CLUBHOUSE – USAR OU NÃO ESSA REDE SOCIAL?

Com objetivo de propiciar conversas relevantes, o ClubHouse tem sido a rede social do momento. Para participar, o usuário precisa ser convidado para ingressar ao time seleto de comunicadores que podem criar salas temáticas – que englobam até 5 mil participantes – de acordo com os assuntos que consideram relevantes serem debatidos por meio de conversas.

Assim como qualquer rede social, todo conteúdo produzido na internet requer um cuidado especial pela facilidade e agilidade na disseminação. E no ClubHouse não é diferente. Para os empreendedores, essa ferramenta, se bem utilizada, pode ser um grande divisor de águas em seu negócio, pois além de permitir expor seus pontos de vista, promove uma conexão mais ativa com diversas outras pessoas. E essa troca de conhecimento é muito positiva.

Ali, cada pessoa constrói sua relevância pela contribuição que traz para as conversas, tudo isso em tempo real e sem se esconder atrás de uma equipe terceirizada, por exemplo. Ou seja, é uma rede social que requer tempo e dedicação. Para se ter uma ideia do crescimento e capilaridade dessa tecnologia, o ClubHouse tem estudado algumas alternativas para monetizar os conteúdos dentro da ferramenta, seja por meio de parcerias, assinatura, salas exclusivas, etc. Ainda não se sabe como será, mas vale ficar de olho nessa movimentação.

A verdade é que essa rede social rompeu barreiras da impessoalidade instaurada em outros canais. Nós enquanto assessores de imprensa, orientamos nossos clientes para terem parcimônia e total cautela com os debates e comentários ali compartilhados. Afinal, há diversas pessoas entre empreendedores, influenciadores, jornalistas, artistas, etc.. que podem interpretar mal um ou outro comentário ali difundido.

Por fim, procure surfar nessa onda, mas de maneira positiva. Se posicione e incentive conteúdos que de certa forma estejam ligados com seu ramo de atuação. Evite se envolver em polêmicas que podem prejudicar sua imagem e o mais importante, cuidado com a autopromoção, pois nem sempre isso é bem visto pelas pessoas.

*Por Juliana Gusmão

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