Rádio: a mídia pouco explorada

Sim, o rádio! Vamos falar dessa mídia que nasceu no Brasil, oficialmente, no dia 7 de setembro de 1922, nas comemorações do centenário da Independência do País, com a transmissão da fala do presidente Epitácio Pessoa, na inauguração da radiotelefonia brasileira.

Em uma era digital, onde vemos muitas notícias de jornais e revistas sendo fechadas (e isso é algo desanimador), muitos empreendedores se esquecem do poder que esse meio tem de alcançar um público fiel e cativo e que pode impactar positivamente nas estratégias de comunicação. Por isso, deixo aqui um apelo: é preciso deixar de lado o preconceito sobre o rádio, o achando arcaico e fadado a sumir.

Segundo uma lista do Ministério das Comunicações, em 2011 existiam 9.973 licenciados a executar os serviços de radiodifusão nas áreas educativa e comercial e 4.377 rádios comunitárias outorgadas. Claro que de lá para cá esses números devem ter aumentado. Além disso, existem hoje rádios por meio de streaming, fator que amplia ainda mais a atuação desse meio.

Não sei vocês, mas eu, particularmente, tenho o hábito de ouvir rádios de notícias pela manhã, enquanto vou para a agência. Isso abre um leque incrível de possibilidades para pensar em novas pautas, conhecer programas ou apresentadores que ainda não faziam parte do meu cotidiano, e até mesmo entender a linguagem de cada dial.

Caso você, CMO, CEO ou fundador da uma startup, não tenha o costume, sugiro que desligue um pouco o bluetooth do seu rádio e deixe as estações ditarem o ritmo. Você irá se surpreender com a diversidade e impacto que essa mídia pode ter para seus negócios.

Ah, tenho algumas boas notícias:

– Não, o rádio não irá sumir, como gostam de gritar aos quatro ventos alguns pessimistas de plantão;

– O rádio, que não é bobo nem nada, tem se adaptado aos novos modos de consumo de informação, passando a acompanhar as tendências tecnológicas. Ou seja, o streaming chegou para ficar;

– E a última, mas não menos importante: é crescente o número de produtores, apresentadores e programas interessados em entender mais sobre o ecossistema de startups, principalmente quando elas oferecem soluções que impactem positivamente a vida das pessoas comuns.

Por isso, voltando ao título desse artigo, quando for reunir sua equipe de assessoria de imprensa, marketing, redes sociais e publicidade (ou seja, todo o time de comunicação), não esqueça de incluir o bom e velho rádio nas estratégias. Dessa forma, você conseguirá ampliar o número de veículos que podem ser abordados e, claro, pulverizar cada vez mais a mensagem de sua startup.

*Por Bruno Pinheiro

O RÁDIO AINDA NÃO MORREU!

Se eu for contar aqui quantas vezes ouço “Quero sair na TV”, vamos perder alguns bons dias falando sobre isso. Também há um grande número de empreendedores que preferem sair em matérias online (com foco em gerar backlinks – o que nem sempre é possível e já explicamos o porquê algumas vezes aqui). E há, claro, os veículos impressos, que ainda são os favoritos!

Sentiu falta de alguém aí nessa lista?! Sim, o rádio! Essa mídia nasceu no Brasil, oficialmente, no dia 7 de setembro de 1922, nas comemorações do centenário da Independência do País, com a transmissão da fala do presidente Epitácio Pessoa, na inauguração da radiotelefonia brasileira.

Esse meio tem o poder de alcançar um público fiel e cativo que muitos empresários ignoraram quando montam suas estratégias de comunicação. É preciso deixar de lado o preconceito sobre o rádio, o achando arcaico e fadado a sumir.

Segundo uma lista do Ministério das Comunicações, em 2011 existiam 9.973 licenciados a executar os serviços de radiodifusão nas áreas educativa e comercial e 4.377 rádios comunitárias outorgadas. Claro que de lá para cá esses números devem ter aumentados. Além disso, existem hoje rádios por meio de streaming que ampliam ainda mais a atuação desse meio.

Por isso, acho que vale um exercício de reflexão sobre a importância do rádio para as divulgações de PR. É preciso estudar melhor esses veículos, quais são seus programas, que linguagem mais usam e como nós, assessores, podemos contribuir para que o rádio se torne cada vez mais relevante no dia a dia de empresários e startups brasileiras.

Ainda não tinha pensado sobre isso? Acho que já passou da hora 😉

*Por Renniê Paro