5 erros cometidos por tutores ao cuidar de seus pets

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Aprender a interpretar os sinais que os animais nos passam em certas ocasiões é importante para identificar qualquer situação fora do comum. Muitas vezes, por falta de conhecimento ou entendimento, cometemos erros que podem prejudicar o bem-estar dos nossos amigos, mesmo quando a intenção é proteger. 

Ao compreendermos suas necessidades naturais e instintivas, proporcionamos um ambiente seguro, amoroso e enriquecedor para que eles possam ser verdadeiramente felizes. Por tratar-se de erros comuns, Aline Lex, CEO da zazuu, startup que oferece todos os procedimentos veterinários no conforto de casa, adestramento, além de banho e tosa em pet trucks, aborda alguns destes equívocos cometidos por parte dos tutores ao cuidar de seus animais. Confira:

1. Correr quando estiver com medo: Quando você está com medo de um animal, como um cachorro, por exemplo, evite correr, pois essa atitude pode desencadear seu instinto de perseguição, levando a um comportamento perigoso. Em vez disso, mantenha a calma, afaste-se lentamente e evite movimentos bruscos. Se possível, distraia o animal com um brinquedo ou uma guloseima enquanto sai da situação de forma segura.

    2. Proteção excessiva: Manter seu animal de estimação dentro de casa o tempo todo pode parecer protegê-lo, mas na verdade pode prejudicar seu bem-estar físico e mental. Assim como nós, eles também precisam de exercício, estímulo e interação social para serem saudáveis e felizes. Privá-los disso pode causar tédio, ansiedade, estresse e até problemas comportamentais. É importante oferecer tempo ao ar livre supervisionado em um ambiente seguro, como um jardim cercado ou durante passeios com coleira. Isso permite que seu pet explore, se exercite e se relacione com o mundo exterior de forma segura. Ao apostar nesta exposição desde cedo, você contribui para o bem-estar físico e mental do seu amigo ao tornar-se adulto.

    3. Atente-se a necessidade de cada pet: Para os tutores de gatos, o mais indicado é mantê-los dentro de casa, pois a liberação de ambientes externos pode causar atropelamentos, acidentes e a transmissão de doenças como FIv e Felv. Alternativamente, é importante estimulá-los na própria residência.

    4. Ignorar sinais de estresse ou desconforto:  Os animais expressam suas emoções de diversas maneiras, como linguagem corporal, sons e mudanças comportamentais. Ignorar sinais de estresse ou desconforto pode prejudicar sua saúde física e mental. Se o seu melhor está agindo de forma incomum, como lambendo excessivamente, se escondendo, latindo e miando excessivamente, rosnando ou se isolando, é crucial investigar. Ofereça conforto e segurança e, se necessário, consulte um veterinário ou profissional de comportamento, para lidar com a situação de forma eficaz.

      5. Punições físicas e emocionais: Castigar seu pet com punições físicas ou emocionais, como bater, dar broncas, fazer barulhos abruptos, spray de água e puxões na guia, não só não funciona bem, mas também pode prejudicar o vínculo entre vocês. Isso pode deixá-lo estressado, ansioso e até agressivo. Em vez disso, use técnicas de treinamento positivas, recompensando os comportamentos desejados com elogios, carinho e petiscos. Isso fortalece o relacionamento e torna o aprendizado mais fácil.

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