COMO NÃO SURTAR DIANTE DE TANTAS NOTÍCIAS NEGATIVAS?

Desde que as fake news começaram a bombar, tivemos que redobrar nossa atenção e cuidado com as informações que consumimos na internet e nas redes sociais. Agora com pandemia provocada pelo Covid-19, mantermos a calma e os pés no chão tem sido primordial para que nossa sanidade mental esteja em dia.

O grande problema é que essa situação inesperada e traumática tem causado inúmeras incertezas e dúvidas a população. Isso tem sido um dos gatilhos que, infelizmente, bloqueia o filtro das pessoas para distinguirem o que é uma notícia verdadeira ou não, o que na maioria das vezes acarreta no compartilhamento de informações inverídicas.

Acho que o ponto principal desse texto é orientá-los a consumirem notícias de uma forma mais leve, menos invasiva ou até menos alertá-los de que não da para acreditarmos em tudo que recebemos nos grupos de whatsapp sem ao menos verificar a fonte e a credibilidade do veículo que publicou. Isso tem sido o maior erro de grande parte dos indivíduos – leem somente a manchete, não abrem a matéria para visualizar o conteúdo completo e não se certificam se aquilo é ou não real.

Por isso, se cabe dar um conselho, sempre se informe pelas mídias mais tradicionais como Folha de S. Paulo, Estadão, Valor Econômico, Exame.com, jornais televisivos (de todas as emissoras porque cada um tem sua abordagem), entre outros. Se você é um adepto frequente das redes sociais, procure seguir mídias mais leves e só compartilhe aquilo que você tem certeza da procedência. Outra dica, ao invés de ficar somente de olho nos fatos ruins, procure por notícias que mostrem o que tem sido feito de bacana no país, quais ações os empreendedores têm feito para superarmos essa crise, entre outros. Só assim conseguiremos nos manter informados sem maltratar nossa saúde mental. Fica a dica!

*Por Juliana Gusmão

AGRICULTURA 4.0: A INOVAÇÃO DE PONTA A PONTA NO CAMPO

A inovação já é uma realidade em diversos setores da nossa economia e a agricultura com certeza é um deles! E não é para menos, afinal, o agronegócio representa hoje 23% do produto interno bruno (PIB) e é o nicho produtivo que mais cresce no país.

E isso só é possível graças as agtechs, startups voltadas para tecnologias no campo, que transformaram o segmento, tal qual como as fintechs fizeram com o setor financeiro e como as health techs que transformaram a saúde, algo que foi perceptível durante a pandemia de coronavírus.

Atualmente, é possível encontrar soluções tecnologias em todas as pontas, desde a escolha das melhores sementes, passando pelo plantio, colheita, transporte adequado e venda, o que garante a qualidade do produto em todo o ciclo. Qualidade essa muito importante atualmente com a mudança de comportamento do consumidor.

Afinal, temos exigido cada vez mais qualidade nos alimentos que colocamos em nossa mesa e isso tem refletido automaticamente na busca dos agricultores por novas soluções que permitem uma gestão completa de toda a cadeia, deixando-a mais eficiente e sustentável.

O cliente quer saber a origem do que está comprando e se todo o processo foi realizado de forma adequada, preservando ao máximo os recursos naturais. E é a conexão de todas as pontas que garante isso!

Um manejo adequado do solo, com cruzamento de informações sobre o clima, diminui o consumo de água e de outros insumos, derrubando custos da produção, traçando uma relação de ganha-ganha entre todos os envolvidos. Neste contexto, a tecnologia é o pilar fundamental da união entre todos esses pontos. Hoje, é possível afirmar que ainda veremos mudanças enormes na agricultura, graças às mudanças de comportamento da sociedade, que vão incluir o surgimento de novas ferramentas tecnológicas cada vez mais precisas e que garantirão o mundo melhor para as futuras gerações.

*Por Bruna Sant’Anna Froner

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QUAIS AS PRINCIPAIS MUDANÇAS APLICADAS NO MARKETING DE GRANDES MARCAS?

Não é novidade que a pandemia no Covid-19 mudou bastante diversas situações em nossas vidas. Com o isolamento social, tivemos que nos reinventar para continuar dando andamento nas atividades já costumeiras, como pagar contas, fazer exercícios físicos, realizar compras e até mesmo trabalhar, mesmo que em casa. Com as marcas, não foi diferente, pois tiveram que se posicionar e encontrar alternativas para continuar impactando seus clientes e vendendo.

No início da quarentena, com as lojas parcialmente fechadas, grande parte do mercado varejista se viu refém da situação e tiveram que mudar suas estratégias, focando prioritariamente em comunicação digital.  Afinal, a maior parte da população passou a usar com mais frequência o celular para realizar diversas atividades.

E acredito que isso não irá mudar após voltarmos a rotina tradicional. Vejo que os profissionais de marketing terão um desafio maior ainda para alinhar a comunicação das marcas em canais diferentes, mas que ao mesmo tempo conversam entre si e contribuem com o sucesso não só de vendas, mas também na consolidação das marcas.

Para se ter uma ideia do caminho que as marcas devem percorrer daqui pra frente, um estudo realizado pela Kantar, consultoria que realiza diversas pesquisas, mostra que a população espera que a as empresas mostrem quais têm sido seus esforços para ajudar a enfrentar essa nova realidade, ou seja, que sirvam de exemplo e auxiliem seus consumidores no dia a dia, guiando as pessoas para colaborarem com a sociedade no momento atual.

Ao meu ver, com toda essa mudança e com o “novo normal” vindo aí, os gestores das áreas de marketing digital terão mais desafios para continuar criando e atingindo seus público da melhor forma. E o ponto principal disso tudo está relacionado ao tipo de mensagem que cada marca quer passar para seus clientes, ou seja, a forma como elas se relacionam com as pessoas ganhou muito mais evidência e é isso que fará total diferença daqui pra frente.

E para quem ainda não tem uma equipe de PR como parceira nesse momento, te aconselho a procurar por uma. Afinal, não basta somente criar ações de marketing baseadas nas redes sociais, inbound marketing, entre outros, um bom trabalho de PR ajuda a consolidar ainda mais sua marca em seu mercado de atuação e a aumentar a capilaridade da sua empresa. Pense nisso!

*Por Juliana Gusmão

COMO IDENTIFICAR UMA FAKE NEWS?

Sem dúvida você já deve ter se deparado com uma notícia falsa, seja em grupos no WhatsApp, navegando pelo Facebook ou em algum portal no meio de uma busca por informações sobre determinado assunto, certo? Não se sinta mal, afinal, hoje em dia ninguém está imune a elas, as famosas fake news!  

Sempre com uma chamada bem polêmica ou com um tema de interesse da maioria da população, elas se disseminam rapidamente, causando diversos problemas que vão desde acusações infundadas contra alguém, que podem causar danos físicos e psicológicos, até mesmo golpes e roubo de dados.

Por isso, é muito importante nos protegermos contra isso. Mas, como identificar uma fake news? Não é uma tarefa simples, porém, existem alguns cuidados que podem ser tomados para nos resguardarmos.

O primeiro passo é sempre analisar o teor da informação recebida. Normalmente, notícias falsas vêm acompanhadas de erros de ortografia, títulos sensacionalistas ou muitos adjetivos… ou todas essas características juntas!

Caso desconfie do que recebeu, faça uma busca rápida na internet. Se encontrar sites com nomes parecidos aos de portais famosos, como G1, por exemplo, porém com uma letra repetida ou um número a mais como G11, desconfie! Esses veículos são criados exatamente para confundir o leitor e trazer uma falsa “credibilidade” à matéria veiculada.

Também vale sempre ficar atento a data de publicação da notícia. Muitas vezes, pessoas mal intencionadas aproveitam situações para criar polêmicas em cima de fatos que já aconteceram há anos e que não fazem mais sentido para os dias atuais.

Além disso, ao receber vídeos com cenas incomuns, desconfie! Busque pela gravação original para ter certeza de sua veracidade. Muitas pessoas se aproveitam de materiais disponíveis na internet para manipulá-los, tirando partes importantes que distorcem o contexto da informação, podendo nos induzir ao erro.

Por fim, consulte sempre fontes oficiais e veículos de imprensa confiáveis e caso veja alguma notícia falsa sendo veiculada por conhecidos, avise! Não vamos deixar que uma fake news se espalhe e prejudique mais e mais pessoas. Seja consciente, vamos combater esse problema juntos!

*Por Bruna Sant’Anna Froner

O DIGITAL ATÉ PARA OS ANALÓGICOS

Que a crise provocada pelo Covid-19 serviu para transformar inúmeros aspectos na nossa vida, não há dúvidas, principalmente quando falamos sobre os sistemas de saúde e educacional. Se fizermos uma pesquisa rápida, algumas matérias apontam que quase 2 bilhões de estudantes e professores em todo o mundo, não puderam frequentar o ambiente escolar e universitário devido a quarentena. Esse cenário deixa evidente o censo de urgência a adoção da transformação digital devido ao isolamento social.

Essa mudança radical para o ambiente digital trouxe consigo inúmeros desafios e acredito que o maior deles tem sido encontrar soluções que favoreçam a classe com renda mais baixa e que apresentam algumas limitações, como a falta de acesso à internet, de aparelhos, entre outros recursos. Claro que não podemos deixar de mencionar a dificuldade das pessoas que precisam de mais acessibilidade para realizar suas atividades remotamente.

O que percebo é que mesmo diante de todos os entraves na área educacional, muitos educadores têm experimentado diversas ferramentas para conseguir dar continuidade aos ensinamentos. Ao meu ver, mesmo com uma lacuna enorme no que tange a desigualdade social, a pandemia provocou um avanço em um dos setores mais resistentes a adoção da tecnologia – a educação.

Com intuito de minimizar o impacto do coronavírus no ensino brasileiro e disseminar o conhecimento para todo o Brasil, as startups se uniram para proporcionar mais facilidade aos alunos e professores, como foi o caso da Samba Tech,empresa referência em vídeos online, que disponibilizou para as instituições públicas a sua plataforma de hospedagem e a distribuição de vídeos online, de forma gratuita.

Outra startup foi a Qranio, plataforma de aprendizagem, que para estimular o aprendizado de forma lúdica e divertida, ofereceu sua plataforma mobile para que os alunos pudessem continuar suas atividades à distância de forma gratuita até a normalização das aulas.

Na outra ponta, para ajudar os sistemas de ensino e editoras que precisam adaptar seus materiais para o ambiente digital, a Desenrolado, maior produtora de conteúdo digital educacional do Brasil, tem como objetivo melhorar o engajamento dos alunos durante processo de aprendizagem por meio de videoaulas personalizadas, vlog, audiolivro, chats, podcasts, trilhas digitais, dentre outros materiais educacionais. Claro que isso é somente a ponta do iceberg e precisamos de mais iniciativas como essas para que a educação do nosso país evolua e impacte de forma positiva todas as classes sociais. Será que finalmente o Brasil irá adotar o ensino híbrido? Vale ficarmos de olho.