Arquivo da tag: Assessoria de Imprensa

A ERA DOS PODCASTS

É inegável que os podcasts hoje já fazem parte do nosso dia a dia. Segundo dados da Audio.ad, cerca de 25% dos brasileiros ouvintes de áudio digital consomem também podcasts e a tendência é que isso só aumente nos próximos anos. Nos Estados Unidos, o formato já atinge cerca da população, o que equivale a aproximadamente 190 milhões de pessoas.

Inicialmente, esse tipo de mídia podia ser consumida apenas em iPods e iPhones, o que diminuía drasticamente a quantidade de ouvintes. Hoje, com a democratização dos smartphones aliada a uma melhora da qualidade da internet no mobile e a mudança do formato, que se tornou compatível com diversos dispositivos, os podcasts tornaram-se os queridinhos das principais plataformas de streaming, como Spotify e Deezer.

Atualmente, há mais de dois mil programas ativos no país, de acordo com a Associação Brasileira de Podcasters (ABPod), sendo eles de diferentes temáticas, que vão desde assuntos que envolvem política até astrologia. Ou seja, têm programas para todos os gostos! Inclusive, vocês sabiam que muitos veículos de comunicação possuem seus próprios podcasts?

Para ajudar aqueles que ainda não conhecem o formato ou então estão em busca de uma seleção para lá de especial, listamos algumas sugestões. Confira!

Café da manhã  – Comandado pelos jornalistas Rodrigo Vizeu e Magê Flores, o podcast da Folha de S. Paulo traz sempre temas atuais que envolvem o cenário político, cultural e econômico brasileiro com convidados ilustres.

Braincast – Para quem curte temas variados que vão desde fake news até o futuro da TV, esse é o podcast certo! No ar desde 2012, o programa tem mais de 300 episódios e é apresentado por Carlos Merigo, fundador e editor-chefe do B9.

Estadão Notícias –
Produzido pela Rádio Eldorado, esse é um podcast matinal que fala sobre temas que estão quentes na mídia, com a participação de jornalistas e colunistas do ‘Estadão’ e da Agência Estado.

Código Aberto – O programa traz conversas francas com os profissionais mais influentes do mercado, suas grandes ideias e o que pensam sobre o futuro da mídia, da tecnologia e da comunicação.

PiaRCast – Desenvolvido pela PiaR, o PiaRCast traz entrevistas realizadas pelo CEO da agência, Bruno Pinheiro, realizadas com os nossos clientes e busca sempre trazer tendências do ecossistema de inovação brasileiro.

*Bruna Sant’Anna Froner é Relações Públicas formada desde 2009 pela Universidade Metodista de São Paulo, com pós-graduação em Marketing e Comunicação Integrada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Com 10 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Gerente de Equipe na PiaR Comunicação.

ADMIRAÇÃO NÃO É CÓPIA!

Nesse universo de empreendedorismo, o que mais vemos por aí é o lançamento de diferentes startups, soluções tecnológicas e inovações, independente do segmento. Em um ecossistema cheio de empresas que se destacam e empreendedores que são reconhecidos mundialmente, é natural que algumas pessoas tenham seus ídolos e profissionais que admiram e se espelham.

O que temos que tomar cuidado é para não confundir admiração com cópia. O sucesso de um não necessariamente será o mesmo para outro e por aí vai. Mesmo que os objetivos sejam os mesmos – ser referência em seu mercado de atuação ou ser o melhor naquilo que vende ou oferece aos consumidores, entre outros pontos – para chegar no sucesso é preciso saber claramente quais são seus objetivos e ter em mente as estratégias que irá utilizar para chegar até o topo.

Durante os mais de oito anos que estou no mercado de assessoria de imprensa, já atendi diversas startups e empresas dos mais variados tipos e já presenciei empreendedores dizendo “por quê o fulano saiu na capa da Exame e eu ainda não?”; “Meu concorrente saiu no veículo x, mas era para nós estarmos ali porque somos melhores”; A empresa y foi entrevistada pelo Jornal Nacional, mas ele nem sabe tanto assim sobre o mercado”, e por aí vai.

Primeiro de tudo, é preciso fazer um exercício para entender qual assunto foi abordado. Muitas reclamações vêm somente porque o concorrente teve visibilidade na mídia, mas esquecem de analisar se o assunto abordado, de fato, seria interessante para seu negócio. Exemplo: notícias sobre aportes/investimentos dificilmente abordam outros players do mercado; fusões e aquisições; pautas de mercado em que o concorrente abre números de crescimento e faturamento, e você não fala sobre esse assunto, entre outros, são temas que o jornalista irá utilizar somente a empresa mais atrativa.

Acredito que o ponto principal aqui é – você admirar uma empresa, um empreendedor, um investidor ou um mentor, é extremamente saudável, mas não tente ser exatamente como eles. Cada um tem sua essência e criar seu próprio caminho de sucesso é bem mais gratificante do que ser uma réplica de alguém. Pense nisso!

*Juliana Gusmão é jornalista formada desde 2012 pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com Pós-Graduação em Marketing e Comunicação Publicitária pela Faculdade Cásper Líbero. Com oito anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Gerente de Núcleo na PiaR Comunicação.

ROTEIRO DE SUCESSO!

Se você já possui ou contratou alguma vez um serviço de assessoria de imprensa, deve ter ouvido a seguinte frase “vocês produzem pesquisas?”. Nós somos adoramos uma boa pesquisa, pois ela nos dá possibilidades diversas de divulgação, como negociar uma exclusiva com um veículo de grande audiência, o recorte de algum dado para fomentar uma sugestão de pauta, um gancho para um encontro de relacionamento com um jornalista estratégico, enfim, todo amor do mundo por essa ferramenta!

Porém, fazer uma análise aprofundada sobre um setor, um grupo ou uma tendência nem sempre é fácil e demanda tempo, uma equipe dedicada e conhecimento de mercado. Muitas empresas, inclusive, optam por realizar parcerias com outras organizações que sejam especializadas no assunto na hora de produzir um material como esse.

Porém, se você está interessado em preparar uma pesquisa, existem alguns pontos chave que devem ser levados em consideração. Primeiramente, é essencial definir o público-alvo e seus objetivos com ele, pois somente dessa conseguimos definir os próximos passos. Nesse primeiro momento, é necessário coletar as informações básicas como faixa etária, sexo, faixa salarial, entre outras. É aqui que vamos entender o perfil dos respondentes.

A partir disso, temos que definir como faremos a coleta de informações. Existem dois métodos comumente utilizados, o primeiro é a metodologia qualitativa, onde o entrevistado pode responder livremente as questões propostas pelo pesquisador, que deve fazer uma análise em relação as opiniões expostas por ele para chegar a uma conclusão. O preceito da pesquisa qualitativa é que não mensurar, é sim levar em consideração cada informação.

O outro método é o quantitativo, que tem por objetivo obter números, como o próprio nome já diz. Normalmente, são perguntas fechadas que tem múltiplas escolhas e facilitam na hora de mensurar os resultados. Essa é a melhor forma de preparar um material para que possamos divulgar, uma vez que são gerados números que nos ajudam a comprovar uma teoria ou uma tendência.

Aqui na PiaR, temos alguns exemplos de empresas que realizam pesquisas incríveis que nos ajudam a embasar matérias, é o caso da NeoAssist, única plataforma omnichannel para atendimento ao cliente do mercado brasileiro, que prepara diversos estudos envolvendo seu setor, e da Konduto, primeira empresa do mundo a monitorar todo o comportamento de navegação e compra de um usuário em uma loja virtual ou aplicativo mobile, que desenvolve levantamentos mostrando como fraudes podem ser prejudiciais tanto para consumidores como para lojistas virtuais.

Com pesquisas de mercado eficazes, além de uma empresa conseguir obter informações valiosas sobre seu mercado, concorrentes, clientes e perspectivas para os próximos anos, também é possível conseguir uma exposição interessante em mídias de grande audiência por meio de sua assessoria de imprensa.

*Bruna Sant’Anna Froner é Relações Públicas formada desde 2009 pela Universidade Metodista de São Paulo, com pós-graduação em Marketing e Comunicação Integrada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Com 10 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Líder de Núcleo na PiaR Comunicação.

GENTE DEMAIS, ENTENDIMENTO DE MENOS!

Normalmente, quando uma empresa procura um serviço de assessoria de imprensa, está buscando uma maneira estratégica de se comunicar com seus principais públicos de interesse. Muitas vezes, por receio que informações preciosas não sejam passadas para sua agência de comunicação, algumas organizações preferem envolver diversos profissionais nas demandas diárias. Porém, na maioria das vezes, essa prática não é a mais indicada e eu explico o porquê.

Feche os olhos e imagine um grupo com indivíduos com ideias completamente opostas opinando sobre um texto que precisa ser divulgado urgentemente por conta do timing. Agora acrescente a isso uma agenda cheia de compromissos onde cada um desses profissionais só conseguirá olhar esse material quando “sobrar um tempinho”. E por fim, finalize pensando que uma pessoa pode discordar da modificação da outra. Uma loucura, né?

Por isso, para termos um trabalho mais assertivo, o ideal é centralizar a comunicação em uma interface, que ficará responsável por colher informações, validar dados com os respectivos responsáveis, aprovar materiais e outras ações que fazem parte do nosso dia a dia. Isso agiliza, e muito, a nossa rotina, fazendo com que tudo flua melhor. 

Outro ponto importante é tentar centralizar as demandas em apenas um porta-voz. Sim, às vezes não é possível pois cada sócio tem uma expertise diferente ou é responsável por uma vertente diferente dentro de uma organização. Porém, quando estamos em busca do fortalecimento e reconhecimento de uma marca em seu mercado de atuação, fica mais fácil tornar apenas uma pessoa a cara de uma marca.

Afinal, quando pensamos em empresas consolidadas, conseguimos lembrar de seu porta-voz. Por exemplo, quando pensamos na Apple, inevitavelmente lembramos de Steve Jobs, certo? Microsoft remete automaticamente ao Bill Gates, não é mesmo? E como podemos falar no Facebook sem mencionar o Mark Zuckerberg? 

Portanto, é importante buscarmos sempre centralizar as principais demandas em apenas uma interface e em um porta-voz para evitarmos ruídos de comunicação e garantir um trabalho eficiente e assertivo. Acredite, nem sempre mais cabeças pensam melhor que uma!

*Bruna Sant’Anna Froner é Relações Públicas formada desde 2009 pela Universidade Metodista de São Paulo, com pós-graduação em Marketing e Comunicação Integrada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Com 10 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Gerente de Equipe na PiaR Comunicação.

COMO MEDIR E INTERPRETAR BONS RESULTADOS?

Diariamente, somos questionados sobre a abrangência de determinados veículos que temos conseguido emplacar algumas matérias. Além disso, há algum tempo, muitos clientes também entraram em contato para saber informações sobre valoração, ou seja, quanto que aquele espaço em que a matéria foi publicada custa.

Posso dizer que aqui na PiaR, nós procuramos avaliar, mensurar e interpretar os bons resultados de diferentes formas. Por exemplo, quando um novo cliente entra na agência, nós traçamos em conjunto qual é o seu propósito de felicidade e em cima disso, sabemos quais são os veículos que conversam, de fato, com seu público. Conseguir sair na mídia que vai impactar em cheio quem consome seu produto, na nossa análise, é considerado um bom resultado.

Além disso, algumas ferramentas tecnológicas permitem que tenhamos acesso a alguns dados que são importantes e mostram o impacto e relevância de uma publicação. Tentamos sempre levantar qual é a audiência dos veículos, exemplares distribuídos, valoração, entre outros. Claro que alguns fatores contribuem para uma boa visibilidade de uma publicação. As tv’s e rádios, por exemplo, tem um poder de disseminação de conteúdo imensurável.

Por fim, acredito que muito além de dados e números, uma boa agência de PR é aquela que entende o objetivo de cada cliente e mostre para ele o valor e relevância dos espaços que conseguimos. Entender qual tipo de notícia o público-alvo de cada um consome facilita na hora de buscar por inserções que tragam credibilidade, endosso e reputação para a marca. Pensem nisso!

*Juliana Gusmão é jornalista formada desde 2012 pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com Pós-Graduação em Marketing e Comunicação Publicitária pela Faculdade Cásper Líbero. Com oito anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Gerente de Núcleo na PiaR Comunicação.