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QUERO SAIR EM PROGRAMAS DE TV, MAS NÃO CONVERSO COM O PÚBLICO FINAL. E AGORA?

Com certeza, você assessor já ouviu muitas vezes seu cliente pedir para sair na TV x ou y, independente do assunto. É uma vontade bem comum entre a maioria dos empreendedores – ter uma grande exposição televisiva, seja porque a empresa é boa, ou porque o concorrente saiu, para atrair novos negócios, entre outros motivos.

Porém, um ponto muito importante precisa ficar alinhado entre ambas as partes – seu negócio conversa com o público-final da TV que você quer sair? Porque nada adianta o esforço para emplacar uma notícia no jornal da Record, por exemplo, se quem assiste não irá consumir seu produto ou entender o que você faz. Para sermos assertivos, nós assessores temos que entender o impacto de cada mídia, para posteriormente, traçar a melhor estratégia de divulgação de uma determinada notícia.

Quando se trata de TV, tudo pode acontecer. Por que digo isso? A produtora pode ligar e pedir uma gravação com porta-voz e personagem para ontem e termos que correr contra o tempo para conseguir. Pode acontecer de gravarmos uma matéria e ela ser cortada pela metade ou até mesmo não ser publicada por diversos motivos; pode ser positiva ou negativa (e não conseguimos saber qual viés eles vão abordar porque o jornalista não abre esse tipo de informação com o assessor e nem com o cliente); na maioria das vezes, as grandes mídias televisivas não mencionam o nome das empresas ou camuflam os logos, entre outros pontos que precisam sempre estar alinhados para não criarem grandes expectativas.

Entendo que a visibilidade de ter uma matéria veiculada na TV é enorme e ajuda na construção da marca e na admiração que os consumidores terão por ela, mas é preciso entender como que funciona o trabalho por trás das telinhas. Saber o que é ou não atrativo para aquele canal e todas as adversidades que andam de mãos dadas com esse tipo de exposição é essencial para conseguir ter sucesso emplacar ruma matéria bacana

Aqui na PiaR, temos bons relacionamentos com as principais TVs do Brasil, e quando temos estudo exclusivos ou assuntos que de alguma forma tem “fit” com o público-alvo de algumas das maiores mídias televisivas do país, entramos em contato e tentamos construir algo juntos. Muito mais do que entender sobre a relevância da mensagem que quem está do outro lado da tela irá consumir, é saber que para o assunto chamar a atenção do produtor é necessário ter imagens e ilustrações daquilo que será televisionado. Sem isso, aliado com outros pontos que mencionamos por aqui, dificilmente teremos sucesso nessa mídia.

*Juliana Gusmão é jornalista formada desde 2012 pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com Pós-Graduação em Marketing e Comunicação Publicitária pela Faculdade Cásper Líbero. Com oito anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Gerente de Núcleo na PiaR Comunicação.

5 SINAIS DE UMA ASSESSORIA DE IMPRENSA EFICIENTE

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Por Bruno Pinheiro

Em meus mais de 10 anos como assessor de imprensa e passando por N diferentes situações, cheguei a conclusão de que existe apenas uma grande verdade nesse setor. É um lema de levo comigo e que procuro transmitir para minha equipe e clientes: ATENDER É ENTENDER!

Parece clichê e simples demais, mas faz todo sentido. Canso de ver por aí profissionais de comunicação “deitando” regras sobre como ser uma assessoria de imprensa fenomenal, como o cliente deve se portar, como um atendimento deve falar, e etc. Acredito que a minha frase resume bem todas essas “fórmulas mágicas”. Se a agência de PR não entender a fundo seu cliente e suas necessidades, não o atenderá bem. E o inverso também se aplica, se o cliente não entender bem a mecânica de uma assessoria, não conseguirá ser bem atendido.

Por isso, pensei em listar cinco dicas para que startups possam identificar se o trabalho de uma AI tem sido eficiente:

Ela está sempre te “incomodando” para encontrar notícias:  Se a sua assessoria não está ‘pegando no seu pé’ full time para conseguir temas, pautas e materiais que possam render publicações, tem alguma coisa errada. O primeiro e mais forte sinal de que a agência contratada é eficiente, é exatamente a proatividade e interesse em fazer com que sua empresa esteja constantemente na mídia.

Ela te prepara para toda e qualquer situação com a imprensa: A imprensa é espontânea e imprevisível e é comum que você não esteja preparado ou não saiba lidar com a situação de imediato – e é ai que entramos na história. Uma boa assessoria te prepara e está ao seu lado em qualquer momento que você precise dela.

Ela entende com que público você precisa falar: ‘Atirar’ para todos os lados, definitivamente, não é uma boa estratégia. Uma agência eficiente vai estudar com muito cuidado o que nós chamamos de ‘cliente do cliente’ – a maneira certa de chegar em quem realmente pode gerar negócios para sua empresa.

Ela sabe a diferença entre image building e lead generation: Sim, são duas coisas bem diferentes que precisam ser trabalhadas.. Para construção de imagem, a assessoria precisa criar um planejamento estratégico, aproximando sua empresa dos principais veículos e jornalistas, para que você seja conhecido e reconhecido como especialista em sua área. Para a geração de lead, por sua vez, é preciso que a agência estude de forma detalhadao seu público alvo, para que consiga chegar até ele assertivamente, gerando novos negócios para você.

Ela tem uma sólida rede de contatos na imprensa:  Sua assessoria precisa ter muito mais que um mailing – precisa ter relacionamento com os jornalistas. Uma agência que não tem uma rede de contatos sólida terá o dobro de trabalho para alcançar seus objetivos – assim como para construir a imagem de sua empresa é necessário que os jornalistas conheçam e confiem no seu trabalho, com a assessoria não é diferente.