QUARENTENA…

Desde o dia 17 de março estamos em casa. Uma equipe de 20 pessoas, que sempre foi muito unida e movida a muito papo no dia a dia, passou a atuar de forma remota e a adaptação não foi das mais fáceis. Primeiro o sentimento de pânico: como vai ser isso? Será que vou ser produtiva? E se eu precisar de ajuda? Como vou acionar minhas gerentes? Enfim…uma imensidão de incertezas.

Logo em seguida, devidamente instaladas em casa, chegou o sentimento de medo de perder o emprego. Foram (e ainda são) incontáveis as matérias em todos os meios de comunicação sobre pessoas que estão ficando sem suas fontes de renda. Felizmente, nosso CEO e toda a equipe de gestão da PiaR fez um esforço mais do que merecido para mantermos todo o time em atividade…conseguimos e seguimos assim!

Por fim, vejo que hoje há uma certa ‘acomodação’, não no sentido pejorativo da palavra, mas sim ao nosso ‘novo normal’. Passamos a criar novas rotinas e horários, criamos novas formas de comunicação e conseguimos nos manter ainda mais unidas do que se estivéssemos na agência.

Noto isso na troca de ideias diárias, nas ajudas mútuas, nos socorros e papos de desabafos…enfim, a união e sentimento de gratidão tomou conta da EquiPiaR na quarentena. Claro que sentimos muita falta de estarmos no mesmo espaço, de dividir o almoço e das muitas risadas. Mas seguimos firmes, pois sabemos que tudo isso logo estará de volta. Por fim, percebo também que eu (particularmente falando), me tornei mais produtiva. Cuidando da casa, de um bebê e trabalhando, não há tempo a perder. É preciso ter foco e entregar performance. Meu discurso de vida sempre foi um pouco nessa linha, mas ficou ainda mais latente nesse período muito louco: não posso focar nos problemas, porque os problemas são o que são. O foco tem que estar na solução 😉

*Por Renniê Paro