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O FUTURO AO JORNALISTA PERTENCE!

Nos últimos anos, observamos uma enxurrada de novidades ligadas aos meios de comunicação. Algumas delas não foram tão boas porque engloba, por exemplo, a notícia sobre a recuperação judicial do Grupo Abril e o anúncio feito pelo mesmo sobre o fechamento de diversos títulos como Elle, Boa Forma, Mundo Estranho, Arquitetura, Casa Claudia, entre outros.

Outro ponto que foi muito discutido por nós assessores em especial, foi a troca de jornalistas de uma editoria para outra. Isso ocorreu devido à instabilidade econômica que nosso país vive atualmente e que também impactou muitas mídias. Em outros textos que escrevi aqui para o blog, cheguei a comentar que o trabalho de uma assessoria de imprensa vai muito além de somente divulgar uma pauta ou outra, mas sim deve ser baseada em RELACIONAMENTO.

Ou seja, quando você se aproxima de um profissional importante dentro de um determinado veículo de comunicação, você torna-se um ponto focal estratégico. Nessas situações de desligamentos e redução nas redações, por exemplo, aquele jornalista que você mantinha contato pode ingressar em outro jornal ou revista relevante, e pode ter certeza – ele irá lembrar de você!

Por outro lado, quando falamos de coisas boas nesse segmento, também tivemos o lançamento de novos canais de divulgação como os podcasts, que nada mais são que um arquivo digital de áudio transmitido por meio da internet com objetivo de divulgar informações sobre os mais variados temas. Para se ter uma ideia, de acordo com os dados da Audio.ad, empresa de publicidade em áudio digital, aproximadamente 25% dos brasileiros que já ouvem áudios digitais também consomem podcasts. Outro dado interessante está relacionado ao valor desse modelo de negócio – que segundo a consultoria PWC – valerá US$ 1 bilhão de dólares em 2020.

Ainda de acordo com a PWC, 70% dos entrevistados ouve o conteúdo de três a seis vezes por semana. Já o Spotify, plataforma de streaming de música, aponta que o consumo de podcasts aumentou 250% de dezembro de 2017 para o mesmo período em 2018. A empresa ainda reforça que desde o início de 2019, esses números quase dobraram.

Diante desses dados, ao que tudo indica é que essa nova mídia tem grande potencial de capilaridade e veio com tudo para ficar. Alguns veículos já entenderam sua força de disseminar conteúdos e passaram a implantar a ferramenta como uma opção para divulgar suas notícias. A TV Globo anunciou o lançamento de alguns podcasts para abordar diversos temas ao longo das semanas; a revista Você SA também apostou na plataforma; o Infomoney tem um com foco em bate-papo com empreendedores de grandes negócios e por aí vai.

Por fim, a nós assessores nos resta ficar de olho na evolução do mercado de comunicação e orientar nossos clientes sobre quais são as melhores estratégias a seguir e a mídia que faz mais sentido divulgar determinado assunto. Afinal, o futuro ao jornalista pertence!

*Juliana Gusmão é jornalista formada desde 2012 pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com Pós-Graduação em Marketing e Comunicação Publicitária pela Faculdade Cásper Líbero. Com oito anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Gerente de Núcleo na PiaR Comunicação.

ROTEIRO DE SUCESSO!

Se você já possui ou contratou alguma vez um serviço de assessoria de imprensa, deve ter ouvido a seguinte frase “vocês produzem pesquisas?”. Nós somos adoramos uma boa pesquisa, pois ela nos dá possibilidades diversas de divulgação, como negociar uma exclusiva com um veículo de grande audiência, o recorte de algum dado para fomentar uma sugestão de pauta, um gancho para um encontro de relacionamento com um jornalista estratégico, enfim, todo amor do mundo por essa ferramenta!

Porém, fazer uma análise aprofundada sobre um setor, um grupo ou uma tendência nem sempre é fácil e demanda tempo, uma equipe dedicada e conhecimento de mercado. Muitas empresas, inclusive, optam por realizar parcerias com outras organizações que sejam especializadas no assunto na hora de produzir um material como esse.

Porém, se você está interessado em preparar uma pesquisa, existem alguns pontos chave que devem ser levados em consideração. Primeiramente, é essencial definir o público-alvo e seus objetivos com ele, pois somente dessa conseguimos definir os próximos passos. Nesse primeiro momento, é necessário coletar as informações básicas como faixa etária, sexo, faixa salarial, entre outras. É aqui que vamos entender o perfil dos respondentes.

A partir disso, temos que definir como faremos a coleta de informações. Existem dois métodos comumente utilizados, o primeiro é a metodologia qualitativa, onde o entrevistado pode responder livremente as questões propostas pelo pesquisador, que deve fazer uma análise em relação as opiniões expostas por ele para chegar a uma conclusão. O preceito da pesquisa qualitativa é que não mensurar, é sim levar em consideração cada informação.

O outro método é o quantitativo, que tem por objetivo obter números, como o próprio nome já diz. Normalmente, são perguntas fechadas que tem múltiplas escolhas e facilitam na hora de mensurar os resultados. Essa é a melhor forma de preparar um material para que possamos divulgar, uma vez que são gerados números que nos ajudam a comprovar uma teoria ou uma tendência.

Aqui na PiaR, temos alguns exemplos de empresas que realizam pesquisas incríveis que nos ajudam a embasar matérias, é o caso da NeoAssist, única plataforma omnichannel para atendimento ao cliente do mercado brasileiro, que prepara diversos estudos envolvendo seu setor, e da Konduto, primeira empresa do mundo a monitorar todo o comportamento de navegação e compra de um usuário em uma loja virtual ou aplicativo mobile, que desenvolve levantamentos mostrando como fraudes podem ser prejudiciais tanto para consumidores como para lojistas virtuais.

Com pesquisas de mercado eficazes, além de uma empresa conseguir obter informações valiosas sobre seu mercado, concorrentes, clientes e perspectivas para os próximos anos, também é possível conseguir uma exposição interessante em mídias de grande audiência por meio de sua assessoria de imprensa.

*Bruna Sant’Anna Froner é Relações Públicas formada desde 2009 pela Universidade Metodista de São Paulo, com pós-graduação em Marketing e Comunicação Integrada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Com 10 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Líder de Núcleo na PiaR Comunicação.

GENTE DEMAIS, ENTENDIMENTO DE MENOS!

Normalmente, quando uma empresa procura um serviço de assessoria de imprensa, está buscando uma maneira estratégica de se comunicar com seus principais públicos de interesse. Muitas vezes, por receio que informações preciosas não sejam passadas para sua agência de comunicação, algumas organizações preferem envolver diversos profissionais nas demandas diárias. Porém, na maioria das vezes, essa prática não é a mais indicada e eu explico o porquê.

Feche os olhos e imagine um grupo com indivíduos com ideias completamente opostas opinando sobre um texto que precisa ser divulgado urgentemente por conta do timing. Agora acrescente a isso uma agenda cheia de compromissos onde cada um desses profissionais só conseguirá olhar esse material quando “sobrar um tempinho”. E por fim, finalize pensando que uma pessoa pode discordar da modificação da outra. Uma loucura, né?

Por isso, para termos um trabalho mais assertivo, o ideal é centralizar a comunicação em uma interface, que ficará responsável por colher informações, validar dados com os respectivos responsáveis, aprovar materiais e outras ações que fazem parte do nosso dia a dia. Isso agiliza, e muito, a nossa rotina, fazendo com que tudo flua melhor. 

Outro ponto importante é tentar centralizar as demandas em apenas um porta-voz. Sim, às vezes não é possível pois cada sócio tem uma expertise diferente ou é responsável por uma vertente diferente dentro de uma organização. Porém, quando estamos em busca do fortalecimento e reconhecimento de uma marca em seu mercado de atuação, fica mais fácil tornar apenas uma pessoa a cara de uma marca.

Afinal, quando pensamos em empresas consolidadas, conseguimos lembrar de seu porta-voz. Por exemplo, quando pensamos na Apple, inevitavelmente lembramos de Steve Jobs, certo? Microsoft remete automaticamente ao Bill Gates, não é mesmo? E como podemos falar no Facebook sem mencionar o Mark Zuckerberg? 

Portanto, é importante buscarmos sempre centralizar as principais demandas em apenas uma interface e em um porta-voz para evitarmos ruídos de comunicação e garantir um trabalho eficiente e assertivo. Acredite, nem sempre mais cabeças pensam melhor que uma!

*Bruna Sant’Anna Froner é Relações Públicas formada desde 2009 pela Universidade Metodista de São Paulo, com pós-graduação em Marketing e Comunicação Integrada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Com 10 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Gerente de Equipe na PiaR Comunicação.

COMO MEDIR E INTERPRETAR BONS RESULTADOS?

Diariamente, somos questionados sobre a abrangência de determinados veículos que temos conseguido emplacar algumas matérias. Além disso, há algum tempo, muitos clientes também entraram em contato para saber informações sobre valoração, ou seja, quanto que aquele espaço em que a matéria foi publicada custa.

Posso dizer que aqui na PiaR, nós procuramos avaliar, mensurar e interpretar os bons resultados de diferentes formas. Por exemplo, quando um novo cliente entra na agência, nós traçamos em conjunto qual é o seu propósito de felicidade e em cima disso, sabemos quais são os veículos que conversam, de fato, com seu público. Conseguir sair na mídia que vai impactar em cheio quem consome seu produto, na nossa análise, é considerado um bom resultado.

Além disso, algumas ferramentas tecnológicas permitem que tenhamos acesso a alguns dados que são importantes e mostram o impacto e relevância de uma publicação. Tentamos sempre levantar qual é a audiência dos veículos, exemplares distribuídos, valoração, entre outros. Claro que alguns fatores contribuem para uma boa visibilidade de uma publicação. As tv’s e rádios, por exemplo, tem um poder de disseminação de conteúdo imensurável.

Por fim, acredito que muito além de dados e números, uma boa agência de PR é aquela que entende o objetivo de cada cliente e mostre para ele o valor e relevância dos espaços que conseguimos. Entender qual tipo de notícia o público-alvo de cada um consome facilita na hora de buscar por inserções que tragam credibilidade, endosso e reputação para a marca. Pensem nisso!

*Juliana Gusmão é jornalista formada desde 2012 pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com Pós-Graduação em Marketing e Comunicação Publicitária pela Faculdade Cásper Líbero. Com oito anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Gerente de Núcleo na PiaR Comunicação.

COMO CONHECER SUA EQUIPE E ADEQUAR O PERFIL DE CADA COLABORADOR?

De acordo com um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizado no período entre novembro de 2017 e janeiro de 2018, 85% das pessoas que se encontravam na situação de desemprego no país foram desligadas das empresas por questões de ordem comportamental.

Esse índice reflete bastante a insatisfação dos indivíduos ao trabalhar em ambientes corporativos ou em cargos que não têm nada a ver com seu perfil profissional ou habilidades. Mas como evitar essas frustações? O que as empresas podem fazer para melhorar o índice de turnover? São muitas as dúvidas que englobam esse universo.

Com o advento da tecnologia, hoje é possível aplicar a inteligência artificial na hora de fazer o recrutamento e seleção de seus funcionários. Empresas como a Solides, por exemplo, que traz inovação para o setor de RH com o único objetivo de mudar e melhorar o cenário de gestão de pessoas, ajudam a levar mais resultados estratégicos para os gestores. Com decisões mais assertivas acerca de seus colaboradores, consequentemente, há um aumento na produtividade e redução de custos.

Eu, como gestora de equipe, tenho um perfil que muitas vezes é diferente dos colaboradores que aqui trabalham comigo. A ferramenta da Solides me ajuda a ter uma visão mais estratégica e assertiva, onde posso trabalhar de diversas formas e entender o perfil de cada um, até onde posso chegar, como devo falar, as características de cada um e quais habilidades são mais desenvolvidas. Tudo isso em um cenário macro, reflete na produtividade, no clima e mantém um ambiente de trabalho mais leve e com ótimos resultados.

Uma pesquisa feita pela Love Mondays, plataforma que avalia as empresas no país, aponta que 70% dos profissionais desejavam mudar de empregado, sendo que praticamente 30% apontavam como principal motivo a questão de encontrar algo que tivesse mais alinhado com seu momento de vida. A questão do salário, que muitas vezes é um dos pontos de insatisfação dos colaboradores, apareceu na terceira colocação – com 25%, atrás da dificuldade de crescer na empresa – com 29%.

Por fim, acredito que o uso da tecnologia na gestão de pessoas tem sido muito positivo, agregando valor e auxiliando os gestores nas tomadas de decisões. Dessa forma, conseguimos aumentar o tempo do colaborador na empresa e, de fato, proporcionar melhorias que agregam, de alguma forma, algo positivo no dia a dia deles. Afinal, precisamos entender que um ambiente de trabalho qualificado vai muito além dos benefícios que são oferecidos, é preciso cuidar bem de seus funcionários e proporcionar o que tiver ao seu alcance para que eles se sintam bem – são eles que fazem as atividades darem certo. Pense nisso!

*Juliana Gusmão é jornalista formada desde 2012 pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com Pós-Graduação em Marketing e Comunicação Publicitária pela Faculdade Cásper Líbero. Com oito anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Head de Relacionamento na PiaR Comunicação.