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ENDOMARKETING X ASSESSORIA DE IMPRENSA

Seja navegando pela internet ou conversando com outros profissionais, tenho certeza de que o termo “endomarketing” já cruzou o seu caminho, certo? Mas o que é isso? Qual profissional devo acionar quando quero estruturar essas ações na minha empresa? É realmente efetivo?

Bom, antes de qualquer coisa é preciso entender do que se trata. Endomarketing é um conjunto de estratégias com a finalidade de promover ações internas e, consequentemente, motivar a equipe e melhorar o seu turnover. Também chamado de marketing interno, tem como finalidade trabalhar a imagem da sua marca com as pessoas responsáveis por fazer tudo funcionar, ou seja, seus colaboradores.

Pensando que o “boca a boca” ainda é a melhor estratégia de marketing, manter uma equipe feliz, alinhada com os propósitos da empresa, fazer com que ela carregue o sentimento de pertencer e ser importante para aquela corporação, é garantir que seus colaboradores falem sobre o seu negócio com carinho, admiração e satisfação.

Nesse momento você deve estar se perguntando “será que vale a pena? Deve ser um processo complicado e demanda muitas mudanças internas”. Antes de mais nada, avalie as grandes organizações que já adotaram essas estratégias como parte do seu DNA. Esse é o caso da Toyota e da Fiat, gigantes que têm seus nomes gravados na memória de todos os consumidores e são referências no mercado. Elas já têm processos mais elaborados e fazem uma verdadeira imersão do colaborador no universo da marca, mas você pode começar com pequenas ações. Confira:

  • Melhore sua comunicação interna e reveja seus processos. Isso faz com que os colaboradores se sintam mais à vontade para expor suas ideias e proponham melhorias que você pode não ter considerado antes.
  • Promova e incentive ações que mantenham a equipe unida e melhore o clima de amizade na companhia. Um bom happy hours ou festas oferecidas pela empresa sempre rendem boas histórias e aproximações.
  • Quando iniciar um processo seletivo, busque primeiro indicações internamente. Essa prática pode agilizar a contratação de um novo colega que já conheça seus propósitos e como a empresa funciona (lembra o que falei sobre o marketing boca-a-boca?), além de também demonstrar confiança em quem já faz parte do seu time.
  • Pesquisa de satisfação também é uma ação que não exige grandes mudanças imediatamente e pode ser um ótimo ponto de partida. Inclua perguntas para entender como está o grau de felicidade e motivação do seu colaborador, o que ele gostaria de mudar, avaliações sobre seu superior direto, enfim, tudo que você possa alterar a curto, médio e longo prazo. Claro, é necessário bater um papo com a equipe e explicar como essas mudanças serão feitas, ou se não podem ser aplicadas, explique o porquê.

Algumas vezes nos deparamos aqui na PiaR com dúvidas se endomarketing também faz parte da rotina de um assessor de imprensa, e a resposta é depende. Assessoria de imprensa pode ser trabalhada em parceria com o marketing interno do seu negócio com o propósito de mostrar para as mídias e outros possíveis colaboradores como é a sua cultura, o que vocês têm feito de diferente para engajar o funcionário e atrair talentos. Porém, não faz parte das nossas entregas aplicar todos esses processos que listei. Para isso, é preciso realizar a contratação de um profissional que irá trabalhar aliado ao RH e gestores a fim de conquistar os melhores resultados. E aí, tem visto boas estratégias de endomarketing por ai?

*Por Jéssica Aguiar

COMO FOI O CASE & STARTUP SUMMIT 2020?

Se você, assim como nós da PiaR, acompanha de pertinho o ecossistema de startups, sabe que um dos eventos mais aguardados do ano é a Conferência Anual de Empreendedorismo e Startups (CASE), certo? Pois bem, este ano ele foi bem diferente do habitual e se uniu a outro gigante do setor, o Startup Summit, principal evento do ecossistema de inovação do Sul do país, e se tornou a maior reunião digital de empreendedorismo em continente latino-americano.

Entre os 19 e 23 de outubro, tivemos a oportunidade de acompanhar uma série de palestras, workshops e debates, de forma totalmente online e gratuita. Para gerar tração e engajamento, o encontro apresentou conteúdos 24h por dia com a participação de fundadores e CEOs dos atuais e potenciais unicórnios brasileiros, além de convidados internacionais, somando mais de 300 palestrantes, quatro palcos e 14 trilhas de conteúdo. E o resultado não poderia ter sido outro, sucesso!

Pela manhã, os participantes puderam acompanhar conteúdos administrados pelos patrocinadores Ambev, sobre marketing, vendas, transformação digital e Customer success;  inovabra Bradesco, com temas como investimento, crescimento e internacionalização; Dínamo, que discutiu assuntos sobre o ecossistema/comunidades, Gov/Policy e Corporate; e Salesforce, que trouxe especialistas para falar sobre cultura e talentos, tecnologia, produto e hardware.

À tarde, passaram pelos palcos virtuais do CASE & Startup Summit Alphonse Voigt, cofundador e CEO do Ebanx; Ariel Lambrech: Cofundador da 99; Augusto Lins, presidente da Stone Pagamentos; Fabricio Bloisi, CEO do iFood; Eric Santos, cofundador e CEO da Resultados Digitais; Florian Hagenbuch, Cofundador e CEO da Loft; Sergio Furio, fundador e CEO da Creditas; Stelleo Tolda, Cofundador e COO do Mercado Livre, e Eric Scaramozzino, head de Estratégia de Produto e Operações do Nubank, entre outros nomes conhecidos no ecossistema nacional.

Entre os palestrantes internacionais, tivemos a presença da Christine Tsai, CEO da 500 Startups; Brad Feld, Cofundador da Techstars; Marc Nager, cofundador do Startup Weekend; Alexander Theuma, fundador e CEO da SaaStock; Tracy Mann, international Business Development da SXSW; e Charles Adler, cofundador da KickStarter e fundador e CEO da LostArts.

E para fechar com chave de ouro, o evento contou ainda com o já renomado Startup Awards, o Oscar das startups brasileiras. Com o objetivo de reconhecer os profissionais e empresas mais influentes do ecossistema brasileiro de startups, a premiação deste ano teve 15 categorias: Aceleradoras, Comunidade do Ano, Comunidade Revelação, Corporate, Educação, Herói (a), HUB, Impacto Social, Investidor (a) Anjo (a), Mentor (a), Imprensa, Startup do Ano e Startup Revelação.

Não posso deixar de ressaltar que este ano o Startup Awards teve um gostinho especial para a EquipePi (apelido carinhoso do nosso time!), nosso CEO Bruno Pinheiro o foi escolhido da categoria Profissional de Imprensa e a Bossa Nova, um dos nossos clientes, também foi premiada (categoria Venture Capital).

Sem dúvidas, o CASE 2020 ficará marcado para a história! Se você perdeu essa, não tem problema… todos os conteúdos estão salvos no Canal da Abstartups no Youtube. Mas, fica ligado! Ano que vem tem mais!

*Por Bruna Sant’Anna Froner

O QUE PENSA A MÍDIA BRASILEIRA SOBRE O ECOSSISTEMA DE INOVAÇÃO?

Como vocês devem ter visto (se não viram, corram e baixem já!), lançamos recentemente um E-book. A proposta desse material surgiu das demandas diárias que tínhamos (e ainda temos muitas delas) com relação ao nível de conhecimento de grande parte dos empreendedores sobre o que é, como funciona e principalmente quais são as entregas de uma Assessoria de Imprensa.

Não foram poucas as vezes em que passamos por situações chatas e embaraçosas com cobranças, como:

  • “Legais os resultados, mas não recebi nenhum lead até o momento”
  • “Onde está meu backlink na matéria”
  • “Não gostei do resultado porque saíram outras empresas junto comigo na matéria”
  • “Ainda não converti nenhum cliente, então não vale a pena”
  • “Meu número de downloads não aumentou. Não estou vendo retorno”

Essas são apenas uma pequena parcela dos inúmeros desafios que um assessor de imprensa enfrenta diariamente. E digo isso porque, ao conversar com outros colegas de trabalho, notei que é uma “Síndrome do Pequeno Poder Generalizada”.

Explico: há uma grande parcela de empreendedores que, por estarem pagando um fee, acham que têm o poder de exigir entregas que são impossíveis para uma assessoria. Nenhuma agência é capaz de prometer ou garantir aumento de leads ou clientes. Seria leviano prometer algo assim. E é nesse momento que a tal “síndrome” aparece e acaba gerando uma série de frustrações para ambos os lados.

Por isso o E-book PiaR foi criado! Queremos que todos os empreendedores entendam como funciona uma agência de PR e como ele pode (e deve) utilizá-la de maneira estratégica para alavancar seu negócio.

Queremos também dar voz para quem está na outra ponta: o jornalista! Por isso, rodamos uma pesquisa com mais de 120 profissionais da grande imprensa brasileira e inserimos os resultados nesse material.

Mais do que vender nosso peixe, a proposta do nosso E-book é ajudar a esclarecer o mercado de startups e inovação sobre nosso trabalho, promover uma boa convivência e, claro, crescermos todos juntos!

Esperamos que vocês gostem da leitura 😉

*Por Renniê Paro

CONCILIANDO A EMPRESA COM A SALA DE AULA

A educação sempre esteve presente no ecossistema de inovação. Compartilhar e adquirir conhecimento é uma característica marcante nos empreendedores. Com isso, vemos muitos deles participando de programas de mentorias, palestras, lives nas redes sociais, webinars com o objetivo de ajudar e orientar aqueles que estão iniciando um negócio.

Mas, não para por aí. Há ainda empreendedores que, além de desempenhar a sua função dentro de suas empresas, também exercem um papel importante nas salas de aulas. Temos visto que, muitos deles, têm se dedicado a lecionar em escolas e faculdades sobre assuntos que dominam. Porém, como toda e qualquer atividade, ela exige muita dedicação, perseverança, empenho e estudo, quase que em período integral. Diante de tantas atribuições, como é possível conciliar a jornada empreendedora com a arte de professorar?

Simples. Com tantas habilidades em comum, há duas características que se destacam. Entre elas está o desejo de ensinar/ajudar ao próximo e o amor/paixão por suas profissões, peça chave para o sucesso de qualquer atividade. Confira abaixo dois exemplos de profissionais que possuem experiência nessa dupla jornada.  

O Eduardo Prange, CEO da Zeeng, é professor de Marketing digital na FURB, Universidade de Blumenau e da disciplina de gestão de clientes digitais na Universidade para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajai (Unidavi).

Seu chará, Eduardo Tardelli, é CEO da upLexis, também é um mestre e Membro da Associação Brasileira de LawTechs e Legaltechs e já atuou como professor universitário em cursos de MBA e pós-graduação em matérias de Gestão de Risco, Compliance e Tecnologia Aplicada à Due Diligence, Background Check e Investigações baseadas em dados e informações digitais da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Empreender e lecionar são duas tarefas muito difíceis, mas temos bons exemplos de profissionais que desempenham essa dupla jornada de forma admirável! Acompanhar de perto esses especialistas nos faz entender que o trabalho é exaustivo, constante e ao mesmo tempo muito gratificante, mas é preciso muita organização e planejamento para realizar essas atividades com maestria.

*Por Gabriela Calencautcy

empreender-para-criancas

OS DESAFIOS DE EMPREENDER PARA O PÚBLICO INFANTIL

Agradar a criançada, definitivamente, não é uma tarefa fácil! As crianças hoje, assim como os adultos, estão buscando cada vez mais produtos e serviços que tragam uma experiência diferenciada. Isso se deve a uma série de mudanças em seu dia a dia, incluindo a inclusão da tecnologia, considerado o grande responsável por essa transformação.

Por isso, as marcas voltadas para esse público estão tendo que buscar estratégias cada vez mais assertivas para fidelizar os pequenos, que já representam cerca de 28% da população mundial, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Mas, afinal, qual é a melhor maneira de atrair e conquistar as crianças? Será que é investir milhões em publicidade? Ou então, incluir ações com influenciadores em seu planejamento?

Bom, a resposta não é tão simples e, tampouco, única. Porém, a palavra-chave é diferenciação. Isso mesmo! Com tantas opções de marcas no mercado, se diferenciar é essencial para atrair esse público, uma vez que hoje já não basta satisfazê-lo, é necessário encantá-lo.

Para isso, as empresas estão procurando investir em produtos personalizáveis. Um exemplo disso é a Criamigos, que tem como objetivo transformar boas memórias e recordações em um negócio único, a criação de pelúcias personalizadas. Com uma proposta única no Brasil, a rede oferece aos clientes a possibilidade de criar o seu próprio bichinho, para si ou para presentear, podendo escolher entre ursos, lhamas, dinossauros, unicórnios, girafas, cachorros, gatos, zebras e outros. Os pequenos podem ainda escolher acessórios, como roupas, óculos e celular, para deixar seu novo amigo com a sua cara.

A Criamigos aposta na experiência no início ao fim da montagem da pelúcia, fornecendo ao final das etapas, uma certidão de nascimento. O resultado não poderia ser outro a não ser o crescimento e expansão da marca. Atualmente, a rede conta com 20 lojas espalhadas por todo território nacional e a expectativa é que esse número cresça ainda mais. Por isso, afirmo sem medo de errar que é necessário, mais do que nunca, apostar na diferenciação e na experiência para conquistar o público infantil. Quem atua diretamente com produtos e serviços para a criançada e ainda não está pensando em ações neste sentido, corre o risco de perder espaço no mercado em breve. E você, vai ficar de fora dessa?

*Por Bruna Sant’Anna Froner