BONITO PARA QUEM?

Esse ano tive a oportunidade de trocar ideia com muitos clientes e conhecer melhor a cultura dentro de cada empresa, como se desenvolvem e o que priorizam, principalmente no que tange a cultura organizacional, engajamento e atração/retenção de talentos.

Além disso, estudei um pouco melhor as funcionalidades do Solides Gestão (software de gestão de pessoas) e com a ajuda da Jéssica Aguiar, mergulhamos um pouco mais no universo de Recursos Humanos (águas nunca antes navegadas, confesso).

Uma das coisas que mais me marcou é como uma cultura organizacional sólida e sincera afeta diretamente as pessoas que trabalham em uma empresa. Isso porque, principalmente para as novas gerações, apenas um bom salário já não é suficiente para manter alguém no emprego. As pessoas têm procurado por propósitos, por valores que tenham identificação e, consequentemente, ‘vestem a caminha da empresa’.

Não são poucos os casos que vi e ouvi de empresas que na mídia parecem lindas, que saem em matérias de “somos cool, somos legais” e na verdade o dia a dia é extremamente perverso. Pressões desnecessárias, mudanças de rotas de última hora ou mesmo as chamadas “adaptações” no meio do caminho podem ser sinais ruins para uma empresa.

A máxima antiga da “mas o cliente tem sempre razão” nunca foi tão distorcida (pelo menos em minha opinião). Claro que as impressões e expectativas de um cliente devem ser ouvidas com atenção, mas abrir mão de valores e premissas que tanto se demorou para construir dentro de uma empresa, não devem sequer serem cogitadas de passarem por mudanças porque o CLIENTE QUER! Por isso reforço sempre que é preciso manter a mesma imagem onde quer se que se vá. Não dá para ser uma coisa na vida real, outra no Instagram e outra na mídia. Coerência, transparência e sinceridade sempre foram vencedoras na hora de se conquistar o que quer seja. Pensem nisso!

*Renniê Paro é jornalista formada desde 2008 na Universidade Paulista, com pós-graduação em Comunicação Organizacional na FMU. Com mais de 10 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é COO na PiaR Comunicação.

A ERA DOS PODCASTS

É inegável que os podcasts hoje já fazem parte do nosso dia a dia. Segundo dados da Audio.ad, cerca de 25% dos brasileiros ouvintes de áudio digital consomem também podcasts e a tendência é que isso só aumente nos próximos anos. Nos Estados Unidos, o formato já atinge cerca da população, o que equivale a aproximadamente 190 milhões de pessoas.

Inicialmente, esse tipo de mídia podia ser consumida apenas em iPods e iPhones, o que diminuía drasticamente a quantidade de ouvintes. Hoje, com a democratização dos smartphones aliada a uma melhora da qualidade da internet no mobile e a mudança do formato, que se tornou compatível com diversos dispositivos, os podcasts tornaram-se os queridinhos das principais plataformas de streaming, como Spotify e Deezer.

Atualmente, há mais de dois mil programas ativos no país, de acordo com a Associação Brasileira de Podcasters (ABPod), sendo eles de diferentes temáticas, que vão desde assuntos que envolvem política até astrologia. Ou seja, têm programas para todos os gostos! Inclusive, vocês sabiam que muitos veículos de comunicação possuem seus próprios podcasts?

Para ajudar aqueles que ainda não conhecem o formato ou então estão em busca de uma seleção para lá de especial, listamos algumas sugestões. Confira!

Café da manhã  – Comandado pelos jornalistas Rodrigo Vizeu e Magê Flores, o podcast da Folha de S. Paulo traz sempre temas atuais que envolvem o cenário político, cultural e econômico brasileiro com convidados ilustres.

Braincast – Para quem curte temas variados que vão desde fake news até o futuro da TV, esse é o podcast certo! No ar desde 2012, o programa tem mais de 300 episódios e é apresentado por Carlos Merigo, fundador e editor-chefe do B9.

Estadão Notícias –
Produzido pela Rádio Eldorado, esse é um podcast matinal que fala sobre temas que estão quentes na mídia, com a participação de jornalistas e colunistas do ‘Estadão’ e da Agência Estado.

Código Aberto – O programa traz conversas francas com os profissionais mais influentes do mercado, suas grandes ideias e o que pensam sobre o futuro da mídia, da tecnologia e da comunicação.

PiaRCast – Desenvolvido pela PiaR, o PiaRCast traz entrevistas realizadas pelo CEO da agência, Bruno Pinheiro, realizadas com os nossos clientes e busca sempre trazer tendências do ecossistema de inovação brasileiro.

*Bruna Sant’Anna Froner é Relações Públicas formada desde 2009 pela Universidade Metodista de São Paulo, com pós-graduação em Marketing e Comunicação Integrada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Com 10 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Gerente de Equipe na PiaR Comunicação.

ADMIRAÇÃO NÃO É CÓPIA!

Nesse universo de empreendedorismo, o que mais vemos por aí é o lançamento de diferentes startups, soluções tecnológicas e inovações, independente do segmento. Em um ecossistema cheio de empresas que se destacam e empreendedores que são reconhecidos mundialmente, é natural que algumas pessoas tenham seus ídolos e profissionais que admiram e se espelham.

O que temos que tomar cuidado é para não confundir admiração com cópia. O sucesso de um não necessariamente será o mesmo para outro e por aí vai. Mesmo que os objetivos sejam os mesmos – ser referência em seu mercado de atuação ou ser o melhor naquilo que vende ou oferece aos consumidores, entre outros pontos – para chegar no sucesso é preciso saber claramente quais são seus objetivos e ter em mente as estratégias que irá utilizar para chegar até o topo.

Durante os mais de oito anos que estou no mercado de assessoria de imprensa, já atendi diversas startups e empresas dos mais variados tipos e já presenciei empreendedores dizendo “por quê o fulano saiu na capa da Exame e eu ainda não?”; “Meu concorrente saiu no veículo x, mas era para nós estarmos ali porque somos melhores”; A empresa y foi entrevistada pelo Jornal Nacional, mas ele nem sabe tanto assim sobre o mercado”, e por aí vai.

Primeiro de tudo, é preciso fazer um exercício para entender qual assunto foi abordado. Muitas reclamações vêm somente porque o concorrente teve visibilidade na mídia, mas esquecem de analisar se o assunto abordado, de fato, seria interessante para seu negócio. Exemplo: notícias sobre aportes/investimentos dificilmente abordam outros players do mercado; fusões e aquisições; pautas de mercado em que o concorrente abre números de crescimento e faturamento, e você não fala sobre esse assunto, entre outros, são temas que o jornalista irá utilizar somente a empresa mais atrativa.

Acredito que o ponto principal aqui é – você admirar uma empresa, um empreendedor, um investidor ou um mentor, é extremamente saudável, mas não tente ser exatamente como eles. Cada um tem sua essência e criar seu próprio caminho de sucesso é bem mais gratificante do que ser uma réplica de alguém. Pense nisso!

*Juliana Gusmão é jornalista formada desde 2012 pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com Pós-Graduação em Marketing e Comunicação Publicitária pela Faculdade Cásper Líbero. Com oito anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Gerente de Núcleo na PiaR Comunicação.

UMA MARCA ADMIRADA: CAZAMBA!

Hoje, nós vamos falar de mais uma marca muito admirada por nós! É a Cazamba, empresa de tecnologia em mídia, referência em inovação no engajamento de marcas com seus consumidores por meio de anúncios digitais em formatos diferenciados, de forma dinâmica, personalizada e com acompanhamento em tempo real de resultados.

Fundada em 2013, a agência está entre as melhores audiências do ranking de redes da Comscore, empresa dos Estados Unidos de análise da internet que fornece a grandes companhias, agências de publicidade e de mídia do mundo. Oferecendo o que há de mais moderno dentro do segmento de soluções de marketing, o objetivo da marca é transmitir de forma única a mensagem desejada, medindo todas as interações possíveis, gerando o máximo de inteligência.

A Cazamba possibilita uma total flexibilização de formatos, em tamanho e recursos em anúncios online. Desta forma, é o anunciante quem determina como veicular a peça e quais interações ela terá com o usuário, gerando assim um maior impacto no público desejado. Todos esses benefícios são somados ao acompanhamento em tempo real de todos os resultados, possibilitando uma mudança de rota caso sua campanha não esteja dando os resultados esperados.

A marca, que já prestou serviços para diversas empresas, entre elas o Itaú, Samsung, Boticário, Honda, Nissan, Natura, Canon, Volkswagen, McDonald´s, Red Bull, HBO, Fox e Caixa Econômica Federal, inovou em 2019 lançando o Cazamba Agro, plataforma com o objetivo de ajudar anunciantes do setor de agronegócio.

Percebendo uma crescente demanda deste setor, a agência apostou na criação da ferramenta, focada na divulgação de marcas no ambiente online e no reforço de campanhas publicitárias para um público qualificado, ou seja, pessoas que realmente consomem conteúdos voltados para esse universo.

Para a construção desse produto, a Cazamba buscou por pessoas que consomem informações sobre o setor agro com frequência e aferiu o seu comportamento por 30 dias para comprovar o real interesse no tema. Após esse processo, a empresa passou a enxergar esses usuários como aptos a serem considerados como uma audiência qualificada, unificando-os em uma segmentação assertiva para o segmento agro dentro da solução.

Em constante expansão, a empresa promete apresentar ainda mais novidades até o final de 2019! Com tudo isso, como não admirar a Cazamba?

*Bruna Sant’Anna Froner é Relações Públicas formada desde 2009 pela Universidade Metodista de São Paulo, com pós-graduação em Marketing e Comunicação Integrada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Com 10 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Gerente de Equipe na PiaR Comunicação.

O FUTURO AO JORNALISTA PERTENCE!

Nos últimos anos, observamos uma enxurrada de novidades ligadas aos meios de comunicação. Algumas delas não foram tão boas porque engloba, por exemplo, a notícia sobre a recuperação judicial do Grupo Abril e o anúncio feito pelo mesmo sobre o fechamento de diversos títulos como Elle, Boa Forma, Mundo Estranho, Arquitetura, Casa Claudia, entre outros.

Outro ponto que foi muito discutido por nós assessores em especial, foi a troca de jornalistas de uma editoria para outra. Isso ocorreu devido à instabilidade econômica que nosso país vive atualmente e que também impactou muitas mídias. Em outros textos que escrevi aqui para o blog, cheguei a comentar que o trabalho de uma assessoria de imprensa vai muito além de somente divulgar uma pauta ou outra, mas sim deve ser baseada em RELACIONAMENTO.

Ou seja, quando você se aproxima de um profissional importante dentro de um determinado veículo de comunicação, você torna-se um ponto focal estratégico. Nessas situações de desligamentos e redução nas redações, por exemplo, aquele jornalista que você mantinha contato pode ingressar em outro jornal ou revista relevante, e pode ter certeza – ele irá lembrar de você!

Por outro lado, quando falamos de coisas boas nesse segmento, também tivemos o lançamento de novos canais de divulgação como os podcasts, que nada mais são que um arquivo digital de áudio transmitido por meio da internet com objetivo de divulgar informações sobre os mais variados temas. Para se ter uma ideia, de acordo com os dados da Audio.ad, empresa de publicidade em áudio digital, aproximadamente 25% dos brasileiros que já ouvem áudios digitais também consomem podcasts. Outro dado interessante está relacionado ao valor desse modelo de negócio – que segundo a consultoria PWC – valerá US$ 1 bilhão de dólares em 2020.

Ainda de acordo com a PWC, 70% dos entrevistados ouve o conteúdo de três a seis vezes por semana. Já o Spotify, plataforma de streaming de música, aponta que o consumo de podcasts aumentou 250% de dezembro de 2017 para o mesmo período em 2018. A empresa ainda reforça que desde o início de 2019, esses números quase dobraram.

Diante desses dados, ao que tudo indica é que essa nova mídia tem grande potencial de capilaridade e veio com tudo para ficar. Alguns veículos já entenderam sua força de disseminar conteúdos e passaram a implantar a ferramenta como uma opção para divulgar suas notícias. A TV Globo anunciou o lançamento de alguns podcasts para abordar diversos temas ao longo das semanas; a revista Você SA também apostou na plataforma; o Infomoney tem um com foco em bate-papo com empreendedores de grandes negócios e por aí vai.

Por fim, a nós assessores nos resta ficar de olho na evolução do mercado de comunicação e orientar nossos clientes sobre quais são as melhores estratégias a seguir e a mídia que faz mais sentido divulgar determinado assunto. Afinal, o futuro ao jornalista pertence!

*Juliana Gusmão é jornalista formada desde 2012 pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com Pós-Graduação em Marketing e Comunicação Publicitária pela Faculdade Cásper Líbero. Com oito anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Gerente de Núcleo na PiaR Comunicação.