O QUE CONTRATAR PRIMEIRO: ASSESSORIA DE IMPRENSA OU GESTÃO DE REDES SOCIAIS?

*Por Renniê Paro

Quando uma startup chega ao ponto de pensar em investir em comunicação, sempre surge a grande dúvida: PR ou Social Media? Como já falamos anteriormente (em inúmeros textos no ano passado), comunicação não é pastelaria, portanto não há uma única resposta.

Uma dica que pode ajudar nesse momento de decidir onde investir seu budget, é responder um roteiro simples (mas que fará todo sentido):

– Você quer gerar novos leads e downloads? SOCIAL MEDIA

– Você quer aumentar seu awareness e branding? PR

– Quer que sua startup seja reconhecida como referência em seu setor de atuação? PR

– Quer que as pessoas compartilhem de conteúdos específicos e institucionais? SOCIAL MEDIA

– Quer fazer parte do hall de startups que mais se destacam e contribuem para o ecossistema empreendedor do país? PR

Pode parecer pouco, mas essas cinco perguntas podem ajudar a nortear onde você deve investir grana e o que esperar de cada uma dessas ferramentas. Quanto a “quem vem primeiro”, não há uma regra exata para isso também. O mundo ideal é que as duas formas de comunicação possam caminhar juntas, com uma linguagem coerente entre ambas e que possam entregar resultados efetivos, dentro de seus respectivos focos.

Ainda está em dúvida? Não tem problema, manda um e-mail ou liga aqui que a gente te ajuda a encontrar o melhor caminho. O que não pode é ficar sem Comunicação em 2018 😉

*Renniê Paro é jornalista formada desde 2008 na Universidade Paulista, com pós graduação em Comunicação Organizacional na FMU. Com mais de 10 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Head de Customer Success na PiaR Comunicação.

QUAIS REDES SOCIAIS ATIVAR QUANDO SUA STARTUP ESTÁ COMEÇANDO?

*Por Gabrielle Ramos

Sabemos que a rotina de uma startup é uma loucura. O começo dela então, nem se fale. Mil coisas para resolver, decisões para tomar e no meio de toda essa correria, estratégias sem fim. Um dos muitos questionamentos nesse momento é: precisamos estar nas redes sociais? Em quais? Uma pesquisa da Secretaria de Comunicação Social (Secom), do Governo Federal, revelou que 92% das pessoas que usam a internet estão nas redes sociais. Então, sobre estar ou não nas mídias sociais já temos a resposta. Agora, por qual delas optar? São tantas que fica difícil não se perder na hora de escolher a melhor para o seu negócio, não é mesmo?

A verdade é que o segredo está em um único fator: descobrir onde está seu público. Não existe uma resposta exata para os diversos tipos de negócios e tudo depende muito do tipo de consumidor que você quer atingir, mas as empresas que descobrem e apostam nas redes que seus clientes usam, saem na frente. “Ah, mas meu público está em diversos canais sociais, e agora? ” – Agora mantenha a calma. Não precisa fazer tudo de uma vez, até porque você precisa de estrutura e principalmente conteúdo para alimentar as plataformas que escolher, então não precisa ter pressa de apostar em todas ao mesmo tempo. Planeje-se! Invista em uma, conheça e potencialize seus resultados dentro dela e depois vá expandindo para os outros canais gradativamente.

É válido lembrar que você pode diversificar os conteúdos ou tratar de assuntos de diferentes formas para testar a rede escolhida, mas sempre respeitando aquilo que o seu público aceita. Aproveite esse período de início para identificar qual a melhor maneira de chegar até ele e como a informação que você disponibiliza é consumida.  Assim, quando entender melhor esse mecanismo, compartilhar um conteúdo interessante pode ser o fator determinante para aumentar o número de seguidores, o que permitirá que a sua empresa ganhe mais visibilidade.

*Gabrielle Ramos é jornalista formada desde 2012 na Universidade Nove de Julho, com especialização em Marketing Digital pela E-commerce School e Mídias Sociais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Com 08 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Coordenadora de Planejamentos Estratégicos e Mídias Sociais na PiaR Comunicação.

A IMPORTÂNCIA DA IDENTIDADE VISUAL EM SOCIAL MEDIA

*Por Gabrielle Ramos

O ser humano é visual. Não adianta negar. Se batemos o olho e achamos que certa coisa não tem boa aparência, já julgamos que é algo duvidoso ou não tão bom assim. Talvez isso seja um grande erro, talvez não. Mas sua comunicação visual será o primeiro impacto direto para seus fãs, então a verdade é que precisamos caprichar sim em nossa identidade visual, até para que quem não conhece a marca, entenda sem muitas palavras a mensagem que queremos passar.

Mas em que consiste uma comunicação visual boa?  Pense no seguinte: toda empresa quer que seu produto/serviço esteja em destaque, seja de maneira online ou offline, certo? Então o primeiro pensamento tem que ser: como posso destacar minha marca entre outras tantas? Em seguida, você precisa deixar claro qual conceito quer passar ao mercado (lembre-se, uma imagem vale mais que mil palavras). Com isso, você começa a desenvolver uma comunicação visual consistente. Cores e elementos vem depois de ter concretizado os dois primeiros passos. Pode parecer simples, mas não é. Seu negócio será lembrado e representado por esses elementos e um erro pode colocar tudo a perder. Seu público será fidelizado por aquilo que vê, não se esqueça.

Outro ponto importante nesse assunto é que as redes sociais têm como uma de suas missões, aproximar os fãs de sua empresa. Se o seu público-alvo não se identifica com sua identidade visual, como você irá atrai-los? Imagens prontas de bancos ou fora do padrão de realidade de seus seguidores, quebram qualquer laço que esteja sendo cultivado.

E para finalizar, essa é uma parte MUITO importante para as redes sociais. Não dá para ser feito de qualquer maneira, por qualquer pessoa e em qualquer programa. Sim, comunicação visual é coisa séria e precisa de um profissional competente que entenda do assunto. O investimento é para a sua marca, então vale a pena valorizar o trabalho de quem estudou para isso. Pense sobre o assunto.

*Gabrielle Ramos é jornalista formada desde 2012 na Universidade Nove de Julho, com especialização em Marketing Digital pela E-commerce School e Mídias Sociais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Com 08 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Coordenadora de Planejamentos Estratégicos e Mídias Sociais na PiaR Comunicação.

COMO CRIAR UM CASE F… EM SOCIAL MEDIA?

*Por Gabrielle Ramos

Para responder essa pergunta, a criatividade é peça fundamental. Cases precisam ser, antes de tudo, inusitados e se destacar entre os outros conteúdos. Até porque, cada marca tem suas particularidades, logo, as estratégias não podem ser todas iguais. “Nossa, mas isso deve dar um trabalhão!”. Com certeza! Mas não desanime. No começo pode parecer que não, mas quando você começar a enxergar o retorno, vai ver que vale a pena.

E é claro que mais uma vez vou dizer que não existem fórmulas para isso. Tudo vai depender da marca que você cuida, do briefing do cliente e qual o seu objetivo. Nesse momento, a única coisa que realmente importa é a liberdade criativa para que você crie ações mais ousadas. Essa nova geração de consumidores que estão conectados 100% do tempo, espera campanhas sinceras e espontâneas. Aqui, o absurdo e o inviável tem total espaço, contanto que aproxime cliente e marca.

Podemos citar aqui alguns cases que fizeram sucesso e podem servir de inspiração. Vocês já devem ter visto uma publicação ou pelo menos ouvido falar sobre o Cemitério Jardim da Ressurreição. Quem um dia iria imaginar que uma fanpage de um cemitério faria tanto sucesso? Já são mais de 139 mil fãs. Como? Eles transformaram um assunto super improvável em algo que as pessoas se identificam. A morte é uma coisa certa, mas por que não transformar em algo leve e descontraído?

Outro case muito conhecido e que é um sucesso, é a página da Prefeitura de Curitiba. Outro assunto improvável, não é? Quando penso em algo relacionado a governo e política, a primeira coisa que vem a minha mente é uma página séria, com linguagem formal e etc. Mas a prefeitura de Curitiba transformou o que poderia ser maçante em um case tão legal que pessoas de todo o Brasil passaram a acompanhar a fanpage.

Acredito que esses dois sejam exemplos (dos muitos que existem) muito bons para que você comece a entender o que é um case F**** em redes sociais. Isso porque foquei apenas em páginas do Facebook. Se fossemos citar o Twitter, por exemplo, teríamos outros cases interessantíssimos também, em que as empresas se tornaram referências por fazer parte do dia a dia do consumidor, apenas por se aproximar deles. Elas se fizeram enxergar como “gente da gente” e não como mais um SAC frio e distante.

E aí, bora coloca a mão na massa e criar seu próprio case nas redes sociais?

*Gabrielle Ramos é jornalista formada desde 2012 pela Universidade Nove de Julho, com especialização em Marketing Digital pela E-commerce School e Mídias Sociais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Com 08 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Coordenadora de Planejamentos Estratégicos e Mídias Sociais na PiaR Comunicação.

 

O QUE NUNCA FAZER EM SOCIAL MEDIA

*Por Gabrielle Ramos

O texto de hoje se encaixa em diversas situações e não só para o mundo coorporativo.  “Mas a rede social é minha, eu posto o que quiser”; sim, isso é uma verdade mesmo, mas assim como elas são a vitrine de uma empresa para o seu público, elas também são uma vitrine sua para o outro lado. Quando tiver dúvidas sobre o assunto, faça um exercício fácil, pare e pense: “eu contrataria um serviço dessa empresa? ” Ou ainda, “eu contrataria um profissional assim? “. Dependendo da resposta, você saberá se está ou não trilhando o caminho certo.

Mas vamos focar na parte coorporativa das redes sociais. O exercício que falei acima é totalmente válido. Aliás, você não deve só se perguntar se contrataria um serviço ou compraria um produto; se pergunte também se confiaria no conteúdo que você publica. Mais do que comprar uma ideia, é preciso fazer com que as pessoas que seguem suas redes confiem no que você diz.

Outro ponto importante é: tenha muito cuidado com polêmicas. Entenda, você pode apoiar causas sociais, por exemplo, mas parcimônia é sempre bom quando você precisa “escolher lados”. Seja o assunto que for, é preciso pensar em todos que podem ser atingidos pelo seu conteúdo. É trabalhoso e complicado, é verdade, mas isso evita olhares negativos para o seu negócio. Às vezes o que você encara como uma simples descontração, pode ser encarado como uma ofensa por outra pessoa. Tente sempre se colocar no lugar de quem vai receber a mensagem e quais são as possíveis interpretações.

Em casos de comentários ofensivos, críticas ou pessoas querendo fazer “baderna” em suas redes, tenha muita calma. Respire fundo antes de responder qualquer coisa. E não, apagar comentários não é uma opção válida, a não ser que o conteúdo da mensagem seja ofensivo, mas nesse caso, explique o porquê você teve que remover o comentário da página. O cliente SEMPRE precisa de uma posição da empresa. É uma delícia recebermos elogios e pessoas falando bem de nossa marca, não é mesmo? Mas encare as críticas/comentários negativos como uma forma de crescimento. Analise o que foi falado e, se fizer sentido, reveja o conteúdo. Caso não faça, apenas seja delicado e educado ao responder a pessoa. Lembre-se que sua posição nas redes é de extrema importância para a reputação do seu negócio. Nesses casos, recomendamos que tenha pessoas preparadas em sua equipe para lidar com esse tipo de situação.

Por fim, peça cuidado e atenção aos seus funcionários ao mencionarem sua página ou até mesmo em comentários. Deixe claro que eles são livres para ajudar no engajamento de suas redes (e isso tem um potencial incrível, acreditem) mas algumas coisas precisam ser evitadas, como apelidos constrangedores, brincadeiras internas entre a equipe, menções que ofendam ou causem polêmica, enfim, que tenham bom senso, uma vez que o ambiente online é público e qualquer um pode ter acesso.

Poderíamos escrever páginas e mais páginas sobre como se comportar nas redes sociais, mas acredito que o conteúdo básico para se ter uma página bacana, com um clima legal e descontraído já está aqui. Sempre ter bom senso e pensar principalmente em quem está do outro lado recebendo a mensagem. Isso nunca falha.

*Gabrielle Ramos é jornalista formada desde 2012 pela Universidade Nove de Julho, com especialização em Marketing Digital pela E-commerce School e Mídias Sociais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Com 08 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Coordenadora de Planejamentos Estratégicos e Mídias Sociais na PiaR Comunicação.