REALIZAR DIVULGAÇÕES EM CONJUNTO COM SEUS CONCORRENTES FAZ PARTE E É BENÉFICO PARA O MERCADO

Ao longo de minha trajetória no mercado de assessoria de imprensa, passei por algumas agências, conheci inúmeras pessoas (boas e outras nem tanto assim) e pude aprender bastante com muitas delas. Com o passar dos anos e o contato com diversos clientes do ecossistema de startups, pude me reconectar com alguns conhecidos para alinharmos um trabalho em conjunto, seja porque o cliente recebeu um investimento e o fundo tem outra assessoria, ou porque eles têm feito parcerias estratégicas entre empresas do mesmo segmento, entre outros motivos.

Porém, em um mercado completamente competitivo como o de PR, nem sempre a condução desses trabalhos é feita da melhor forma e inúmeras vezes já presenciei concorrente “boicotando” uma divulgação por puro ego. Triste, não? Mas infelizmente ainda existem muitos que agem dessa forma e se esquecem que o que está em jogo ali não é a imagem de uma agência ou outra e sim garantir o melhor resultado para os clientes, e é isso que precisa ser avaliado no final das contas.

Claro que não dá para generalizar dizendo que todos têm esse tipo de postura, pois felizmente há muitos parceiros que são nossos concorrentes e que o trabalho flui de forma impecável, desde a primeira abordagem, ajuda com coleta de informações, alinhamento de estratégias e troca de conhecimento. Afinal, é uma via de mão dupla, não é mesmo?

Por isso, sempre procuro orientar minha equipe sobre a melhor forma de conduzir uma divulgação quando envolve terceiros. Primeiro, entender se tem assessoria de imprensa envolvida ou não; segundo, alinhar uma call para ajustar todos os pontos da divulgação e expor as estratégias; terceiro, separar quem será responsável por cada atividade; e por último, mas não menos importante, manter o respeito entre os colegas e isso inclui passar feedbacks, compartilhar as dificuldades e não furar a divulgação do colega.

Não vou mentir e dizer que é fácil, pois não é. Cada um tem um jeito de trabalhar e conduzir as atividades. Mas quando largamos a competição de lado e unimos força para um bem comum, no final tudo dá certo. E é esse tipo de postura que irá evoluir ainda mais nosso mercado. Vamos fazer nossa parte!

*Por Juliana Gusmão

A COMUNICAÇÃO MUDOU… E AS PAUTAS DE TV TAMBÉM!

Nos últimos anos vimos uma forte transformação no setor de comunicação em todo o mundo. Mas desde março, no Brasil, quando fomos atingidos pela onda de contaminação do Covid-19, esse setor tem passado por grandes desafios. Falando de assessoria de imprensa, foi realmente complicado emplacar qualquer pauta que não tivesse relação com o tema da pandemia e tivemos a felicidade de contar com a parceria com nossos clientes, que nos ajudaram com novas abordagens.

Essa dificuldade que comentei acima se aplicou em todos os tipos de veículos, como impresso, rádio, online, Youtube e, claro, TV! Esse último é sempre o sonho de consumo de 90 entre 90 clientes e sabemos de sua importância e impacto em um negócio.

Mas vale destacarmos nesse texto que se tudo mudou para a abordagem em outros veículos, para TV, o que era difícil ficou ainda mais complicado. Em linhas gerais, o que rege a escolha de uma matéria (ou não) é o impacto em um público de massa, se ela fala com diferentes personas, se têm boas imagens para serem mostradas e se há porta-vozes e personagens que possam ilustrar a história.

Com a pandemia o que vimos foram telejornais falando apenas sobre o novo coronavírus e suas variações. Como “empresas que fecharam”, “empresas que contrataram”, “vacinas”, “número de óbitos”, “número de infectados”, etc. Isso diminuiu muito nosso leque de atuação e chances de emplacar algum cliente.

Com o passar dos meses, o número de matérias sobre o Coronavírus foi diminuindo (mas não muito) e voltando a dar espaço para outras matérias. Mas o que notamos é que os produtores se tornaram ainda mais criteriosos para escolha de uma empresa para determinada matéria. Por isso, caro empreendedor, peço que passe a assistir os programas de TV com outros olhos e encare como se você fosse o assessor. Analise cada matéria com um olhar crítico e veja se sua empresa, de fato, poderia se encaixar na pauta. Fazendo esse exercício, tenho certeza que a parceria com sua equipe de PR se tornará ainda mais rica.

*Por Renniê Paro

NEM TUDO É UMA CRISE!

“PAREM AS MÁQUINAS! QUERO UMA CALL COM A EQUIPE DE PR AGORA, TEMOS UMA CRISE!”

Sim sim, em nossos anos de Assessoria de Imprensa já ouvimos essa frase algumas vezes. E, sendo sincera, em apenas 10% delas havia realmente uma crise. O que acontece é que há uma onda de ansiedade tomando conta das empresas e seus departamentos, e isso inclui o de marketing.

Em tempos de pandemia, essa ansiedade tem se tornado cada vez maior e há um certo desespero no ar, principalmente nas cobranças dos empreendedores em ver os resultados de PR. Entendemos a pressa, claro, afinal são recursos que foram investidos, mas, como costumamos brincar, “PR não é pastelaria”. Portanto não sai na hora que você quer.

Acredito que principalmente no momento que vivemos, onde já são muitos os dilemas e problemas novos, é importante ter parcimônia e repensar se de fato sua marca está passando por uma crise ou se é apenas um desafio interno e novo. Isso porque é importante colocar esforços em ações que de fato façam sentido para cada cliente e não desperdiçar atenção e conhecimento com “crises de ansiedades” não controladas.

Por isso, caro cliente, algumas dicas:

  • tenha clareza de quem é sua persona e como ela consome informação
  • você quer falar com os grandes veículos, que falam com a massa, ou com os pequenos, que falam com especialistas?
  • entenda o tempo de publicação de uma matéria e segure sua ansiedade;
  • jamais dê um ‘by pass’ em um jornalista porque a matéria está demorando;
  • foque no resultado como um todo e não apenas em um big hit

*Por Renniê Paro

JOGOS MOBILE, A DIVERSÃO QUE MORA NA PALMA DA SUA MÃO!

No Brasil, um dos mercados mais promissores e que tem atraído cada vez mais pessoas é o de jogos. Segundo a Pesquisa Game Brasil 2020, 73,4% do público brasileiro joga jogos eletrônicos, um crescimento de 7,1% em relação a 2019. O estudo também revela que os jogos mobile lideram a preferencia dos usuários, sendo que 49,3% dos entrevistados declararam jogar todos os dias por meio de seu smartphone ou tablet.

Os games para dispositivos móveis, sem dúvidas, se tornaram os queridinhos de grande parte da população, principalmente durante a pandemia, onde faltam opções de lazer. De acordo com a consultoria Newzoo, esses aplicativos devem gerar receita de 77,2 bilhões de dólares em 2020, o que significa uma alta de 13,3% e, pasmem, quase metade de toda a receita do setor!

Com uma diversidade de temas, desde opções para exercitar o cérebro até aqueles que o único objetivo é a diversão, existem uma infinidade de jogos, sendo a maioria gratuita. Muitos desses apps permitem ainda que você jogue online, com pessoas de diversos países e até com amigos e familiares, uma ótima alternativa para dar um chega para lá na solidão durante o isolamento social.

Para quem curte um quiz, vale a pena baixar o aplicativo da Qranio, que conta com trilhas de conhecimento, que abordam diversas áreas do conhecimento de maneira simples e divertida. Por meio da plataforma, é possível brincar e aprender sozinho, ou desafiar os amigos para um duelo em categorias que vão desde conhecimentos gerais até Cultura Pop, com trilhas de Star Wars e Harry Potter. Também é possível trocar as Qi$, moedas virtuais da startup, por prêmios reais.

Já a Inteceleri Tecnologia Para Educação, startup acelerada pelo InovAtiva Brasil 2016.1, desenvolveu duas ferramentas para deixar o ensino-aprendizado mais divertido: o Matematicando, jogo educativo digital que utiliza a cor como gatilho de memória e promove exercício neurolinguístico; e o Geometricando que, por meio de realidade virtual, reconhece formas geométricas regulares. As duas prometem auxiliar no aprendizado das operações básicas de matemática, contribuindo com o aumento do índice de educação matemática no Brasil.

E quem não lembra do lendário jogo de tabuleiro Perfil? Pois é, saiba que ele já está disponível tanto para Android quanto para iOS. O jogo permite jogar sozinho ou com mais de uma pessoa e a cada rodada, você recebe dicas para descobrir quem é a pessoa, coisa ou lugar indicado. Quanto menos dicas você utilizar, mais pontos pode ganhar. Vence quem chegar ao final do tabuleiro primeiro.

Enfim, é possível encontrar jogos mobiles de diferentes estilos que prometem deixar a quarentena um pouco mais divertida. E você que ainda não se rendeu a esse universo, está esperando o que?

*Por Bruna Sant’Anna Froner

FERRAMENTAS DE TERCERIZAÇÃO GANHAM MERCADO NA CRISE

Desde que o novo coronavírus se espalhou no Brasil e no mundo, diversos setores da economia sentiram o baque devido as medidas protetivas que tivemos que adotar para evitar ainda mais a propagação do Covid-19 e diminuir os índices de contaminação. Nesse cenário, ficamos meses em isolamento social e diversos estabelecimentos tiveram que fechar as portas e até mesmo demitir alguns colaboradores por não conseguirem arcar com as despesas.

De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o desemprego aumentou 13,3% no Brasil no último trimestre (encerrado em junho), dado que equivale a mais de 12,8 milhões de pessoas. Os números são alarmantes, as contas não param de chegar, e essa situação de impotência e incertezas fizeram com que muitas pessoas buscassem por alternativas para conseguirem uma renda extra.

Uma startup que vem se destacando nesse mercado é a SalesFarm. Lançada em meio a pandemia, a empresa oferece uma plataforma para potencializar as vendas remotas. Funciona de forma simples e intuitiva, e basta o vendedor se cadastrar na ferramenta para ter acesso a diversos produtos e serviços para oferecer a sua rede de clientes e fazer novos negócios. Além disso, para empreendedores que estão em busca de soluções inteligentes para aumentar as suas vendas, a companhia disponibiliza a opção para contratar uma operação de vendas totalmente completa.

Por outro lado, com a transposição das vendas físicas para o ambiente digital, muitas empresas também optaram por terceirizar suas vendas com objetivo de reduzir gastos. E nesse quesito, as soluções tecnológicas têm sido essenciais para ajudar – não só a aumentar as vendas -, mas também a fazer uma gestão completa do negócio e ter ainda um time completamente engajado e especializado à disposição para ampliar o leque de oportunidades.

Por fim, acredito que a terceirização de vendas é um caminho sem volta e muito benéfico para ambos os lados. Mesmo que a pandemia cesse, os impactos causados por ela ainda serão sentidos em diversos setores da economia. A nós, cabe observamos a evolução desse mercado e desejar boa sorte para aqueles que irão se aventurar nesse universo. Afinal, há inúmeras possibilidades de manter o negócio funcionando e continuar lucrando.

*Por Juliana Gusmão