BONITO PARA QUEM?

Esse ano tive a oportunidade de trocar ideia com muitos clientes e conhecer melhor a cultura dentro de cada empresa, como se desenvolvem e o que priorizam, principalmente no que tange a cultura organizacional, engajamento e atração/retenção de talentos.

Além disso, estudei um pouco melhor as funcionalidades do Solides Gestão (software de gestão de pessoas) e com a ajuda da Jéssica Aguiar, mergulhamos um pouco mais no universo de Recursos Humanos (águas nunca antes navegadas, confesso).

Uma das coisas que mais me marcou é como uma cultura organizacional sólida e sincera afeta diretamente as pessoas que trabalham em uma empresa. Isso porque, principalmente para as novas gerações, apenas um bom salário já não é suficiente para manter alguém no emprego. As pessoas têm procurado por propósitos, por valores que tenham identificação e, consequentemente, ‘vestem a caminha da empresa’.

Não são poucos os casos que vi e ouvi de empresas que na mídia parecem lindas, que saem em matérias de “somos cool, somos legais” e na verdade o dia a dia é extremamente perverso. Pressões desnecessárias, mudanças de rotas de última hora ou mesmo as chamadas “adaptações” no meio do caminho podem ser sinais ruins para uma empresa.

A máxima antiga da “mas o cliente tem sempre razão” nunca foi tão distorcida (pelo menos em minha opinião). Claro que as impressões e expectativas de um cliente devem ser ouvidas com atenção, mas abrir mão de valores e premissas que tanto se demorou para construir dentro de uma empresa, não devem sequer serem cogitadas de passarem por mudanças porque o CLIENTE QUER! Por isso reforço sempre que é preciso manter a mesma imagem onde quer se que se vá. Não dá para ser uma coisa na vida real, outra no Instagram e outra na mídia. Coerência, transparência e sinceridade sempre foram vencedoras na hora de se conquistar o que quer seja. Pensem nisso!

*Por Renniê Paro

COMO CONHECER SUA EQUIPE E ADEQUAR O PERFIL DE CADA COLABORADOR?

De acordo com um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizado no período entre novembro de 2017 e janeiro de 2018, 85% das pessoas que se encontravam na situação de desemprego no país foram desligadas das empresas por questões de ordem comportamental.

Esse índice reflete bastante a insatisfação dos indivíduos ao trabalhar em ambientes corporativos ou em cargos que não têm nada a ver com seu perfil profissional ou habilidades. Mas como evitar essas frustações? O que as empresas podem fazer para melhorar o índice de turnover? São muitas as dúvidas que englobam esse universo.

Com o advento da tecnologia, hoje é possível aplicar a inteligência artificial na hora de fazer o recrutamento e seleção de seus funcionários. Empresas como a Solides, por exemplo, que traz inovação para o setor de RH com o único objetivo de mudar e melhorar o cenário de gestão de pessoas, ajudam a levar mais resultados estratégicos para os gestores. Com decisões mais assertivas acerca de seus colaboradores, consequentemente, há um aumento na produtividade e redução de custos.

Eu, como gestora de equipe, tenho um perfil que muitas vezes é diferente dos colaboradores que aqui trabalham comigo. A ferramenta da Solides me ajuda a ter uma visão mais estratégica e assertiva, onde posso trabalhar de diversas formas e entender o perfil de cada um, até onde posso chegar, como devo falar, as características de cada um e quais habilidades são mais desenvolvidas. Tudo isso em um cenário macro, reflete na produtividade, no clima e mantém um ambiente de trabalho mais leve e com ótimos resultados.

Uma pesquisa feita pela Love Mondays, plataforma que avalia as empresas no país, aponta que 70% dos profissionais desejavam mudar de empregado, sendo que praticamente 30% apontavam como principal motivo a questão de encontrar algo que tivesse mais alinhado com seu momento de vida. A questão do salário, que muitas vezes é um dos pontos de insatisfação dos colaboradores, apareceu na terceira colocação – com 25%, atrás da dificuldade de crescer na empresa – com 29%.

Por fim, acredito que o uso da tecnologia na gestão de pessoas tem sido muito positivo, agregando valor e auxiliando os gestores nas tomadas de decisões. Dessa forma, conseguimos aumentar o tempo do colaborador na empresa e, de fato, proporcionar melhorias que agregam, de alguma forma, algo positivo no dia a dia deles. Afinal, precisamos entender que um ambiente de trabalho qualificado vai muito além dos benefícios que são oferecidos, é preciso cuidar bem de seus funcionários e proporcionar o que tiver ao seu alcance para que eles se sintam bem – são eles que fazem as atividades darem certo. Pense nisso!

*Por Juliana Gusmão

MUITO CUIDADO COM A FORMA COMO COMPARA SUA EQUIPE COM OUTRAS AGÊNCIAS

Olha, não é para me gabar não, mas a PiaR tem hoje uma equipe f…!!
E isso não foi do dia para a noite. Passamos por poucas e boas na construção do time que temos hoje e tivemos que fazer inúmeros ajustes, tanto de seleção, quanto de processos internos que impactassem diretamente a performance da equipe.

O grande ponto aqui é que, como gestores, devemos tomar certos cuidados ao compararmos nossa equipe com as de outras agências de PR. Primeiro porque cada empresa é única, portanto também é sua cultura, gestão e entrega de resultados. Segundo, porque ficar perseguindo o concorrente nunca é um hábito saudável e terceiro que abrir jornais/revistas e falar “Como a agência x consegue isso e a gente não? Acho que nossa equipe é ruim” não é a melhor estratégia de motivação, concorda?!

Este ano tive o prazer de participar do RD Summit e, como abordei no texto sobre o evento, pude aprender muitas formas de engajar e motivar a equipe. Isso porque, sem essas pessoas, a empresa simplesmente não existe. Então, gestores, a era da pressão e resultados por medo acabou definitivamente (e nem adianta bater o pé).

É preciso ter coerência, transparência e principalmente propósito se quer que seu time jogue a favor da agência! Só assim, todos saem ganhando: a empresa, os colaboradores e, claro, o cliente final. Pense nisso 😉

*Por Renniê Paro