CUSTOMER SUCCESS, UM POUCO SOBRE A MINHA EXPERIÊNCIA

*Por Renniê Paro

Como vocês sabem, no começo desse ano criamos uma unidade de Customer Success na PiaR. Estamos muito orgulhos de sermos a primeira agência de PR, focada em startups, a ter essa área.

Qual é seu principal objetivo? Acompanhar cada passo do cliente na agência, sanar suas necessidades, melhorar as entregas e entender seu Propósito de Felicidade com PR.

Passados os três primeiros meses de aplicação dessa unidade, tenho alguns feedbacks que acho interessantes compartilhar com vocês:

– Muitos clientes simplesmente não sabem dizer qual é seu Propósito de Felicidade com PR. Quando questionados sobre ‘quais são seus veículos sonho?’ ou ‘como você quer ser reconhecido?’ a resposta era evasiva ou um simples “Quero TV”. Isso dificulta bastante o desenvolvimento de estratégias assertivas

– Por outro lado, tivemos uma parcela de clientes que foi extremamente ativa e solícita com a nova área. E aqui fica o meu ‘mea culpa’ por não ter dado a atenção que deveria para conseguir entregar o que foi combinado entre as partes.

– Muitas vezes as áreas de Relacionamento e CS se misturaram e isso não foi bacana! Por isso, tive que reformular a maneira de trabalho, objetivo e abordagem com cada cliente que se propôs a participar do processo de CS e atuar de maneira complemente independente de Relacionamento (e isso nem sempre é fácil rs)

– Onboarding bem feito é 50% de caminho andado. Um dos nossos principais gaps no ano passado era um onboarding feito na correria do dia e a dia e de ‘qualquer maneira’. Com CS conseguir sanar esse problema e os clientes que ingressaram na PiaR sob o novo modelo demonstram uma taxa de aproveitamento e satisfação muito acima da média

Enfim, agora estou partindo para o Q2 e tenho certeza que ao final de mais um trimestre terei novidades para compartilhar. Até lá, me desejem sorte e, claro, se tiverem materiais sobre Customer Success para me ajudar, vou aceitar de bom grado   😉

*Renniê Paro é jornalista formada desde 2008 na Universidade Paulista, com pós-graduação em Comunicação Organizacional na FMU. Com mais de 10 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Head de Customer Success e Marketing na PiaR Comunicação.

EXPERIÊNCIA É A CHAVE DO NEGÓCIO!

*Por Juliana Gusmão

Compartilhar suas experiências, sejam elas boas ou ruins, é muito importante para conseguir alavancar não só os seus negócios, mas também contribuir com outros empreendedores. Quem nunca se inspirou na história de um empreendedor para criar coragem e tirar seu projeto do papel?

Isso é comum no segmento das startups, por exemplo. Muitos profissionais são fontes de inspiração e dão até palestras com diversas dicas para auxiliar quem deseja investir nesse mercado ou criar algo inovador. Porém, para que essa troca seja produtiva, não se esquive de falar sobre o que não deu certo.

Dividir com as pessoas suas experiências ruins também é importante para o crescimento profissional de todos. Orientar para que elas não cometam os mesmos erros e sigam por caminhos diferentes é essencial para te tornar referência.

Outro ponto que considero importante é que essa prática de compartilhamento de conhecimento te coloca em outro patamar profissional. As pessoas não te veem somente como dono da empresa “x”, mas sim como aquele que colabora para o ecossistema de empreendedorismo no país. Além do seu negócio em si, algumas atitudes te diferenciam dos seus concorrentes no mercado, e dividir experiências é uma delas.

Por fim, não guarde para si o que pode contribuir com uma imensidão de pessoas. Em uma época onde a grande maioria está ávida por novos conhecimentos, a troca de informação é considerada “rei”.

*Juliana Gusmão é jornalista formada desde 2012 pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com Pós-Graduação em Marketing e Comunicação Publicitária pela Faculdade Cásper Líbero. Com sete anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Head de Relacionamento na PiaR Comunicação.

Rádio: a mídia pouco explorada

*Por Bruno Pinheiro 

Sim, o rádio! Vamos falar dessa mídia que nasceu no Brasil, oficialmente, no dia 7 de setembro de 1922, nas comemorações do centenário da Independência do País, com a transmissão da fala do presidente Epitácio Pessoa, na inauguração da radiotelefonia brasileira.

Em uma era digital, onde vemos muitas notícias de jornais e revistas sendo fechadas (e isso é algo desanimador), muitos empreendedores se esquecem do poder que esse meio tem de alcançar um público fiel e cativo e que pode impactar positivamente nas estratégias de comunicação. Por isso, deixo aqui um apelo: é preciso deixar de lado o preconceito sobre o rádio, o achando arcaico e fadado a sumir.

Segundo uma lista do Ministério das Comunicações, em 2011 existiam 9.973 licenciados a executar os serviços de radiodifusão nas áreas educativa e comercial e 4.377 rádios comunitárias outorgadas. Claro que de lá para cá esses números devem ter aumentado. Além disso, existem hoje rádios por meio de streaming, fator que amplia ainda mais a atuação desse meio.

Não sei vocês, mas eu, particularmente, tenho o hábito de ouvir rádios de notícias pela manhã, enquanto vou para a agência. Isso abre um leque incrível de possibilidades para pensar em novas pautas, conhecer programas ou apresentadores que ainda não faziam parte do meu cotidiano, e até mesmo entender a linguagem de cada dial.

Caso você, CMO, CEO ou fundador da uma startup, não tenha o costume, sugiro que desligue um pouco o bluetooth do seu rádio e deixe as estações ditarem o ritmo. Você irá se surpreender com a diversidade e impacto que essa mídia pode ter para seus negócios.

Ah, tenho algumas boas notícias:

– Não, o rádio não irá sumir, como gostam de gritar aos quatro ventos alguns pessimistas de plantão;

– O rádio, que não é bobo nem nada, tem se adaptado aos novos modos de consumo de informação, passando a acompanhar as tendências tecnológicas. Ou seja, o streaming chegou para ficar;

– E a última, mas não menos importante: é crescente o número de produtores, apresentadores e programas interessados em entender mais sobre o ecossistema de startups, principalmente quando elas oferecem soluções que impactem positivamente a vida das pessoas comuns.

Por isso, voltando ao título desse artigo, quando for reunir sua equipe de assessoria de imprensa, marketing, redes sociais e publicidade (ou seja, todo o time de comunicação), não esqueça de incluir o bom e velho rádio nas estratégias. Dessa forma, você conseguirá ampliar o número de veículos que podem ser abordados e, claro, pulverizar cada vez mais a mensagem de sua startup.

 

*Com 13 anos de experiência em assessoria de imprensa, Bruno já trabalhou no atendimento de contas como BuscaPé, Fox, VivaReal, Qranio, EasyTaxi, boo-box, Samba Tech e Evernote. Já participou de grandes anúncios no mercado brasileiro e conduziu o lançamento de mais de 130 startups nos últimos 8 anos. Bruno Pinheiro é fundador da PiaR Comunicação, assessoria de imprensa de 40 startups no Brasil.

TIME ALINHADO, ENGAJADO E COM OBJETIVOS BEM DEFINIDOS = SUCESSO

*Por Renniê Paro

Time alinhado, engajado e com objetivos bem definidos = sucesso.

Sim, essa é a “receita do sucesso”, se é que posso assim dizer, para que uma equipe de PR possa gerar bons resultados.

Definir quais são os objetivos de uma startup com ações de assessoria de imprensa é o primeiro passo para que todas as estratégias sejam desenvolvidas de maneira estratégica. De nada adianta sua equipe de comunicação estar focada em falar de como ganhar dinheiro online, se seu time comercial está focado em soluções para o setor de educação, por exemplo.

Por isso, reuniões, calls, sinais de fumaça…são fundamentais para que todos estejam na mesma página e possam, juntos, impactar positivamente sua empresa, seja em termos de vendas ou branding.  Outro ponto importante nesse sentido é que não é inteligente mudar seus objetivos ou posicionamentos há cada 15 dias. Isso, além de ser desgastante para todos os envolvidos, é também um péssimo indício para a imprensa. Afinal, quem não sabe o que quer/ou é, não chega a lugar algum.

Trabalhando há quatro anos com startups, sei que tudo muda muito rápido e nós, como agência especializada, conseguimos nos adaptar bem a esse ritmo. Mas é importante “dar um tempo” para sentir os resultados e retornos de mídia. Que tal um plano por trimestre e depois uma avaliação do que deu, ou não, certo?

Somente assim será possível criar uma unidade de comunicação, com um time engajado, alinhado e focado em objetivos claros e alcançáveis.

*Renniê Paro é jornalista formada desde 2008 na Universidade Paulista, com pós-graduação em Comunicação Organizacional na FMU. Com mais de 10 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Head de Customer Success e Marketing na PiaR Comunicação.

A IMPORTÂNCIA DO ENDOMARKETING NO DIA A DIA DA EQUIPE

*Por Juliana Gusmão

Com certeza você já ouviu falar sobre endomarketing e sua importância para as empresas. Acredito que ter uma estratégia bem-sucedida envolve saber escutar e entender as necessidades de sua equipe, bem como proporcionar benefícios que tragam um bem-estar para todos.

A motivação dos funcionários é um dos pontos que considero essenciais para ter uma equipe engajada e colaborativa. Tudo isso faz com que os colaboradores tragam mais ideias, melhorias e se sintam à vontade no ambiente de trabalho. Como costumamos dizer, passamos mais tempo na empresa do que na nossa própria casa, por isso acredito que o local de trabalho tenha que proporcionar o máximo de conforto.

Porque não realizar workshops internos em prol do crescimento profissional e também pessoal? Organizar confraternizações que ajudam no engajamento da equipe e melhorar a relação entre eles? Acredito que estar próxima de seus colaboradores é essencial para encontrar as falhas que os desmotivam e, consequentemente, procurar caminhos para proporcionar o melhor ambiente de trabalho para todos.

Tenho certeza que ações positivas que buscam o bem-estar, dar espaço para que os colaboradores tenham voz e exponham suas ideias são ações essenciais para o crescimento, não só profissional, mas pessoal também. Ter que gerenciar uma equipe e ao mesmo tempo pensar em inúmeras possibilidades para manter a saúde mental de todos é uma tarefa bastante difícil, mas muito gratificante quanto o objetivo é atingido.

Colaboradores satisfeitos e que se sintam parte da equipe contribuem para a diminuição da rotatividade no trabalho. Tudo isso cria laços de afinidade e confiabilidade, tornando os funcionários cada vez mais fiéis da sua marca.

E aí, que tipo de ações sua empresa faz para engajar a equipe?

*Juliana Gusmão é jornalista formada desde 2012 pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com Pós-Graduação em Marketing e Comunicação Publicitária pela Faculdade Cásper Líbero. Com sete anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Head de Relacionamento na PiaR Comunicação.