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BONITO PARA QUEM?

Esse ano tive a oportunidade de trocar ideia com muitos clientes e conhecer melhor a cultura dentro de cada empresa, como se desenvolvem e o que priorizam, principalmente no que tange a cultura organizacional, engajamento e atração/retenção de talentos.

Além disso, estudei um pouco melhor as funcionalidades do Solides Gestão (software de gestão de pessoas) e com a ajuda da Jéssica Aguiar, mergulhamos um pouco mais no universo de Recursos Humanos (águas nunca antes navegadas, confesso).

Uma das coisas que mais me marcou é como uma cultura organizacional sólida e sincera afeta diretamente as pessoas que trabalham em uma empresa. Isso porque, principalmente para as novas gerações, apenas um bom salário já não é suficiente para manter alguém no emprego. As pessoas têm procurado por propósitos, por valores que tenham identificação e, consequentemente, ‘vestem a caminha da empresa’.

Não são poucos os casos que vi e ouvi de empresas que na mídia parecem lindas, que saem em matérias de “somos cool, somos legais” e na verdade o dia a dia é extremamente perverso. Pressões desnecessárias, mudanças de rotas de última hora ou mesmo as chamadas “adaptações” no meio do caminho podem ser sinais ruins para uma empresa.

A máxima antiga da “mas o cliente tem sempre razão” nunca foi tão distorcida (pelo menos em minha opinião). Claro que as impressões e expectativas de um cliente devem ser ouvidas com atenção, mas abrir mão de valores e premissas que tanto se demorou para construir dentro de uma empresa, não devem sequer serem cogitadas de passarem por mudanças porque o CLIENTE QUER! Por isso reforço sempre que é preciso manter a mesma imagem onde quer se que se vá. Não dá para ser uma coisa na vida real, outra no Instagram e outra na mídia. Coerência, transparência e sinceridade sempre foram vencedoras na hora de se conquistar o que quer seja. Pensem nisso!

*Renniê Paro é jornalista formada desde 2008 na Universidade Paulista, com pós-graduação em Comunicação Organizacional na FMU. Com mais de 10 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é COO na PiaR Comunicação.

COMO CONHECER SUA EQUIPE E ADEQUAR O PERFIL DE CADA COLABORADOR?

De acordo com um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizado no período entre novembro de 2017 e janeiro de 2018, 85% das pessoas que se encontravam na situação de desemprego no país foram desligadas das empresas por questões de ordem comportamental.

Esse índice reflete bastante a insatisfação dos indivíduos ao trabalhar em ambientes corporativos ou em cargos que não têm nada a ver com seu perfil profissional ou habilidades. Mas como evitar essas frustações? O que as empresas podem fazer para melhorar o índice de turnover? São muitas as dúvidas que englobam esse universo.

Com o advento da tecnologia, hoje é possível aplicar a inteligência artificial na hora de fazer o recrutamento e seleção de seus funcionários. Empresas como a Solides, por exemplo, que traz inovação para o setor de RH com o único objetivo de mudar e melhorar o cenário de gestão de pessoas, ajudam a levar mais resultados estratégicos para os gestores. Com decisões mais assertivas acerca de seus colaboradores, consequentemente, há um aumento na produtividade e redução de custos.

Eu, como gestora de equipe, tenho um perfil que muitas vezes é diferente dos colaboradores que aqui trabalham comigo. A ferramenta da Solides me ajuda a ter uma visão mais estratégica e assertiva, onde posso trabalhar de diversas formas e entender o perfil de cada um, até onde posso chegar, como devo falar, as características de cada um e quais habilidades são mais desenvolvidas. Tudo isso em um cenário macro, reflete na produtividade, no clima e mantém um ambiente de trabalho mais leve e com ótimos resultados.

Uma pesquisa feita pela Love Mondays, plataforma que avalia as empresas no país, aponta que 70% dos profissionais desejavam mudar de empregado, sendo que praticamente 30% apontavam como principal motivo a questão de encontrar algo que tivesse mais alinhado com seu momento de vida. A questão do salário, que muitas vezes é um dos pontos de insatisfação dos colaboradores, apareceu na terceira colocação – com 25%, atrás da dificuldade de crescer na empresa – com 29%.

Por fim, acredito que o uso da tecnologia na gestão de pessoas tem sido muito positivo, agregando valor e auxiliando os gestores nas tomadas de decisões. Dessa forma, conseguimos aumentar o tempo do colaborador na empresa e, de fato, proporcionar melhorias que agregam, de alguma forma, algo positivo no dia a dia deles. Afinal, precisamos entender que um ambiente de trabalho qualificado vai muito além dos benefícios que são oferecidos, é preciso cuidar bem de seus funcionários e proporcionar o que tiver ao seu alcance para que eles se sintam bem – são eles que fazem as atividades darem certo. Pense nisso!

*Juliana Gusmão é jornalista formada desde 2012 pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com Pós-Graduação em Marketing e Comunicação Publicitária pela Faculdade Cásper Líbero. Com oito anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Head de Relacionamento na PiaR Comunicação.

MUITO CUIDADO COM A FORMA COMO COMPARA SUA EQUIPE COM OUTRAS AGÊNCIAS

*Por Renniê Paro

Olha, não é para me gabar não, mas a PiaR tem hoje uma equipe f…!!
E isso não foi do dia para a noite. Passamos por poucas e boas na construção do time que temos hoje e tivemos que fazer inúmeros ajustes, tanto de seleção, quanto de processos internos que impactassem diretamente a performance da equipe.

O grande ponto aqui é que, como gestores, devemos tomar certos cuidados ao compararmos nossa equipe com as de outras agências de PR. Primeiro porque cada empresa é única, portanto também é sua cultura, gestão e entrega de resultados. Segundo, porque ficar perseguindo o concorrente nunca é um hábito saudável e terceiro que abrir jornais/revistas e falar “Como a agência x consegue isso e a gente não? Acho que nossa equipe é ruim” não é a melhor estratégia de motivação, concorda?!

Este ano tive o prazer de participar do RD Summit e, como abordei no texto sobre o evento, pude aprender muitas formas de engajar e motivar a equipe. Isso porque, sem essas pessoas, a empresa simplesmente não existe. Então, gestores, a era da pressão e resultados por medo acabou definitivamente (e nem adianta bater o pé).

É preciso ter coerência, transparência e principalmente propósito se quer que seu time jogue a favor da agência! Só assim, todos saem ganhando: a empresa, os colaboradores e, claro, o cliente final. Pense nisso 😉

*Renniê Paro é jornalista formada desde 2008 na Universidade Paulista, com pós graduação em Comunicação Organizacional na FMU. Com 10 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Gerente de Comunicação na PiaR Comunicação.