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PENSA EM MARKETING DE INFLUÊNCIA, MAS NÃO PENSA NOS JORNALISTAS

Eles chegaram para ficar e mudaram tudo. Estou falando dos influenciadores! Mas afinal, quem são eles? Influenciadores são pessoas que têm conhecimento, propriedade e boa reputação em determinado assunto; eles conhecem tão bem sobre o que estão falando que você usa suas opiniões na hora de tomar alguma decisão.
Mas muito se engana quem pensa que os influenciadores surgiram agora e apenas nas redes sociais. Nada disso! Os jornalistas já são parte dessa categoria de pessoas e te influenciam todos os dias, mas você ainda não tinha se dado conta disso.

Trazendo essa colocação para o mundo empresarial, quando você pretende contratar uma empresa, comprar um produto, saber mais sobre a marca em que quer investir, entender como anda o mercado, quais as novidades ou o que é interessante para o público desse nicho, você acessa veículos de mídia. E quem te conta tudo isso? Os jornalistas!
Entretanto, quando você pensa em uma estratégia de marketing para atingir determinados objetivos, sejam contratação de pessoas, captação de investimento ou comunicação com o público, por que você não pensa nesses profissionais?

Deixando claro que não estou dizendo que os influenciadores digitais não devem ser levados em consideração e que não geram resultados. O que estou dizendo aqui, é que esses dois profissionais podem (e devem) ser usados em conjunto nas suas estratégias! Mas vale ressaltar que os jornalistas são os responsáveis por criar o endosso que a sua marca vai precisar ter quando o público vier das mídias sociais buscando saber mais sobre você.
Não ignore os jornalistas, eles têm mais poder do você possa imaginar!

público alvo

MAIS DE UM PÚBLICO, MAIS DE UMA ESTRATÉGIA!

Quando desenvolvemos uma estratégia de divulgação seja uma nota, release ou pauta, primeiramente nós pensamos e analisamos qual a mensagem que gostaríamos de passar com aquela informação e posteriormente quais as pessoas ou personas, como normalmente falamos no mercado corporativo queremos atingir e impactar com aquela notícia.

Vou te dizer que isso é fundamental também na hora de escrever este material, pois dependendo de qual for o segmento, há formas diferentes escrever e desmembrar aquele assunto. Isso eu digo principalmente se vamos falar com um CEO, CFO ou outros departamentos da empresa. Isso porque há áreas como por exemplo, vendas ou jurídico que tem interesses e necessidades diferentes muitas vezes eles querem saber mais o quanto aquela solução ou funcionalidade vai automatizar ou melhorar um determinado processo, do que propriamente quanto a empresa vai precisar desembolsar para contratar este serviço. 

Com isso, no momento que nós vamos trabalhar com esta editoria, por exemplo, iremos focar a nossa comunicação no que realmente importa para este público e com isso entender quais são as suas “dores” e como essa solução que estou divulgando pode sanar este problema, e assim conseguimos direcionar melhor o texto a ser elaborado.

Por este motivo, é muito importante também definir os veículos certos para cada estratégia. Isso com certeza fará toda a diferença para o sucesso da divulgação. Por exemplo, se eu vou divulgar o lançamento de um novo produto de uma marca de cosméticos, eu tenho que direcionar a minha comunicação para as editorias de beleza, feminina, lifestyle, pois o consumidor dessa marca normalmente consome informações nesses canais.

Mas, há também empresas e startups que oferecem soluções tecnológicas para diferentes segmentos e ai, nesse caso temos que entender como ela realmente atua em cada caso, quais os resultados que elas podem proporcionar e assim, desenvolver pautas e materiais direcionados para este público especifico, mostrando dados do setor e cases que comprovem as vantagens dessa ferramenta. Com essas informações em mãos, e com essas personas bem definidas, listamos os veículos que vão “conversar” com essas pessoas. Outro exemplo: se uma empresa oferece tecnologias em nuvem para vários setores, como agronegócio, RH, indústria, construção, nós iremos desenvolver materiais direcionados para cada uma dessas editorias de forma diferenciada e com as editorias certas. No caso de agro, iremos falar com programa Bem da Terra, portal DBO, revista Globo Rural, Dinheiro Rural e assim por diante. Pois eles irão atingir quem nós realmente queremos. Mas, isso deve ser muito bem alinhado com a startup e o seu cliente para entender quais os objetivos deles com o trabalho de PR. Assim, será mais fácil conseguir resultados realmente relevantes para eles. Pense nisso!

*Por Gabriela Calencautcy

MARKETING SOCIAL FUNCIONA?

Você pode até não ter ouvido especificamente o termo “marketing social”, mas com certeza já viu marcas usando-o por aí. Antes de qualquer coisa é importante frisar que marketing social não é a mesma coisa que marketing de causa!

  • Marketing de causa – quando a empresa promove uma ação e parte dos lucros gerados com as vendas desse produto/serviço são revertidos em auxílio para uma causa, como a do meio ambiente, por exemplo.
  • Marketing social – como o nome sugere, é quando a empresa adota uma “bandeira” como sua e faz dela parte do seu DNA.

Não é novidade para ninguém (inclusive falamos isso aqui no blog algumas vezes), que os hábitos dos consumidores têm sido investir em marcas que acreditam terem propósitos parecidos com os seus.

Segundo estudo realizado pelo Instituto Ethos, organização da sociedade civil e interesse público que tem como missão mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável, 24% dos brasileiros preferem comprar de empresas que têm responsabilidade social. A mesma pesquisa aponta ainda que, 50% das pessoas apoiam ou punem marcas com base na sua participação social.

Ok, chegamos ao ponto central desse texto: marketing social funciona?

Minha resposta é que depende de você! Se usado de forma corretamente, essa ferramenta tem um potencial incrível, mas ela também dá muito trabalho e você precisa estar preparado. Para que não seja um grande tiro no pé, é necessário entender que tudo vai ser questionado, que as pessoas vão querer saber mais sobre as bandeiras que você levantou e como isso é trabalhado internamente. É uma manutenção constante e a transparência é exigida.

Assim como pode agregar valor ao seu negócio aos olhos do seu público-alvo, também pode ser responsável por acabar com a sua imagem. Então não pense em apostar em marketing social se você não estiver disposto e acreditar realmente no que está falando.

Um exemplo:

Uma empresa comunica que acredita no movimento feminista; aborda pautas em suas redes sociais, fala sobre isso para a mídia e o discurso é lindo do lado de fora. Porém, quando analisamos o quadro de funcionários, não vemos tantas mulheres ocupando espaços de lideranças ou, até mesmo, nem existam tantas colaboradoras integrando essa equipe. Por fim, antes de sair por aí falando que sua empresa levanta bandeira x ou y, olhe para dentro e comece a mudança daí. Não coloque causas sociais em vitrines, se não tem a intenção de mudar toda a sua estrutura. O público está de olho e as redes sociais são um megafone quando eles precisam falar.

*Por Jéssica Aguiar

podcasts

PODCASTS PARA FICAR DE OLHO ESSE ANO!

De acordo com o relatório da consultoria Deloitte, em 2020, os podcasts tiveram um crescimento consideravelmente alto se comparado com os anos anteriores. Os investimentos nessa mídia indicam que o novo formato queridinho do público deva movimentar aproximadamente US$ 3,5 bilhões até 2025.

Uma pesquisa feita no Brasil pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), aponta que 40% da população já ouviu algum tipo de podcast e 13% escuta mais de uma vez por semana, porcentagem essa que corresponde a mais de 16 milhões de pessoas.

Para ficar por dentro dos principais podcasts de inovação e empreendedorismo do país, abaixo listei alguns que considero interessantes para quem deseja se informar sobre o ecossistema:

  1. Braincast: podcast do Brainstorm 9 (B9), que reúne informações sobre as principais tendências do universo da tecnologia, negócios e empreendedorismo;
  2. Like a Boss: conhecido por ser um dos principais podcasts de empreendedorismo, a cada episódio seis fundadores de startups e empresas inovadoras participam para contar um pouco sobre sua trajetória profissional, decisões, dificuldades e conquistas ao longo da carreira empreendedora;
  3. Mente Empreendedora: esse podcast tem o intuito de compartilhar insights, conceitos e técnicas para melhorar a performance de quem já empreende;
  4. PrimoCast: para os amantes de finanças e investimentos, esse podcast não pode faltar na sua lista de prioridades. Thiago Nigro, conhecido como Primo Rico, reúne diversos convidados para falar sobre os assuntos e dar dicas de livros;
  5. PoupeCast: ainda falando sobre o mundo das finanças, o podcast da Nathalia Arcuri do Me Poupe na Web, é essencial para aqueles que procuram pelas melhores formas de poupar e investir dinheiro;
  6. Exame Inovação: recém-lançado, o podcast da Exame é um programa especial para debater temas relacionados ao empreendedorismo, tecnologias disruptivas e novidades sobre o ecossistema de inovação;
  7. Man in the Arena: liderado por três empreendedores brasileiros, o Man in the Arena é reconhecido por trazer temas que englobam o empreendedorismo e cultura digital. A cada episódio, fundadores de startups, investidores ou mentores são convidados para debater sobre os temas, dar conselhos e até mesmo indicar livros que possam ajudar a melhorar sua jornada

Enfim, listei apenas alguns, mas há diversos outros podcasts que são interessantes para quem deseja entender melhor sobre o mercado de inovação e se arriscar no universo empreendedor. Vale ficar de olho na atualização desses conteúdos e escolher aquele que tenha maior fit com o que procura.

*Por Juliana Gusmão

ATENDIMENTO HUMANIZADO X AUTOMATIZAÇÃO

Atualmente, existem muitas discussões que norteiam esse tema. A verdade é que a transformação digital mexeu, e muito, com diversos setores, e as tecnologias se tornaram grandes aliadas por oferecer soluções capazes de otimizar algumas atividades, aumentar a produtividade e até mesmo sanar alguns erros ocasionados pela alta demanda.

Na minha visão, uma não exclui a outra, mas sim se complementam em alguns momentos. As empresas precisam entender que conciliar tecnologia com humanização é o que vai fazer o negócio prosperar. Afinal, ninguém mais quer ser atendido única e exclusivamente por aqueles robôs incansáveis com aqueles roteiros mecanizados, não é mesmo? Na era da experiência, humanizar o atendimento – e aqui se aplica a diversos setores – é extremamente essencial.

Ainda mais com uma geração que utiliza, e muito, as redes sociais para pesquisar e comentar sobre algum produto ou serviço, as ferramentas tecnológicas são importantes na coleta e mensuração de dados. Por meio delas, é possível traçar estratégias para melhorar algo, promover alguma campanha que irá fidelizar um novo cliente, identificar problemas e até mesmo se comunicar com os usuários.

É uma linha de mão dupla, pois os consumidores querem agilidade e atenção, mas também procuram qualidade de atendimento. Quando isso acontece, automaticamente cria-se um vínculo que aumenta a satisfação, proporcionando uma experiência diferenciada.  

A verdade é que a tecnologia não irá sumir com o crescimento do atendimento humanizado e com as tendências que norteiam essa questão., mas sim andaram cada vez mais lado a lado. Aqueles que mostrarem mais respeito por seus clientes e usuários – sejam eles consumidores, pacientes e clientes – tendem a ter a trilhar um caminho mais satisfatório e sem muitos empecilhos. Vale ficarmos de olho em como o mercado irá se adaptar!

*Por Juliana Gusmão