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RAIO-X DE UMA NOTÍCIA

Nada de texto sobre os motivos pelos quais não é possível avaliar os resultados de PR com dados, ou do que envolve as funções de um assessor e como medir os entregáveis. Hoje vou te mostrar de forma prática, o que considerar em uma matéria publicada e o que essas coisas dizem sobre você.

Falamos algumas vezes aqui sobre a importância dos veículos nichados para o seu negócio e de como você deve considerá-los. Hoje, vou te mostrar como olhar para o conteúdo publicado, não somente para o tamanho da mídia. Vamos nessa?

Para a análise não ficar “desigual” em nada, vamos usar o mesmo cliente: a Liga Ventures, plataforma de inovação aberta, que conecta empresas e startups a fim de potencializar interações e gerar novos negócios.

Liga Ventures no Estadão

Você com certeza já consumiu alguma notícia do Estadão, seja no impresso ou online, certo? Esse é um veículo classificado como Tier 1, por ter grande circulação. Quando buscamos pelo número de tiragens, quantidade de exemplares que são distribuídos do jornal, ou de pageviews do portal, os números do Estadão são de 107,4 mil exemplares por dia e 23,5 milhões de acessos por mês. Claro que esses números impressionam e são lindos!

Porém, aí entra a segunda etapa da proposta de hoje: como é o conteúdo da matéria? Nesse caso que usamos de exemplo, a matéria fala do crescimento do mercado de inovação no Brasil e a falta de profissionais qualificados para acompanhar esse desenvolvimento. Soluções encontradas por algumas empresas foram citadas e especialistas do mercado de inovação foram convidados a falar sobre o assunto. Um desses profissionais foi o Raphael Augusto, sócio diretor de inteligência de mercado da Liga Ventures.

A participação do Raphael nessa exposição foi bem breve, afinal, ele foi usado como “apoio” para fortalecer o que estava sendo discutido. Não podemos dizer que foi um resultado ruim (muito longe disso!), porque mostra o Raphael com outros especialistas dando sua opinião sobre o cenário atual, mas também não foi o melhor que já conquistamos.

Liga Ventures no Saúde Business

Agora partimos para o segundo exemplo, quando a Liga Ventures saiu no Saúde Business em uma matéria totalmente dedicada a empresa!

Como anteriormente, vamos começar analisando o veículo. O Saúde Business é um portal com mais de 15 anos de história dedicado as notícias que impactarão o dia a dia dos hospitais, operadoras, centros diagnósticos, farmacêuticas e clínicas do país. Todos os dias eles produzem conteúdos para gestores ligados a saúde e possuem 246 mil pageviews no mês. Por ser mais específico, classificamos como Tier 3.

A Liga Ventures possui uma ferramenta em que mapeia as mais de 17 mil startups de sua base. Em um desses estudos, levantaram dados sobre as HealthTechs brasileiras, gerando informações sobre coisas como comportamento, fase de maturação, para qual segmento oferecem soluções, por exemplo. Esse material foi um prato cheio para a Saúde Business, que escreveu uma matéria linda falando sobre o Startup Scanner, ferramenta desenvolvida pela empresa, os dados gerados, a opinião do Raphael Augusto, depoimentos de parceiros e um pouco sobre os planos futuros da Liga Ventures.

Os dois veículos citados aqui são de extrema importância para a construção de imagem desse cliente. Por isso, sempre dizemos (e continuamos repetindo) que sair em uma grande mídia é um sonho que compartilhamos com vocês, empreendedores, mas na prática, não só de Estadão vive um bom trabalho de branding. Precisamos levar vocês para todos os canais que sejam interessantes para o seu posicionamento, e isso incluem todos os veículos de tier 1, 2 e 3 que falem com o público do seu negócio.

*Por Jéssica Aguiar

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O QUE FALTA PARA VOCÊ SER UM DOADOR DE SANGUE?

Segundo dados do Ministério da Saúde, apenas 1,6% da população brasileira são doadores de sangue, ou seja, média de 16 a cada mil habitantes. Esse índice está dentro dos parâmetros estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mas ainda não é ideal, se considerarmos que os hemocentros seguem em estado crítico, ainda mais com as dificuldades causadas pelo novo coronavírus.

Aqui na PiaR temos alguns colaboradores que são doadores, incluindo eu mesma. Usando como base a minha experiência, vou responder algumas questões que aparecem quando falamos sobre doação de sangue.

O que é preciso para ser doador?

Segundo o site do Pró-Sangue, os requisitos básicos para ser um doador é ter entre 16 e 69. Para doadores os idosos, necessário que a primeira coleta tenha sido realizada antes dos 60 anos. Já os menores de idade, os responsáveis devem autorizar e existe uma lista de documentos que precisam ser apresentados. Além da idade, o doador também precisa ter acima de 50kg e estar com a saúde em dia.

Mas e o meu caso, que tenho tatuagem?

Eu também tenho, mas isso não me impede de ser uma doadora. Para quem fez uma nova arte, basta esperar 12 meses e já pode doar de novo. Entretanto, existem outros impedimentos temporários além desse. Gravidas ou mulheres em pós-parto, não podem doar e precisam esperar de 90 a 180 dias. Em casos de suspeita de algum tipo de doença ou riscos, é preciso aguardar o tempo determinado para cada caso. E nada de bebidas alcoólicas antes da coleta!

Ok, entendi tudo isso. Mas e a dor?

Como eu disse, esse relato é sobre a minha experiência como doadora. Cada corpo tem uma reação e cada um pode dizer qual o seu próprio grau de tolerância. No meu caso, não senti nada! Rs. Um fato curioso: tenho medo de agulhas (apesar das tatuagens), mas isso não me causou nenhum problema. E tudo acaba bem rápido também. O tempo médio de duração de cada coleta são de 5 a 15 minutos. Quando o processo for concluído, você fica em observação para o caso de passar mal ou algo do tipo. Passado o período de acompanhamento, está liberado para ir para casa (mas nada de fazer esforço!).

Estou decidido, vou doar! O que preciso fazer?

Se você for de São Paulo, no final desse texto deixarei listado hemocentros que você pode procurar. Se não, em uma busca rápida na internet você encontra um próximo de você. Para evitar aglomerações e não se expor ao coronavírus, você pode agendar online seu horário ao posto de coleta. Essa prática já era possível antes, mas com a pandemia, ela se tornou mais um facilitador para os doadores.

Já agendou a visita? Durma bem e esteja bem descansado, se alimente antes do procedimento e pronto!

Uma estimativa do Ministério da Saúde, é que em 2020, por conta da pandemia, de 15 a 20% das doações diminuíram. Se a situação dos hemocentros já era critica antes, o medo dessa nova doença agravou ainda mais a situação. Pesquise e se informe, os hemocentros possuem agendamentos online e telefones disponíveis para o público. Não se coloque em risco, mas também não deixe de ajudar!

Hemocentros no Estado de São Paulo

  • Posto Clínicas – Av. Enéas Carvalho de Aguiar, 155 1º andar – Cerqueira César, São Paulo / SP
  • Posto Dante Pazzanese – Av. Doutor Dante Pazzanese, 500 – Ibirapuera, São Paulo / SP
  • Posto Mandaqui – Rua Voluntários da Pátria, 4.227 – Mandaqui, São Paulo / SP
  • Posto Regional de Osasco – Rua Ari Barroso, 355 – Presidente Altino, Osasco / SP
  • Posto Barueri – Rua Angela Mirella, 354, térreo – Jardim Barueri, Barueri / SP
  • Posto Stella Maris – Rua Maria Cândida Pereira, 568 – Itapegica, Guarulhos / SP
  • Hemocentro de Botucatu – Unesp – Faculdade de Medicina Campus de Botucatu – Distrito de Rubião Junior, Botucatu / SP
  • Hemocentro de São José do Rio Preto – Av. Jamil Feres Kfouri, 80 – Jardim Panorama, São José do Rio Preto / SP
  • Hemocentro Regional de Campinas – Rua Carlos Chagas, 480 – Cidade Universitária, Campinas / SP
  • Hemocentro Regional de Marilia – Rua Lourival Freire, 240 – Fragata, Marília / SP
  • Hemocentro Regional de Ribeirão Preto – Rua Tenente Catão Roxo, 2.501 – Monte Alegre, Ribeirão Preto / SP

*Por Jéssica Aguiar

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SEMANA DO MEIO AMBIENTE – ROTINA PRÁTICA E SUSTENTAVEL

Essa semana é dedicada ao meio ambiente para falarmos da importância da preservação e dos impactos das nossas ações. Acredito que antes de você chegar até esse artigo, já viu inúmeras notícias sobre os impactos negativos que tivemos e debates sobre o que nosso governo poderia fazer para melhor nossa situação, que no ano passado piorou com índices alarmantes. Segundo dados do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), o desmatamento para mineração em unidades de conservação cresceu 80%, enquanto a fiscalização diminuiu em 60%.

Porém, não tomarei esse caminho aqui. Esse texto não tem o propósito de apontar culpados ou debater políticas, meu objetivo é falar sobre você! O que você tem feito para essa situação mudar?

Pensar em sustentabilidade é pensar em atividades do nosso cotidiano em prol de um resultado que beneficie a todos nós. Pensando nisso, listei aqui algumas alternativas que podem ser adotadas por você e não precisa de nada além de boa vontade.

Consumo consciente:

Como é sua relação com o consumo? Você compra coisas sem necessidade e que não vão te servir para nada? Melhor repensar, pelo bem do meio ambiente e do seu bolso. Estima-se que até 2050, serão descartados no mundo 120 milhões de toneladas de lixo eletrônico.

Antes de realizar uma compra, pergunte-se se realmente precisa daquilo e naquele momento. Se você pode esperar ou não vai te servir para nada, melhor deixar para lá. Isso vale não apenas para eletrônicos, mas para roupas também. De acordo com a ABIT (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), são geradas 170 mil toneladas de resíduos têxteis por ano no Brasil.

Busque por selos de cruelty free nos produtos

Você deve ter visto bastante essas sinalizações nas redes sociais com o vídeo viral da vida do coelho Ralph que é cobaia na indústria de cosméticos, mas vale reforçar a mensagem.

Hoje em dia temos uma vasta opção de produtos no Brasil que também possuem boa qualidade sem fazer mal aos animais. Alguns podem se perguntar nesse momento “mas para que eu vou mudar meus hábitos se o outro não?”. Porque, jovem padawan (desculpe a brincadeira quem não for fã de star wars), quanto mais pessoas fazem esse movimento de exigir das marcas uma mudança em seus processos, mais rápido ele acontecerá. Esse é o caso de marcas como a Avon, por exemplo, que em 2019 anunciou que não testava em animais em nenhum país do mundo.

Separe o lixo reciclável

Tudo bem, essa dica eu sei que já é mais batida e que todo mundo já deu, mas não custa reforçar rs. Antes de fazer o descarte de qualquer tipo de produto, veja a forma certa e mais fácil para isso. Separar o lixo orgânico dos recicláveis não demora e pode ser incluso na rotina de forma simples, basta incluir uma sacola a mais no lixo como na imagem abaixo. Para os que já fazem isso, podem passar a descartar óleo, remédios, isopor, lâmpada e pilhas em postos de coletas próximos a sua residência.

No site do Recicla Sampa, por exemplo, você pode colocar seu endereço e o tipo de lixo que quer descartar e eles te dizem qual a melhor opção para você. Pesquise pelos postos de coleta da sua cidade e elimine seu lixo da melhor forma.

Pequenos empreendedores são incríveis!

Apesar da redução do consumo ser uma prática que ajuda o meio ambiente, isso não quer dizer que nunca mais você vai precisar comprar na vida. Então busque pequenos empreendedores! Dessa forma, além de ajudar o meio ambiente consumindo produtos menos industrializados, também está reforçando a economia e incentivando o empreendedorismo. Bom para todo mundo!

Além disso, tem crescido cada vez mais a prática de pequenas lojas de varejo reduzirem o uso de plástico em suas embalagens e optarem por realizar os envios usando outros métodos, como o uso de flocos anti-impacto feitos de grão de milho que se dissolvem na água após o uso.

Mudar hábitos não é fácil e é desconfortável, mas quando os resultados são uma vida melhor, acho que vele muito a pena! E você?

*Por Jéssica Aguiar

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NADA DE PONTOS FINAIS…

Já falamos algumas vezes sobre as fases de uma startup do mercado, quais suas necessidades, desafios e, claro, como alcançar novos patamares. O ponto que queremos trazer para o texto de hoje é: será que o sonho de todo empreendedor é chegar ao famoso EXIT?

Após mais de 15 anos atuando como assessora de imprensa de muitas startups, de diversos tamanhos e segmentos, a resposta é: NÃO!

E sim, isso é super ok! Está tudo bem em não sonhar com um exit. Isso acontece porque muitos empreendedores sonham em gerar conexões genuínas, valores e propósitos reais em seus mercados de atuação. Para isso, é preciso imprimir seu DNA na marca, fazer com que os pontos de valores de sua empresa sejam reais e transpareçam para todos os seus stakeholders: colaboradores, clientes e fornecedores.

A questão então, quando você decide que não quer vender sua startup é: como não cair no ‘limbo’? Como não cair no comodismo? Como se diferenciar de seus concorrentes. Em minha opinião só há um caminho: ouvir seus clientes e apostar em inovações.

No universo das startups é possível testar, falhar e corrigir rota de maneira rápida. E acho que esse é o grande ‘pulo do gato’ para quem deseja sair do mais do mesmo e conquistar novos clientes. Atualmente o consumidor está cada vez mais exigente e deseja ser ouvido, portanto, para galgar patamares cada vez mais altos em seu setor, é preciso ouvir atentamente seus clientes, prestar atenção nas inovações do mercado e, claro, não ter medo de testar.

Somente dessa forma sua startup conseguirá chegar a ser líder de mercado, sempre provocando os clientes e entregando valores reais para problemas que eles venham a ter.

Pense nisso 😉

*Por Renniê Paro

SOLUÇÕES QUE TÊM REVOLUCIONADO A INDÚSTRIA

De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), em cada 10 grandes empresas no Brasil, pelo menos sete usam uma tecnologia digital. Isso mostra o potencial que a indústria 4.0 tem proporcionado para o setor, integrando três principais pilares – capacidade de armazenar conteúdos e informações, integração de novas tecnologias e analisar os dados e identificar as tendências.

E nesse contexto, soluções como Cloud Computing, IoT, Inteligência Artificial, Big Data, entre outras, têm sido essenciais para melhorar a eficiência produtiva das indústrias e aprimorarem a gestão de processos. Durante a pandemia, por exemplo, muitos setores tiveram que se reinventar para continuarem lucrando e operando, e esse foi o caso de algumas indústrias que ainda não haviam aderido a transformação digital.

Segundo a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a adoção da Indústria 4.0 tem conseguido oferecer uma redução de aproximadamente de R$ 73 bilhões ao ano para o setor, além de R$ 34 bilhões em ganhos de eficiência, R$ 31 bilhões em redução de custos de manutenção de máquina e ainda R$ 7 bilhões em economia de energia.

Uma movimentação que tem sido bastante frequente é a de grandes empresas e indústrias buscando parcerias com startups para se tornarem mais lucrativas. A Liga Ventures, plataforma de inovação aberta que conecta empresas e startups a fim de potencializar interações e gerar novos negócios, é um grande exemplo de catalisador dessa iniciativa. Ao longo dos anos, auxiliou na implementação de estratégia de inovação aberta nos principais players de diversos setores do mercado brasileiro. Em seu portfólio, soma mais de 250 startups aceleradas e mais de 450 projetos realizados entre essas e grandes corporações.

A empresa também conta com o Liga Insights, iniciativa de pesquisa e inteligência de mercado, cujo objetivo é mapear tendências e startups que estão inovando nos mais variados setores. Já são mais de 30 estudos e vocês podem acompanhar o mapeamento sobre o mercado de indústria nesse link: https://insights.liga.ventures/estudos-completos/industria-4-0-report/ .

Um outro dado interessante de se observar é o da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), entidade que representa o ecossistema de startups. Ela aponta que nos últimos cinco anos, o número de startups aqui no Brasil mais que triplicou. Em 2015, a base mapeada pela instituição computou 1.451 negócios inovadores e em quatro anos (2019), esse número teve um salto de 207%, passando para mais de 13 mil. Dessas, 149 oferecem algum tipo de tecnologia para nicho industrial.

Abaixo listo algumas startups e empresas para ficarem de olho:

  • Universal Robots – Fundada em 2005, a Universal Robots, empresa pertencente a Teradyne, tem como objetivo tornar a tecnologia robótica acessível por meio do desenvolvimento e distribuição de braços robóticos industriais flexíveis e colaborativos (cobots). Com sede localizada em Ondense, na Dinamarca, a empresa possui escritórios regionais nos EUA, Alemanha, França, Espanha, Itália, Reino Unido, República Tcheca, Polônia, Hungria, Romênia, Rússia, Turquia, China, Índia, Cingapura, Japão, Coreia do Sul, Taiwan, México e Brasil.
  • GaussFleet – Fundado em 2018 pelos empreendedores Denis Alonso, Alexandre Carvalho, Vinicius Callegari e Alan Ribeiro, a GaussFleet é maior plataforma de gestão de máquinas móveis para mineradoras e siderúrgicas, que de forma inovadora utiliza geoprocessamento, telemetria avançada e IoT na gestão de máquinas pesadas dentro de minas e usinas. A startup tem como missão tornar a indústria de base brasileira mais competitiva por meio da tecnologia e algoritmos próprios, de forma desburocratizada.
  • Ledax – Fundada no final de 2014, a Ledax é uma empresa que oferece soluções em economia de energia. Os clientes foco são grandes consumidores de energia, como indústrias, supermercados e clientes comerciais em geral. Suas soluções são customizadas para cada cliente a partir da análise do perfil de consumo. O uso das soluções combinadas da Ledax pode reduzir a conta de energia em mais de 30%.

*Por Juliana Gusmão