QUAIS DATAS SAZONAIS FAZEM SENTIDO PARA MIM?

No decorrer do ano, temos em nosso calendário centenas de datas sazonais e comemorativas que podem ser utilizadas pelas empresas para engajar seu público ou, até mesmo, a mídia. Mas, a dúvida é com relação a quais datas que realmente fazem sentido para o meu negócio?

Pois bem, primeiramente é importante entender e relacionar aquele determinado dia com o público que eu quero atingir, meus valores, o meu mercado e meu universo de modo geral, principalmente porque existe uma gama enorme de datas e você precisa ser assertivo na escolha, caso contrário a imagem da marca ficará desgastada perante os clientes. Olhe para o calendário sazonal e pense no que faz sentido para você!

Sua empresa tem uma cultura inclusiva e vocês trabalham internamente questões sociais? Então, para vocês, faz sentido usar datas como o Dia Internacional contra a Homofobia (17/05) para mostrar para o público o que você tem feito como exemplo a ser seguido. Porém, muito cuidado! Não é porque todos estão falando de uma data que você também precise. Se não trabalha questões como essa internamente na empresa e está fazendo apenas um discurso vazio, falar sobre o assunto pode ser um tiro no pé.

Trazendo para o foco as datas comerciais como Dia das Mães, pais e crianças, por exemplo, que são aproveitadas muito bem pelos varejistas. Estudo o seu público e quais os serviços/produtos que você tem para engajar ações nessas datas. Quando pensamos em divulgar para a mídia, queremos entender o que você faz de diferente e o que isso agrega para o público.

Importante frisar e que você entenda, nosso papel usando sazonalidades não é apenas fazer um catálogo de promoções, isso você pode anunciar em suas redes sociais. Quando você aciona sua assessoria para pautas pontuais como essas, é necessário que você tenha algo de impacto para o jornalista. Olhando para a outra ponta dessa relação, você tem visto o calendário com frequência e instigado seu cliente, assessor? Mais do que ele, você sabe o que a mídia quer ver nesses períodos, chame seu cliente e dê sugestões do que pode ser trabalhado.

Um calendário bem estruturado pode fazer maravilhas para uma estratégia de PR!

*Por Gabriela Calencautcy

experiência do cliente

CLIENTE E EMPRESAS ALINHADOS: APRENDA A OUVIR!

Vamos começar o texto de hoje com a análise de um dado. “76% das companhias acreditam que oferecem uma boa experiência, mas apenas 49% dos consumidores têm essa percepção, segundo Customer Experience Trends 2021″.

Para começo de conversa, esses dados nos mostram o quanto as percepções são completamente distintas, dependendo do ponto de vista. O ponto em questão então é como se manter alinhado com o cliente para que ele tenha a melhor experiência?

Se, por um lado, você acredita que como prestador de serviços você tem entregado a melhor experiência, mas quando consulta seu cliente a resposta é bem diferente, é preciso parar um pouco e analisar, dentro da jornada do cliente dentro de sua empresa, cada ponto e ser capaz de identificar possíveis gargalos.

Muitas vezes criamos uma jornada baseada em nossas necessidades pessoais e achamos que dessa forma conseguiremos sanar as necessidades de todos os clientes. Esse é um dos maiores erros que podemos cometer como gestores.

Por isso, hoje mais do que nunca, é preciso reservar um tempo e HUMANIZAR sua marca. Pare as demandas do dia a dia, saia do automático e pratique um dos exercícios mais complexos que existem: ouça!!

Ouvir é mais complicado do que parece, pois somos treinados a escutar e já bolar em nossas mentes as respostas e, na maioria das vezes, de forma defensiva. Isso só gera ainda mais ruídos nas relações e não resolve nada. Por isso, crie o hábito de ouvir, de coração e mente abertos, as necessidades específicas de cada cliente. Somente assim será possível entender os gargalos, interiorizar os desafios e, se for o caso, propor soluções e novos caminhos.

Acredito que alinhamento de expectativas deve ser algo praticado a todo momento, até porque, desejos e sonhos também mudam com o passar do tempo. Portanto, deixe a preguiça de lado e aposte nesse nosso exercício: OUÇA COM ATENÇÃO e dê um retorno sincero!

*Por Renniê Paro

briefing perfeito

COMO DESENVOLVER UM BRIEFING PERFEITO?

Antes de listarmos as informações que devem conter em um briefing, é preciso explicar o que é e para que serve essa ferramenta na rotina de assessoria de imprensa. Vamos lá:

O termo briefing vem do inglês “to brief” que significa “resumir”. Ou seja, ele deve ser usado para coletar dados e insumos para ajudar no desenvolvimento de um material mais assertivo e que esteja alinhado com as expectativas do cliente, seja um release, artigo, nota ou até mesmo uma coletiva de imprensa.

Além disso, com essa ferramenta é possível definir qual será a melhor estratégia de elaboração de um plano de assessoria e identificar os pontos altos e baixos que devem ser levados em consideração nessa divulgação, assim como as personas que a marca pretende atingir com ela. Podemos dizer que é o pontapé inicial para alcançar o sucesso esperado.

Por isso, nós sempre orientamos nossos clientes que quanto mais completo e detalhado for o briefing, melhor será o resultado obtido. Além disso, ela pode evitar o retrabalho durante a aprovação do material.  Mas é importante dizer que não há um roteiro pré-estabelecido, pois tudo vai depender daquilo que será divulgado, afinal, cada anúncio e ação tem as suas particularidades. Porém, há algumas informações que devem ser coletadas como:

  • Objetivo da ação;
  • Público a ser atingido;
  • Diferenciais do produto ou serviço a ser lançado;
  • Principais características;
  • Informações que necessariamente devem conter no material a ser elaborado;
  • No caso de uma nova funcionalidade, quais as funções que ela irá desempenhar para os seus clientes;
  • Dados/números do mercado de atuação da empresa;
  • Dados de crescimento da empresa nos últimos anos;
  • Expectativa da empresa com essa ação;
  • Investimento;
  • Empresas parceiras envolvidas no possível projeto;
  • Porta-voz oficial para essa ação;

Se levarmos em consideração a chegada de um novo cliente, por exemplo, há algumas informações que são determinantes e muito importantes de serem compartilhadas com a nova assessoria de imprensa como por exemplo, breve histórico de como a empresa começou, área de atuação, perfil dos clientes e dos negócios, serviços disponíveis, crescimento e faturamento, objetivo que ela pretende alcançar com a assessoria de imprensa, principais concorrentes, metas a longo prazo, principais planos e estratégias, assuntos que se sente confortável em abordar na mídia e temas que não quer falar, dificuldades encontradas em seu mercado de atuação, vantagens competitivas, dentre outros.

Como eu comentei anteriormente, não há receita de bolo e nem um roteiro que deve ser seguido à risca, mas o que sempre comentamos com os nossos clientes é que precisamos de muitos insumos e dados para que possamos desenvolver a melhor estratégia e um material mais assertivo e com isso, consequentemente alcançar os melhores resultados. Por isso, é muito importante que esse briefing seja coletado com maestria e o mais completo possível.

*Por Gabriela Calencautcy

O PROPÓSITO DE FELICIDADE VAI DEIXAR MESMO O CLIENTE FELIZ?

Ao longo de minha atuação no mercado de assessoria de imprensa, já ouvi inúmeras vezes pedidos relacionados a mensuração de retorno em relação ao um trabalho de PR. A verdade é que ainda não existe um método 100% eficaz que comprove o retorno de investimento, mas muitas agências procuram entregar valor de uma outra forma – desenvolvendo suas próprias métricas de avaliação.

E aqui na PiaR, não é diferente. Sempre quando um novo cliente entra na agência, buscamos identificar o que ele espera da nossa parceria, qual seu objetivo com PR, qual público-alvo ele pretende atingir, quais são os veículos sonho que eles gostariam de sair, quais assuntos querem se posicionar, entre outros pontos. Em posse dessas informações, vamos construir ações que consigam atingir esses ideais.

Quando falamos sobre veículos sonho, por exemplo, na maioria das vezes os empreendedores respondem grandes mídias como Valor, Exame, programas de TV como Globo News e Jornal Nacional, ou até mesmo querem capa de alguma revista. Claro que nosso trabalho é sempre buscar pelo melhor resultado e traçar estratégias para que essas conquistas se concretizem, mas é preciso avaliar alguns pontos.

Em um post que fizemos nas redes sociais da PiaR, explicamos que a fase de maturação da startup, os insumos que ela tem para serem trabalhados na imprensa, o quanto já é conhecida no setor, se teremos anúncios sobre investimento ou lançamento, se podemos abrir números ou não, ou se gera um impacto significativo no mercado em que atua, são critérios que também fazem parte da construção de uma estratégia de divulgação.

Acredito que para que uma parceria dê certo, a transparência e a troca diária precisa ser uma via de mão dupla. Afinal, ambos estão ali com o mesmo propósito, gerar valor para marca, melhorar sua reputação e fazê-la ser ainda mais admirada. Nós precisamos de munição para fazer dar certo e o cliente precisa de nós para atingir seus objetivos.

Por isso, se me cabe dar um conselho, não desista se seu propósito de felicidade não for atingido no primeiro mês de trabalho. Digo isso porque existem inúmeros fatores que englobam um trabalho de assessoria de imprensa e o mega resultado nem sempre vem logo no início. Procure não criar expectativas, estar sempre alinhado com seu parceiro, estar disponível para entrevistas, ajudar com informações preciosas e palpáveis, estar aberto a novas ideias e a pivotar se for necessário. O trabalho de PR é de construção de etapa por etapa e os resultados vêm a médio e longo prazo.

Por Juliana Gusmão

comunicacao-para-startups

DIFERENTES FASES DE NEGÓCIOS… DIFERENTES ESTRATÉGIAS DE COMUNICAÇÃO

Ideação, Operação, Tração e Scale-up. Essas são palavras que podem soar estranhas aos ouvidos dos mais desavisados, mas que fazem total sentido para os empreendedores do ecossistema de startups no Brasil. Essas quatro palavrinhas são as que definem (pelo menos até o momento) as fases de maturação de uma startup.

Para explicar melhor e chegar ao ponto central desse artigo (que é a comunicação), vou fazer um resuminho do que caracteriza cada uma delas:

  • Ideação: é aquele momento em que sonhar, imaginar e criar não devem ter limites. É quando começamos a vislumbrar a empresa que queremos ter, onde queremos chegar, com qual público desejamos falar. É o momento de soltar a imaginação e começar a esboçar as ideias no papel;
  • Operação: depois de criar, desenhar e imaginar, é hora de colocar a mão na massa e começar a fazer a empresa funcionar. Essa fase é quando o empreendedor começa a ir, de fato, ao mercado, conquistar clientes e gerar o mínimo de renda. Nesse momento também é interessante estudar possibilidades de aportes ou participação em programas de aceleração;
  • Tração: podemos dizer que essa fase é quando a startup chega, finalmente, à vida adulta. É quando crescer e expandir o negócio se torna imperativo, além de começar a ter um olhar mais detalhista com o fluxo de caixa;
  • Scale-up: por fim, essa fase é quando a startup se torna referência em seu segmento, é quando ela chega ao topo da cadeia das startups. Ao contrário das outras fases, em que não há nenhuma regras estritamente rígida, para ser uma scale-up é preciso ter um crescimento de 20% em três anos consecutivos – seja em receita ou no número de colaboradores.

Tudo isso dito (isso porque era um resumo rs), vale destacar que assim como os negócios passam por fases distintas, a comunicação e assessoria de imprensa, para essas startups também será diferente.

Para a fase de Ideação, por exemplo, é completamente dispensável o trabalho de PR. Isso porque sua empresa “nem existe” ainda e são muitos planos e esboços que, pode ter certeza, irão mudar. Já na fase da Operação, vale começar a pesquisar mais sobre o que é uma assessoria, quais suas entregas e como ela pode ajudar em seus negócios. Sinceramente, também acho que ainda não é o momento de contratar uma agência de PR.

Já para as duas últimas fases, o conceito de PR se torna bem interessante. Para quem está em Tração, muitas vezes ter uma boa equipe de Assessoria será uma forma de alavancar seus negócios por meio da criação de uma boa reputação na mídia (lembrando que NÃO VENDEMOS PRODUTOS/DOWNLOADS), nosso papel é gerar endosso de marca.

Por fim, a fase que consegue aproveitar melhor os serviços de uma Assessoria é, sem dúvidas, a de Scale-up. Isso porque essas startups já sabem quem são, têm claro seus valores e objetivos de crescimento, além de entender melhor o importante papel de uma boa comunicação com seus públicos.

E você, em que fase está? Se quiser ajuda para entender um pouco mais, é só nos chamar.

*Por Renniê Paro