2020 A MIL POR HORA

Ano passado foi um período intenso. Passei 40% das semanas do ano viajando, seja para fazer palestras, ministrar workshop, participar de eventos ou em reuniões com clientes e prospects. Essa loucura de 44 mil quilômetros viajados me proporcionou observar de perto o ecossistema de startups e inovação e, mais do que isso, enxergar como estão as comunidades espalhadas pelos quatro cantos do Brasil.

A resposta para isso é “maturação”. Quanto mais os unicórnios aparecem, mais a corda da inovação é esticada, mais os ecossistemas locais passam a se mover, motivar, unir, compartilhar, crescer. E esse é um moinho que não pode parar. O mercado brasileiro de startups anda cinco anos em um e atingiu uma maturidade incrível, seja para valer um bilhão de dólares, seja para estimular a criação de novas startups. Essa necessidade de fazer 5 anos em um é para eliminar o gap de inovação que nos prendeu no limbo dessa área por anos a fio, enquanto países como Estados Unidos, Israel e China nadavam de braçada.

Como manter esse moinho se movendo sem depender de outros unicórnios surgindo? Essa é a resposta que líderes de comunidade, expoentes do mercado de startups, gente que já fez exit e a pessoas que lideram associações devem se perguntar todos os dias, como forma de manter 2020 a mil por hora.

Esse ano promete ser de mais uma reforma no governo (a administrativa) e isso anima mercados, atrai investimentos e estimula o empreendedorismo. Espero, sinceramente, que não só os unicórnios, mas as pessoas que estão na dianteira do ecossistema entendam a relevância e a responsabilidade de seu papel – e que elas compreendam a necessidade de preparar e estimular mais pessoas para tomarem essa frente.

*Por Bruno Pinheiro

MUDEI TUDO, E AGORA?

Sabemos que, dentro do universo empreendedor, acabam acontecendo muitas mudanças ao longo da trajetória de uma marca. Existem inúmeros motivos que levam uma empresa a se reposicionar ou realinhar sua comunicação com seus públicos, seja porque um produto precisa ser atualizado para se adequar ao atual momento de mercado ou por uma empresa verificar que tem mais fit com um nicho do que com outro e redirecionar esforços, entre outras razões.  

Um dos exemplos mais conhecidos disso foi o da Havaianas, que no passado fabricava simples chinelos de duas cores, branco com azul e branco com preto. Com o tempo, a empresa foi perdendo espaço no mercado pois não apresentava nenhum diferencial dentre seus concorrentes. Consequência, teve que mudar! Além de melhorar a qualidade e o visual do produto, a empresa ainda adotou o slogan “Todo mundo usa”. A partir daí, a marca se tornou sinônimo de sucesso!

Independente das razões que levaram ao rebranding, uma coisa é certa: o trabalho de assessoria de imprensa também precisa ser redesenhado para atender a esse novo momento da startup ou da organização. O primeiro passo é definirmos quem é a persona desse novo formato, continuamos focando no mesmo público-alvo ou não?

A partir disso, preparamos uma divulgação para mostrar que aquela empresa agora passa a adotar esse novo direcionamento e os benefícios disso, seja para os seus clientes, parceiros ou fornecedores. Aqui vale um esforço unificado entre assessoria de imprensa e marketing para comunicarmos essa questão da melhor forma possível, sem ruídos ou margem para dúvidas.

O segundo passo é definir quais veículos possuem aderência com seu público-alvo para tentarmos divulgações e encontros de relacionamento. Agendar um café ou um almoço com um jornalista para apresentar o novo posicionamento é muito importante para gerarmos novas matérias após o rebranding. Inclusive, vale contatar jornalistas próximos ou que já tenham feito alguma divulgação com a marca para contar a novidade.

Construir uma base sólida para essa nova etapa é fundamental para o sucesso do negócio. Para isso, é necessário ter um discurso alinhado e uma assessoria de imprensa pode te ajudar, e muito, com essa questão. Usem e abusem de nós nessa estratégia!

*Por Bruna Sant’Anna Froner

UMA MARCA ADMIRADA: BIZCAPITAL!

De acordo com o Radar Fintechlab, hub de conexão entre fintechs nacionais, o Brasil tem mais de 604 fintechs mapeadas, um aumento de 33% se comparado com o último estudo realizado no ano passado. Quando falamos somente sobre o mercado de finanças, o estudo aponta que existem 529 empresas desse segmento. Dessas, o setor de pagamentos é o que mais tem startups (151), seguido das companhias de empréstimos (95), que representam 18% do mercado.

Com um propósito de oferecer inovação ao mercado financeiro, algumas startups têm papel importante – desburocratizar o setor e facilitar o acesso ao crédito. Um exemplo é a BizCapital, focada totalmente em ajudar os pequenos e médios empreendedores a terem acesso ao crédito de forma prática, rápida e segura.

Fundada em 2016 pelos empreendedores Cristiano Rocha, Daniel Orlean e Francisco Ferreira, a fintech possui um sistema automatizado de avaliação de crédito que é capaz de analisar e ranquear cada pedido em minutos, e tudo isso é possível devido à integração que a startup tem com mais de mil fontes de variáveis, públicas e proprietárias. Uma vez aprovado o crédito, todo o processo segue de forma digital, online ou por telefone, sem custos cartoriais, papéis ou muitos outros entraves encontrados em processos tradicionais e que afastam o empreendedor do seu principal foco, o negócio.

Além disso, pensando na saúde financeira de cada empreendedor que solicita empréstimo por meio da BizCapital, a empresa lançou o BizReport, um relatório com os dados colhidos na hora da avaliação de crédito, como: atividade econômica, posição de mercado, score, presença digital, entre outros.

No primeiro ano de atuação, a empresa recebeu sua primeira rodada de investimento realizada por um fundo de Venture Capital líder no Brasil – a Monashees +. Em 2018, foi contemplada com seu segundo aporte liderado pela Chromo Invest e pela 42K Investimentos. No final do mesmo ano, chamou atenção do fundo de investimento internacional que já investiu em fintechs no Brasil e no Mundo – o Quona Capital. Com esta rodada, o total de recursos levantados pela empresa já ultrapassa os R$ 60 milhões, tornando-a uma das 10 fintechs com maior investimento no Brasil.

Com todo esse crescimento no mercado de empréstimo online, a plataforma já superou R$ 16 bilhões em pedidos, o que mostra a força do setor financeiro para MPME’s no Brasil. Presente em todos os 26 estados e no Distrito Federal, no início de novembro de 2019, a BizCapital atingiu 1 mil municípios e a cada mês conquista 60 novas cidades.

*Por Juliana Gusmão

UMA MARCA ADMIRADA, CRIAMIGOS!

Hoje vamos falar de mais uma marca admirada e amada por nós, a Criamigos! Fruto da parceria entre as empresárias Veronicah Sella e Natiele Krassmann, a Criamigos nasceu em 2016, em Gramado (RS), com o objetivo de transformar boas memórias e recordações em um negócio único: a criação de pelúcias personalizadas. A ideia é simples, porém genial, resgatar o brincar, o brinquedo e os momentos em família!

A história da marca começou quando a Nat, depois de se tornar mãe, sentiu que sua filha deveria ter um companheiro de aventuras, assim como ela tinha na infância, graças a sua avó que confeccionava bonecos de crochê. Foi então que, em parceria com a Veroh, elas resolveram transformar personalização e afeto em um negócio!

Com uma proposta única no Brasil e na América Latina, a Criamigos oferece aos clientes a possibilidade de criar o seu próprio bichinho, para si ou para presentear alguém especial, podendo escolher entre ursos, dinossauros, unicórnios, girafas, cachorros, gatos, zebras, porcos e outros, montando opções a partir de R$65.

É possível também escolher o nome, cor, forma, tamanho, roupas e acessórios, além de gravar uma mensagem de voz, que poderá ser reproduzida ao tocar o bichinho. Para quem já tem uma pelúcia, os acessórios podem ser adquiridos a partir de R$10. Em datas especiais, como Natal e Carnaval, por exemplo, a marca cria acessórios especiais para que as pelúcias fiquem ainda mais especiais.

Quando passamos a atender a Criamigos, existiam apenas seis franquias da marca. Agora já são 15 unidades, que já transformaram mais de 50 mil ursos em sonhos reais, e a expectativa é fechar o ano com 20 lojas. Com essa verdadeira “oficina de histórias”, temos certeza que a Criamigos vai longe, afinal, como as fundadoras da marca sempre dizem, que Criamigos, nunca está sozinho!

*Por Bruna Sant’Anna Froner

A IMPORTÂNCIA DE CONSOLIDAR A IMAGEM DO PORTA-VOZ NA IMPRENSA

Quando uma startup contrata uma assessoria de imprensa, seu objetivo principal é fazer com que ela se torne bastante conhecida em seu mercado de atuação e que saia em vários veículos de comunicação. Porém, muitos se esquecem que trabalhar a imagem do porta-voz da empresa também é extremamente importante para que toda estratégia de PR tenha efetividade.

Muito além de pautas que reforçam a expertise do seu negócio, atrelar assuntos que o empreendedor está apto para falar, trabalhar com artigos de opinião e sugestões de fonte para comentar algum assunto específico do seu segmento, são essenciais para consolidar ainda mais a imagem da marca.

Aqui na PiaR, temos vários empreendedores que se tornaram referência no ecossistema de inovação porque em vários momentos nós incentivamos e trabalharmos com ações para que ele pudesse ganhar mais notoriedade. Gustavo Caetano, CEO da Samba Tech; Samir Iásbeck, fundador do Qranio; Tom Canabarro, CEO da Konduto; Mariana Vaconcellos, fundadora da Agrosmart, são alguns exemplos de empreendedores que são bastante conhecidos na mídia devido ao trabalho de construção de imagem atrelada as ações de PR que desenvolvemos.

Claro que é um trabalho de formiguinha e você assessor precisa de argumentos para convencer o jornalista que está do outro lado do balcão a aceitar conversar com o porta-voz sobre um determinado tema. Ter um crivo para direcionar quais assuntos são positivos para a imagem desses executivos é essencial e ficar antenado a tudo que acontece no Brasil e no mundo também. Afinal, nem sempre sair comentando todos os temas faz de você o melhor empreendedor do mercado. Por isso, é preciso ter cautela no que falar e apresentar números para endossar cada vez mais seus argumentos.

Se você ainda tem dúvida de como se tornar referência em seu mercado de atuação, estamos à disposição para falarmos sobre. Tenho certeza que temos ótimos cases dentro de casa que irá te ajudar a construir a melhor estratégia. Pense nisso!

*Por Juliana Gusmão