O QUE VI NO PRIMEIRO SEMESTRE?

De fato, essa pergunta é complexa de ser respondida. Mas vou tentar.

O primeiro semestre de 2018 começou com a inauguração de nossa unidade de Customer Success, para a qual me aventurei de cabeça. O resultado, até agora, é de algumas iniciativas, muito estudo e redirecionamentos constantes. Acredito que foram seis meses intensos onde consegui fazer muito pouco do que gostaria, mas aprendi além do que imaginava. Para o próximo semestre espero melhorar.

Os primeiros seis meses do ano também trouxeram grandes (e boas) surpresas. Hoje posso dizer que estamos com uma equipe que realmente entende o que propomos como valor de entregas de PR e dá o sangue para conseguir melhorar os resultados, todos os dias.

Também pude sentir o reflexo de um workshop que fizemos ano passado com nossos clientes. Quando explicamos melhor a dinâmica de nosso trabalho e o que e como entregamos retornos, percebemos que o entendimento dos clientes também melhorou, impactando diretamente em nosso dia a dia. Esse ano tem mais workshop vindo aí.

A área de marketing da agência também começou a engrenar e melhoramos o desempenho de nossa imagem enquanto agência de PR focada em startups (agradecimento especial aqui para a Jhess).

Vi também que conseguimos nos aproximar de jornalistas e assim, aprendermos um pouco mais sobre o que podemos melhorar em nossas abordagens. Ações sociais, treinamentos internos e foco em QUALIDADE!! Esses são outros aspectos do que foi nosso semestre.

Fique de olho porque no próximo semestre vem novidades por aí 😉

*Por Renniê Paro

COMO AVALIAR A RELEVÂNCIA DE UM EVENTO?

Você parou para pensar em quantos eventos são realizados, por mês, só em São Paulo? Se ampliarmos esse foco, o número mais que dobra, afinal eventos do ecossistema de startups são incontáveis por esse Brasil à fora. Se acrescentarmos a onda de “eventos proprietários” que ganhou corpo nos últimos anos, aí sim a perdemos a conta.

Diante disso, é importante saber avaliar qual a relevância de um evento em dois aspectos: networking e imprensa. Digo isso porque para participar dessas atividades, geralmente, será necessário desembolsar uma verba do budget (geralmente do marketing) e precisamos de algum retorno, certo?

Do ponto de vista de networking, vale sempre pesquisar as edições anteriores do evento, número de participantes, palestrantes que já participaram e, claro, “assuntar” com quem foi nos outros anos. Afinal, o bom e velho boca a boca ainda faz uma grande diferença.

Do outro lado do balcão, quando você participa ou cria seu próprio evento, é preciso se atentar a alguns pontos antes de pedir que sua equipe de PR comece uma divulgação:

– Você vai palestrar ou participar de um painel importante? Ótimo! Isso pode render uma nota.

– Você vai apenas “passear” e conhecer o evento? Isso não é notícia

– Seu evento é fechado apenas para convidados? Sem problemas, mas a imprensa não publicará algo que é destinado a um público seleto.

– O valor do seu evento é condizente com o mercado? Saiba que a imprensa sempre prioriza eventos gratuitos ou com preços acessíveis (afinal, eles prestam serviços à população).

Por fim, um ponto muito importante: antes de sair divulgando um evento seu ou participação, tenha certeza de todas as informações (local, horário, preço, palestrantes, etc). Isso porque soa mal divulgar um dado X e depois mudar para Z. 😉

*Por Renniê Paro

CASE PIAR – COMO ALGUMAS AÇÕES MELHORAM O RENDIMENTO DOS COLABORADORES?

No texto de hoje decidi escrever sobre uma atividade que implementamos aqui na PiaR e tem trazido um retorno bastante positivo – o bate-papo com jornalistas de diferentes veículos de comunicação. Essa dinâmica permite que nossos colaboradores entendam o dia a dia do profissional e também sua rotina de trabalho.

Já recebemos aqui os jornalistas da Reuters, produtor da TV Globo, de um grande portal de propaganda e marketing, da Exame, entre outros, e eles puderam compartilhar suas experiências e também dar dicas de como podemos melhorar nossa abordagem e venda de pauta. Essas informações têm sido de grande valia, pois nos ajudam a aperfeiçoar nosso pitch com os jornalistas, criar pautas mais criativas e até mesmo a identificar o que, de fato, é relevante para cada veículo.

Claro que tem outro elemento muito importante nessa dinâmica – o relacionamento. Embora tenhamos contato com muitos profissionais do mercado, quando passamos a conhecê-los pessoalmente e a nos interessar pelo seu universo, a percepção muda completamente e ele torna-se um aliado fundamental, um parceiro.

Como atendemos startups de diversos segmentos aqui na empresa, entender a linguagem de cada veículo e o que “encanta os olhos desses profissionais”, corrobora positivamente para o nosso trabalho e faz com que identifiquemos as pautas que nossos clientes podem se encaixar. No final, se o trabalho for bem feito, todos saem ganhando – nós, os jornalistas e também os clientes.

*Por Juliana Gusmão

O QUE É MEDIA TRAINING E O QUE VOCÊ PODE APRENDER COM ELE?

Antes de abordarmos o que é possível aprender em um Media Training, vamos defini-lo. O Media training é um treinamento sobre como se portar e o que abordar, ou não, quando em contato com a imprensa, independente de seu modelo (TV, rádio, jornais, sites, revistas, etc).

O Media Training tradicional era realizado com a contratação de um jornalista de grande veículo, se tirava o porta-voz da empresa, gravasse toda a conversa e depois mostrava para o entrevistado, corrigindo e regravando o material até ele acertar o melhor caminho. O que acontece, nesses casos, é que é um processo caro e que toma praticamente um dia todo (tempo e custos que poucas startups têm).

Por isso, hoje atuamos com um ‘mini’ Media Training. Vamos até as startups, reunimos os porta-vozes e começamos uma apresentação simples e direta. Nela abordamos: o que é assessoria de imprensa e seu papel junto ao jornalista; porque é importante atender a imprensa, independente de seu porte ou região de atuação; OFFs; contatos têm hora; respeito ao trabalho do jornalista; entender o que é notícia; não se oportunista de mídia; como colocar-se no lugar do jornalista para entender seus problemas e ajuda-lo; além de dicas básicas de boa educação, ética e cordialidade.

Nesse processo é imprescindível que você, empreendedor, participe e tire todas as suas dúvidas. Não tenha receio algum de perguntar e tentar aplicar os pontos demonstrados em exemplos práticos que possam acontecer em situações reais diante de um jornalista.

Ficou interessado e quer entender melhor como é um Media Training? É só nos chamar para um papo 😉

*Por Renniê Paro

DINÂMICA DE UM ENCONTRO DE RELACIONAMENTO

*Por Juliana Gusmão

Marcar encontros de relacionamento é uma prática muito comum das assessorias de imprensa. Mas você sabe qual estratégia está por trás dessa dinâmica? Claro que conversamos com os jornalistas todos os dias e apresentamos as novidades da empresa, mas quando agendamos um bate-papo com um profissional específico, nada melhor do que o empreendedor contar sobre sua trajetória e o propósito da sua empresa.

Antes de tudo, é importante alinharmos as expectativas. Se encontrar com um jornalista de um veículo importante não nos dá a garantia de que ele irá publicar uma matéria após o almoço ou o café. O objetivo, antes de tudo, é firmar um relacionamento, como o próprio nome diz, e não sair do encontro com uma matéria fechada. Claro que durante a conversa o profissional pode encontrar um gancho interessante para uma reportagem, mas é bacana deixarmos claro o propósito desses convites.

Geralmente essa dinâmica engloba você falar sobre seu negócio, sua carreira empreendedora, o que te levou a criar sua empresa, mostrar o crescimento do mercado, apresentar cases de sucesso, entre outros pontos. Muitas vezes, dependendo do jornalista, falamos bastante sobre faturamento e perspectivas para os próximos anos. Por isso, esteja sempre preparado.

Outro ponto que consideramos de extrema importância – “não solte informações que não podem ser divulgadas”. Sim, isso já aconteceu algumas vezes e gerou um mal-estar enorme quando o jornalista resolveu publicar uma matéria e mencionou tais informações. Entendemos que muitos empreendedores ficam ansiosos e na expectativa de se saírem bem durante o bate-papo. Porém, tal ansiedade muitas vezes pode ser prejudicial ao negócio.

Por fim, quando seu assessor comentar que conseguiu um encontro de relacionamento com determinado jornalista, procure adequar sua agenda para atendê-lo. Esses profissionais estão cada vez mais requisitados e aproveitar a brecha na sua agenda é essencial para fazer do seu negócio conhecido e se aproximar de quem poderá escrever algo sobre você e seu mercado de atuação.

*Juliana Gusmão é jornalista formada desde 2012 pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com Pós-Graduação em Marketing e Comunicação Publicitária pela Faculdade Cásper Líbero. Com sete anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Head de Relacionamento na PiaR Comunicação.