EVENTOS PARA EMPREENDEDORES QUE ACONTECEM NO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2019

Para manter sua empresa no mercado, é importante encontrar maneiras inteligentes de expor sua marca, conhecer novos clientes e parceiros, além de ficar atento à concorrência. A participação em feiras, workshops e palestras é uma das estratégias encontradas pelos empreendedores para fazer tudo isso de uma vez só, em um só lugar!

Segundo dados da Fipe – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas para a entidade, o Brasil é o país que mais realiza eventos na América Latina, promovendo mais de duas mil feiras B2B por ano em todo o território nacional. Isso mostra que o empreendedor brasileiro conhece o valor de um bom networking.

Para facilitar a sua busca por eventos interessantes, separamos algumas atividades voltadas para empreendedores que ocorrerão em abril, maio e junho. Confira!

StartOut Brasil
O programa de apoio à inserção de startups brasileiras nos mais promissores ecossistemas de inovação do mundo está com inscrições abertas até 8 de abril para o segundo ciclo de 2019, que será em Toronto, no Canadá. Para participar, é necessário ter faturamento ou já ter recebido algum tipo de investimento. Serão selecionadas 15 startups brasileiras que terão a oportunidade de embarcar para o Canadá em junho para se conectar com possíveis clientes, parceiros e investidores, além de fazer uma imersão no vasto ecossistema de inovação local.

Fraud Day
No dia 11 de abril, a Konduto, empresa brasileira de antifraude para transações online, realizará um encontro focado na prevenção à fraudes em e-commerces e pagamentos digitais com palestras de especialistas em análise de risco de grandes varejistas, fintechs e aplicativos. As inscrições vão até o dia 10 de abril.

Techstars Startup Weekend São Paulo Construtech
Startup Weekend, um evento TechStars, traz para os participantes os melhores métodos para inovar e validar ideias de projeto ou negócio. Será um fim de semana intenso, começando na sexta-feira à noite (24/05) e terminando no domingo (26/05) com a apresentação das startups montadas diante de um júri formado por representantes de grandes empresas, aceleradoras, investidores e muito mais.

SheCommerce Brasil – Empreendedorismo & eCommerce
SheCommerce é a primeira conferência internacional criada com o objetivo de unir, ensinar e inspirar uma nova geração de mulheres a construírem impérios de comércio digital. Em sua 5ª edição,  pela primeira vez no Brasil, o evento reunirá mais de 400 congressistas e 10 palestrantes em um dia repleto de conteúdo de alto nível técnico de e-commerce, com formações técnicas em o que há de mais novo no mundo do comércio digital.

Superlógica Xperience
É o maior evento sobre economia da recorrência da América Latina. Com 1.300 participantes em 2017 e 2.400 em 2018, o Superlógica Xperience trouxe mais de 60 horas de conteúdo sobre Economia da Recorrência e SaaS para os maiores empreendedores da América Latina que puderam expandir seu networking através das parcerias em nossa Feira de Negócios. Para este ano, o evento promete ainda mais novidades e acontece entre os dias 6 e 7 de junho.

Whow! 2019

É o maior festival de inovação para negócios do Brasil. Nos dias 23, 24 e 25 de Julho, os participantes poderão se conectar com os mais brilhantes ícones do empreendedorismo brasileiro, visitar ecossistemas exclusivos e fazer o networking mais ousado da sua vida.

*Por Bruna Sant’Anna Froner

EVENTBRITE

Beatriz Oliveira, Head de Marketing da Eventbrite Brasil.

Você deveria admirar a Eventbrite por ser uma das maiores plataformas globais de venda de ingressos e tecnologia para eventos que fornece aos criadores de eventos de todos os tipos e tamanhos ferramentas e recursos para planejar, promover e organizar experiências ao vivo em todo o mundo.

Setor: Entretenimento

#eventos #tecnologianagestãodeventos

COMO AVALIAR A RELEVÂNCIA DE UM EVENTO?

Você parou para pensar em quantos eventos são realizados, por mês, só em São Paulo? Se ampliarmos esse foco, o número mais que dobra, afinal eventos do ecossistema de startups são incontáveis por esse Brasil à fora. Se acrescentarmos a onda de “eventos proprietários” que ganhou corpo nos últimos anos, aí sim a perdemos a conta.

Diante disso, é importante saber avaliar qual a relevância de um evento em dois aspectos: networking e imprensa. Digo isso porque para participar dessas atividades, geralmente, será necessário desembolsar uma verba do budget (geralmente do marketing) e precisamos de algum retorno, certo?

Do ponto de vista de networking, vale sempre pesquisar as edições anteriores do evento, número de participantes, palestrantes que já participaram e, claro, “assuntar” com quem foi nos outros anos. Afinal, o bom e velho boca a boca ainda faz uma grande diferença.

Do outro lado do balcão, quando você participa ou cria seu próprio evento, é preciso se atentar a alguns pontos antes de pedir que sua equipe de PR comece uma divulgação:

– Você vai palestrar ou participar de um painel importante? Ótimo! Isso pode render uma nota.

– Você vai apenas “passear” e conhecer o evento? Isso não é notícia

– Seu evento é fechado apenas para convidados? Sem problemas, mas a imprensa não publicará algo que é destinado a um público seleto.

– O valor do seu evento é condizente com o mercado? Saiba que a imprensa sempre prioriza eventos gratuitos ou com preços acessíveis (afinal, eles prestam serviços à população).

Por fim, um ponto muito importante: antes de sair divulgando um evento seu ou participação, tenha certeza de todas as informações (local, horário, preço, palestrantes, etc). Isso porque soa mal divulgar um dado X e depois mudar para Z. 😉

*Por Renniê Paro

Eventos proprietários: o que esperar em termos de mídia?

O Brasil possui um sem número de eventos todos os anos. Mas, levando para o mundo das startups, podemos observar que há um movimento de “cardume”, ou seja: uma empresa inicia um projeto ou modelo de atuação no mercado e, em pouco tempo, muitas outras seguem o mesmo caminho (não que isso seja, de fato, algo negativo).

Segundo a ABStartups, atualmente são aproximadamente 4,2 mil startups em todo o país. Somente em São Paulo são 1.324, seguida por Minas Gerais (591) e Rio de Janeiro (343). Essas regiões concentram os principais eventos do ecossistema. São feiras, workshops e convenções que reúnem empreendedores para discutir o futuro do segmento, tendências internacionais que podem ser aplicadas aqui, projetos governamentais, entre tantas outras questões.

Após o fluxo de lançamento de livros e palestras in company, a nova onda foi (e ainda é, desde o meio de 2017) a criação de eventos proprietários. É claro que uma startup resolver criar seu hub para discussão sobre seu setor é ótimo e pode ajudar (e muito) a alavancar todos os players envolvidos, afinal são os principais profissionais e especialistas provocando discussões relevantes sobre um nicho específico. Mas o que podemos esperar de ações desse gênero em termos de mídia?

Para responder, quero propor um exercício. Como disse acima, temos 4,2 mil startups no Brasil, sendo 1.324 em São Paulo. Imaginemos que 10% dessas empresas resolvam lançar seus eventos proprietários. São 132,4 empresas, por mês, querendo divulgar eventos sobre assuntos específicos. Se você fosse jornalista, como agiria?

Outro ponto relevante: o evento é aberto ao público em geral ou apenas para profissionais da área e convidados? Porque se for fechado, melhor nem acionar sua equipe de Assessoria de Imprensa, afinal, vale a máxima de que os jornalistas priorizam aquilo que é de interesse público, e não ações privadas.

Destinar um número específico de cadeiras para jornalistas irem ao evento também pode ser um tiro no pé. Listo alguns motivos para isso: raramente eles saem da redação para cobrir eventos fechados; redações enxutas significam menos jornalistas nas ruas; o factual sempre ganhará de eventos e pautas frias; e, claro, mesmo que algum jornalista confirme presença, sempre há a chance dele não comparecer (infelizmente).

Por fim, não quero desanimar ninguém a fazer eventos proprietários. Na verdade acredito que essa é uma daquelas ondas que veio para ficar e proporcionar troca de know how e experiências que são únicas para todo o ecossistema. Mas, meu papel enquanto especialista em comunicação, é alertar, orientar e deixar claro que não serão todas as oportunidades que serão aproveitadas pela mídia.

Pense nisso antes de acionar sua equipe de PR para divulgações muito específicas. Ou traga aquele nome de impacto na sociedade para palestrar, que automaticamente as suas chances de convencer um jornalista aumentam exponencialmente.

*Por Bruno Pinheiro

EVENTOS – O QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA TER UM BOM APROVEITAMENTO?

Agora sim podemos dizer que o ano começou pra valer. Em 2018, temos diversos eventos importantes e interessantes para acontecer, tanto em São Paulo, como em outras regiões do país. Por isso, o primeiro ponto é ficar sempre antenado a tudo que acontece em seu mercado de atuação e se programar!

Mesmo que você não tenha a intenção de participar como palestrante ou com um stand, aconselhamos marcar presença para assistir ou até mesmo para conversar com alguns empreendedores. Entendemos que essa é uma ótima oportunidade para realizar um bom networking, trocar experiências e agregar conhecimentos.

Quando o assunto é sua participação como palestrante, por exemplo, devemos tomar cuidado com alguns pontos. Com toda certeza seu assessor de imprensa estará no local para te acompanhar. Nesse caso, o profissional tem a função de te orientar no que for preciso. Antes de qualquer evento, fazemos uma ronda de pauta com os principais veículos para saber se eles estarão presentes e quais assuntos pretendem abordar. Dessa forma, poderemos alinhar uma possível entrevista com o empreendedor no local.

Entenda que esse processo é feito antes do evento acontecer. Durante a ocasião, não aconselhamos que seu assessor fique “perturbando” o jornalista com possíveis pautas ou até mesmo chamando-o toda hora para entrevistar seu cliente. Claro que um breve bate-papo com o profissional é super viável para se colocar a disposição, mas se ele não demonstrar interesse sobre o assunto, a insistência pode causar um mal-estar desnecessário.

O que é preciso entender é que seu assessor não está ali para ficar caçando jornalistas, e sim para dar assistência e orientação durante sua participação no evento. Por fim, vale ressaltar que não deixamos de cavar boas oportunidades nessas ocasiões, o ponto sensível está na forma como isso é feito. Se há bom senso de ambos lados, todos saem ganhando. 😉

*Por Juliana Gusmão