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USANDO ASSESSORIA ALÉM DAS MÍDIAS

Você conhece bem o job description de um assessor de imprensa? Em linhas gerais, são responsáveis por trabalhar sua imagem com a mídia, pensando em estratégias para estreitar a relação com jornalistas, te posicionando como especialista no seu mercado de atuação. Dessa forma, criando endosso e reputação.

Todos os dias da semana eles estudam sobre você, seu mercado e o que a mídia vem publicando sobre o tema. Falam com profissionais de cada canal que seja interessante para a sua marca, escrevem conteúdos em diversos formatos, buscam dados, entendem as necessidades dos jornalistas e tentam ajudar com o que precisam naquele momento. Mesmo com tudo isso, ainda sobre um tempo para o cafézinho rs.

Com tudo que eu disse, você entendeu que o papel deles é exclusivo com a mídia, certo? Porém, caro empreendedor, você também pode usar todo esse conhecimento para outras finalidades! Na rotina de redação, é comum você ouvir a equipe pedindo por um novo estudo e comemorando como final de copa do mundo quando encontram uma novidade com muitos dados bacana. Então por que não usar esse conhecimento adquirido no dia a dia para ter ideias e desenvolver um estudo todo seu?

Seu assessor também conhece bem as queixas e elogios dos comunicadores quando visitam algum evento ou recebem algum convite. Que tal um papo para entender como usar essas experiências em prol da sua marca? Isso também vale para press kits. Está em dúvida de como tornar esse envio memorável? Chame sua equipe de comunicação, isso inclui PR, e colha insights.

Agora, falando do ponto de vista de quem trabalha com conteúdo para redes sociais, às vezes as ideias se esgotam e parece que nada flui para um bom cronograma, não é mesmo? Quando isso acontece por aqui, eu corro para as meninas de Relacionamento Cliente/Imprensa rs. E você também pode fazer isso! Elas sempre estão antenadas nas novidades e me dão uma luz para pensar em novas ações.

O que quero dizer, é que não é porque você contratou uma agência de PR que não possa pedir a ajuda do seu assessor para aplicar as ideias em novas áreas. Por mais que ele entenda seu negócio, ainda é uma pessoa “de fora” que pode ver coisas que você não consegue. E só para não esquecer, além do seu negócio, a maioria dos profissionais atendem mais 4 outras empresas (no caso aqui da PiaR), ou seja, são mais 4 outros mercados que você não conhece a fundo, mas que podem ser um poço de inovação e novas ideias para serem aplicadas! 😉

*Por Jéssica Aguiar

PENSAMOS FORA DA CAIXA, MAS E VOCÊ?

Ao longo de minha carreira em assessoria de imprensa, já presenciei diversos pedidos de clientes desde coisas inusitadas até mesmo para sugerirmos temas que extrapolassem o máximo de criatividade. E quando o assunto é pensar fora da caixa e propor temas mais assertivos, sou suspeita a dizer, mas levamos isso bem a sério.

E aqui, o pensar fora da caixa está relacionado a entender sobre o negócio do cliente, ler bastante sobre o mercado dele no Brasil e no mundo, buscar por levantamentos e pesquisas que nos ajudem a embasar a criação de pautas, mergulhar 100% no DNA da empresa, entre outros fatores. Mas tem outro fator que é fundamental – o envolvimento do cliente na construção e troca de informações com sua assessoria de imprensa.

Sair do mais do mesmo requer um trabalho bem próximo de ambos os lados. O problema que enxergo muito frequente em alguns casos é que nem sempre o empreendedor está na mesma “vibe”, apesar de nos cobrar por esse tipo de entrega. E aqui o ponto importante é que conseguimos trabalhar de forma independente, criando e buscando por oportunidades, mas em algumas situações, precisamos da troca com cliente, seja para passar um dado, retornar sobre uma demanda específica e até mesmo para tirar alguma dúvida ou responder alguma ideia. É uma via de mão dupla.

Por fim, se me cabe dar um conselho, pensar fora da caixa também engloba desenvolver ações diferenciadas, propor parcerias com algum player que faça sentido, sugerir eventos relevantes para ampliar o networking da empresa, ficar de olho em novos canais para emplacar alguma pauta, entre outros pontos. Nosso papel enquanto assessor de imprensa, é cuidar da imagem do cliente e trazer reputação para sua marca. Contem conosco!

*Por Juliana Gusmão

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QUAL É O TEMPO IDEAL DE RELAÇÃO?

Atuando há mais de 15 anos com Assessoria de Imprensa de startups dos mais diversos setores, tamanhos e focos, já vi, muitas vezes, relações em Atendimento e Cliente ficarem desgastadas.

Isso acontece após cerca de dois ou três anos do mesmo atendimento e conta e, em minha opinião, ocorre por alguns pontos:

  • Ideias mais do mesmo: depois de certo tempo, o atendimento acaba (sem querer) sugerindo ideias que são ‘mais do mesmo’. Ou seja, não gera novas pautas, não consegue enxergar novos ângulos e formatos de comunicação e gera a impressão de uma empresa sem novidades para contar para a mídia;
  • Confortável demais: depois de certo tempo, o atendimento se aproxima da interface do cliente que, quando é um profissional bacana, acaba gerando uma sensação de estar confortável demais e, por isso, se dá o “direito” de diminuir a performance em alguns pontos. Isso não pode acontecer! Lembre-se: apenas no desconforto, evoluímos;
  • “Amizade”: ser “brother” da interface do cliente não é proibido. Mas é preciso entender que amizade não pode ser confundida com “aceitar pouco”. Portanto, é sim importante ser próximo do cliente, mas entenda que a relação não mudou. Ele ainda é o cliente e, portanto, deve ser atendido com máxima excelência;

Por isso, acredito que pós certo tempo é sim saudável a “oxigenação de contas”. Como em tudo na vida, quando passamos tempo demais fazendo a mesma atividade, falando com as mesmas pessoas e sobre os mesmos temas, tendemos a nos tornar menos criativos.

Portanto, não se assuste quando seu atendimento de conta mudar. Pode ser justamente esse movimento que era necessário para sair em novos canais, gerar novos insights e, claro, melhorar a performance como um todo.

Não tenha medo de mudanças!

*Por Renniê Paro

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RAIO-X DE UMA NOTÍCIA

Nada de texto sobre os motivos pelos quais não é possível avaliar os resultados de PR com dados, ou do que envolve as funções de um assessor e como medir os entregáveis. Hoje vou te mostrar de forma prática, o que considerar em uma matéria publicada e o que essas coisas dizem sobre você.

Falamos algumas vezes aqui sobre a importância dos veículos nichados para o seu negócio e de como você deve considerá-los. Hoje, vou te mostrar como olhar para o conteúdo publicado, não somente para o tamanho da mídia. Vamos nessa?

Para a análise não ficar “desigual” em nada, vamos usar o mesmo cliente: a Liga Ventures, plataforma de inovação aberta, que conecta empresas e startups a fim de potencializar interações e gerar novos negócios.

Liga Ventures no Estadão

Você com certeza já consumiu alguma notícia do Estadão, seja no impresso ou online, certo? Esse é um veículo classificado como Tier 1, por ter grande circulação. Quando buscamos pelo número de tiragens, quantidade de exemplares que são distribuídos do jornal, ou de pageviews do portal, os números do Estadão são de 107,4 mil exemplares por dia e 23,5 milhões de acessos por mês. Claro que esses números impressionam e são lindos!

Porém, aí entra a segunda etapa da proposta de hoje: como é o conteúdo da matéria? Nesse caso que usamos de exemplo, a matéria fala do crescimento do mercado de inovação no Brasil e a falta de profissionais qualificados para acompanhar esse desenvolvimento. Soluções encontradas por algumas empresas foram citadas e especialistas do mercado de inovação foram convidados a falar sobre o assunto. Um desses profissionais foi o Raphael Augusto, sócio diretor de inteligência de mercado da Liga Ventures.

A participação do Raphael nessa exposição foi bem breve, afinal, ele foi usado como “apoio” para fortalecer o que estava sendo discutido. Não podemos dizer que foi um resultado ruim (muito longe disso!), porque mostra o Raphael com outros especialistas dando sua opinião sobre o cenário atual, mas também não foi o melhor que já conquistamos.

Liga Ventures no Saúde Business

Agora partimos para o segundo exemplo, quando a Liga Ventures saiu no Saúde Business em uma matéria totalmente dedicada a empresa!

Como anteriormente, vamos começar analisando o veículo. O Saúde Business é um portal com mais de 15 anos de história dedicado as notícias que impactarão o dia a dia dos hospitais, operadoras, centros diagnósticos, farmacêuticas e clínicas do país. Todos os dias eles produzem conteúdos para gestores ligados a saúde e possuem 246 mil pageviews no mês. Por ser mais específico, classificamos como Tier 3.

A Liga Ventures possui uma ferramenta em que mapeia as mais de 17 mil startups de sua base. Em um desses estudos, levantaram dados sobre as HealthTechs brasileiras, gerando informações sobre coisas como comportamento, fase de maturação, para qual segmento oferecem soluções, por exemplo. Esse material foi um prato cheio para a Saúde Business, que escreveu uma matéria linda falando sobre o Startup Scanner, ferramenta desenvolvida pela empresa, os dados gerados, a opinião do Raphael Augusto, depoimentos de parceiros e um pouco sobre os planos futuros da Liga Ventures.

Os dois veículos citados aqui são de extrema importância para a construção de imagem desse cliente. Por isso, sempre dizemos (e continuamos repetindo) que sair em uma grande mídia é um sonho que compartilhamos com vocês, empreendedores, mas na prática, não só de Estadão vive um bom trabalho de branding. Precisamos levar vocês para todos os canais que sejam interessantes para o seu posicionamento, e isso incluem todos os veículos de tier 1, 2 e 3 que falem com o público do seu negócio.

*Por Jéssica Aguiar

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O QUE FALTA PARA VOCÊ SER UM DOADOR DE SANGUE?

Segundo dados do Ministério da Saúde, apenas 1,6% da população brasileira são doadores de sangue, ou seja, média de 16 a cada mil habitantes. Esse índice está dentro dos parâmetros estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mas ainda não é ideal, se considerarmos que os hemocentros seguem em estado crítico, ainda mais com as dificuldades causadas pelo novo coronavírus.

Aqui na PiaR temos alguns colaboradores que são doadores, incluindo eu mesma. Usando como base a minha experiência, vou responder algumas questões que aparecem quando falamos sobre doação de sangue.

O que é preciso para ser doador?

Segundo o site do Pró-Sangue, os requisitos básicos para ser um doador é ter entre 16 e 69. Para doadores os idosos, necessário que a primeira coleta tenha sido realizada antes dos 60 anos. Já os menores de idade, os responsáveis devem autorizar e existe uma lista de documentos que precisam ser apresentados. Além da idade, o doador também precisa ter acima de 50kg e estar com a saúde em dia.

Mas e o meu caso, que tenho tatuagem?

Eu também tenho, mas isso não me impede de ser uma doadora. Para quem fez uma nova arte, basta esperar 12 meses e já pode doar de novo. Entretanto, existem outros impedimentos temporários além desse. Gravidas ou mulheres em pós-parto, não podem doar e precisam esperar de 90 a 180 dias. Em casos de suspeita de algum tipo de doença ou riscos, é preciso aguardar o tempo determinado para cada caso. E nada de bebidas alcoólicas antes da coleta!

Ok, entendi tudo isso. Mas e a dor?

Como eu disse, esse relato é sobre a minha experiência como doadora. Cada corpo tem uma reação e cada um pode dizer qual o seu próprio grau de tolerância. No meu caso, não senti nada! Rs. Um fato curioso: tenho medo de agulhas (apesar das tatuagens), mas isso não me causou nenhum problema. E tudo acaba bem rápido também. O tempo médio de duração de cada coleta são de 5 a 15 minutos. Quando o processo for concluído, você fica em observação para o caso de passar mal ou algo do tipo. Passado o período de acompanhamento, está liberado para ir para casa (mas nada de fazer esforço!).

Estou decidido, vou doar! O que preciso fazer?

Se você for de São Paulo, no final desse texto deixarei listado hemocentros que você pode procurar. Se não, em uma busca rápida na internet você encontra um próximo de você. Para evitar aglomerações e não se expor ao coronavírus, você pode agendar online seu horário ao posto de coleta. Essa prática já era possível antes, mas com a pandemia, ela se tornou mais um facilitador para os doadores.

Já agendou a visita? Durma bem e esteja bem descansado, se alimente antes do procedimento e pronto!

Uma estimativa do Ministério da Saúde, é que em 2020, por conta da pandemia, de 15 a 20% das doações diminuíram. Se a situação dos hemocentros já era critica antes, o medo dessa nova doença agravou ainda mais a situação. Pesquise e se informe, os hemocentros possuem agendamentos online e telefones disponíveis para o público. Não se coloque em risco, mas também não deixe de ajudar!

Hemocentros no Estado de São Paulo

  • Posto Clínicas – Av. Enéas Carvalho de Aguiar, 155 1º andar – Cerqueira César, São Paulo / SP
  • Posto Dante Pazzanese – Av. Doutor Dante Pazzanese, 500 – Ibirapuera, São Paulo / SP
  • Posto Mandaqui – Rua Voluntários da Pátria, 4.227 – Mandaqui, São Paulo / SP
  • Posto Regional de Osasco – Rua Ari Barroso, 355 – Presidente Altino, Osasco / SP
  • Posto Barueri – Rua Angela Mirella, 354, térreo – Jardim Barueri, Barueri / SP
  • Posto Stella Maris – Rua Maria Cândida Pereira, 568 – Itapegica, Guarulhos / SP
  • Hemocentro de Botucatu – Unesp – Faculdade de Medicina Campus de Botucatu – Distrito de Rubião Junior, Botucatu / SP
  • Hemocentro de São José do Rio Preto – Av. Jamil Feres Kfouri, 80 – Jardim Panorama, São José do Rio Preto / SP
  • Hemocentro Regional de Campinas – Rua Carlos Chagas, 480 – Cidade Universitária, Campinas / SP
  • Hemocentro Regional de Marilia – Rua Lourival Freire, 240 – Fragata, Marília / SP
  • Hemocentro Regional de Ribeirão Preto – Rua Tenente Catão Roxo, 2.501 – Monte Alegre, Ribeirão Preto / SP

*Por Jéssica Aguiar