MULHERES NO MERCADO DE TRABALHO

MULHERES NO MERCADO DE TRABALHO: ELAS CHEGARAM PARA FICAR!

Elas não se intimidam com o ambiente masculino, investem na carreira e ainda ocupam cargos de liderança em grandes empresas. Estamos falando das mulheres que têm invadido o mercado de trabalho e estão hoje se destacando em áreas até então dominadas por homens.

Segundo um estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), até 2030 a participação feminina deve aumentar consideravelmente, chegando a 64,3%, taxa 8,2% mais alta que em 1992, quando a pesquisa foi iniciada. Infelizmente, fatores como discriminação no mercado de trabalho e normas culturais, que estabelecem que as mulheres ainda são vistas como responsáveis pelos filhos e pelos trabalhos domésticos, ainda são os principais motivos para não conseguirmos alavancar esses percentuais.

A área da tecnologia é um exemplo claro da discrepância entre gêneros. Segundo dados apresentados no evento Women in Tech, promovido pela CA Technologies, apenas 8% das vagas de desenvolvedores são ocupadas por mulheres, em todo o mundo. O dado é, no mínimo, curioso, uma vez que Ada Byron, a famosa Lady Lovelace, é considerada a primeira desenvolvedora da história. 

Para garantir a diversidade e condições igualitárias para ambos os sexos, é essencial que as empresas fortaleçam o movimento de inserção de mulheres no mercado de trabalho, favorecendo ainda a economia como um todo. De acordo com o relatório da Organização Internacional do Trabalho, o aumento da participação feminina pode expandir a renda nacional em até R$ 382 bilhões. Por que não abocanhar uma fatia dessa bolada?

Visando mudar esse cenário, já vemos algumas iniciativas neste sentido, porém a mudança ainda é lenta e gradual. Por isso, precisamos de ações de todos os lados! A primeira delas tem que acontecer dentro de casa, de maneira cultural. As meninas precisam conhecer todas as opções de áreas e cursos, e se sentirem aptas a se desenvolverem dentro de quaisquer segmentos.

O segundo passo é que as empresas busquem equilibrar seu quadro de funcionários entre homens e mulheres, equiparando salários e oportunidades. Além disso, é imprescindível acelerar políticas de promoção de líderes mulheres, além de criar ações efetivas de conscientização relacionados ao sexo feminino. Sabemos que as mudanças não ocorrerão do dia para a noite, mais é necessário começarmos de algum lugar. Afinal, lugar de mulher é onde ela quiser!

Por Bruna Sant’Anna Froner

UMA MARCA ADMIRADA: SP VENTURES!

Como mencionamos em outros textos aqui no blog, há alguns meses nós mudamos nosso posicionamento com objetivo de mostrar e reforçar, cada vez mais, o quanto uma marca admirada tem de retorno positivo, seja na mídia, captação de clientes ou nos negócios. Por isso, separamos alguns cases de clientes PiaR que acreditamos que ilustram esse cenário, e hoje iremos falar sobre a SP Ventures!

Fundada em 2007, a SP Ventures é a principal gestora de fundos de investimentos de Venture Capital focada em tecnologias para o agronegócio do Brasil. Listada como um dos sete investidores mais ativos em agtech por renomadas organizações internacionais de pesquisa, como CBInsights e Agfunder, a empresa conta com doze empresas posicionadas neste segmento apenas no Fundo de Inovação Paulista.

Para se ter uma ideia de como funciona, a gestora realiza a compra de participação acionária em empresas com tecnologias inovadoras e com alto potencial de crescimento, se tornando sócia delas. Além de investimento financeiro, a equipe da SP Ventures trabalha intensamente com os seus empreendedores para transformar pequenos negócios em grandes companhias de alto impacto.

Em seu portfolio, é possível encontrar aportadas como a Promip, startup especializada no controle de pragas agrícolas; Agrosmart, plataforma de agricultura digital que oferece auxilio para produtores rurais; Agronow, software para mapeamento de produtividade agrícola; Horus, startup de imagem aérea para o agro; Aegro, sistema de gestão em nuvem para acompanhamento financeiro da lavoura; Gênica, responsável por desenvolver biodefensivos para o cultivo; JetBov, plataforma de gestão produtores rurais com foco na pecuária; PinkFarms, primeira fazenda urbana vertical da América Latina, entre outros.

Além disso, os porta-vozes da SP Ventures têm rico conhecimento sobre o mercado agro brasileiro e internacional, contribuindo com dados sobre crescimento, possíveis unicórnios, expectativas, entre outros. Recentemente, lançaram o Radar Agtech em parceria com a Embrapa e HomoLudens, com objetivo fomentar o ecossistema nacional do agronegócio e traçar as expectativas para o segmento nos próximos anos.

*Por Juliana Gusmão

A ERA DOS PODCASTS

É inegável que os podcasts hoje já fazem parte do nosso dia a dia. Segundo dados da Audio.ad, cerca de 25% dos brasileiros ouvintes de áudio digital consomem também podcasts e a tendência é que isso só aumente nos próximos anos. Nos Estados Unidos, o formato já atinge cerca da população, o que equivale a aproximadamente 190 milhões de pessoas.

Inicialmente, esse tipo de mídia podia ser consumida apenas em iPods e iPhones, o que diminuía drasticamente a quantidade de ouvintes. Hoje, com a democratização dos smartphones aliada a uma melhora da qualidade da internet no mobile e a mudança do formato, que se tornou compatível com diversos dispositivos, os podcasts tornaram-se os queridinhos das principais plataformas de streaming, como Spotify e Deezer.

Atualmente, há mais de dois mil programas ativos no país, de acordo com a Associação Brasileira de Podcasters (ABPod), sendo eles de diferentes temáticas, que vão desde assuntos que envolvem política até astrologia. Ou seja, têm programas para todos os gostos! Inclusive, vocês sabiam que muitos veículos de comunicação possuem seus próprios podcasts?

Para ajudar aqueles que ainda não conhecem o formato ou então estão em busca de uma seleção para lá de especial, listamos algumas sugestões. Confira!

Café da manhã  – Comandado pelos jornalistas Rodrigo Vizeu e Magê Flores, o podcast da Folha de S. Paulo traz sempre temas atuais que envolvem o cenário político, cultural e econômico brasileiro com convidados ilustres.

Braincast – Para quem curte temas variados que vão desde fake news até o futuro da TV, esse é o podcast certo! No ar desde 2012, o programa tem mais de 300 episódios e é apresentado por Carlos Merigo, fundador e editor-chefe do B9.

Estadão Notícias –
Produzido pela Rádio Eldorado, esse é um podcast matinal que fala sobre temas que estão quentes na mídia, com a participação de jornalistas e colunistas do ‘Estadão’ e da Agência Estado.

Código Aberto – O programa traz conversas francas com os profissionais mais influentes do mercado, suas grandes ideias e o que pensam sobre o futuro da mídia, da tecnologia e da comunicação.

PiaRCast – Desenvolvido pela PiaR, o PiaRCast traz entrevistas realizadas pelo CEO da agência, Bruno Pinheiro, realizadas com os nossos clientes e busca sempre trazer tendências do ecossistema de inovação brasileiro.

*Por Bruna Sant’Anna Froner

ADMIRAÇÃO NÃO É CÓPIA!

Nesse universo de empreendedorismo, o que mais vemos por aí é o lançamento de diferentes startups, soluções tecnológicas e inovações, independente do segmento. Em um ecossistema cheio de empresas que se destacam e empreendedores que são reconhecidos mundialmente, é natural que algumas pessoas tenham seus ídolos e profissionais que admiram e se espelham.

O que temos que tomar cuidado é para não confundir admiração com cópia. O sucesso de um não necessariamente será o mesmo para outro e por aí vai. Mesmo que os objetivos sejam os mesmos – ser referência em seu mercado de atuação ou ser o melhor naquilo que vende ou oferece aos consumidores, entre outros pontos – para chegar no sucesso é preciso saber claramente quais são seus objetivos e ter em mente as estratégias que irá utilizar para chegar até o topo.

Durante os mais de oito anos que estou no mercado de assessoria de imprensa, já atendi diversas startups e empresas dos mais variados tipos e já presenciei empreendedores dizendo “por quê o fulano saiu na capa da Exame e eu ainda não?”; “Meu concorrente saiu no veículo x, mas era para nós estarmos ali porque somos melhores”; A empresa y foi entrevistada pelo Jornal Nacional, mas ele nem sabe tanto assim sobre o mercado”, e por aí vai.

Primeiro de tudo, é preciso fazer um exercício para entender qual assunto foi abordado. Muitas reclamações vêm somente porque o concorrente teve visibilidade na mídia, mas esquecem de analisar se o assunto abordado, de fato, seria interessante para seu negócio. Exemplo: notícias sobre aportes/investimentos dificilmente abordam outros players do mercado; fusões e aquisições; pautas de mercado em que o concorrente abre números de crescimento e faturamento, e você não fala sobre esse assunto, entre outros, são temas que o jornalista irá utilizar somente a empresa mais atrativa.

Acredito que o ponto principal aqui é – você admirar uma empresa, um empreendedor, um investidor ou um mentor, é extremamente saudável, mas não tente ser exatamente como eles. Cada um tem sua essência e criar seu próprio caminho de sucesso é bem mais gratificante do que ser uma réplica de alguém. Pense nisso!

*Por Juliana Gusmão

CRESCIMENTO DO MERCADO DE FINTECHS NO BRASIL

De acordo com a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), ao todo são mais de 473 fintechs mapeadas pela entidade. Com um propósito de oferecer inovação ao mercado financeiro, essas startups têm papel importante – desburocratizar o setor e facilitar o acesso ao crédito.

Um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), apontou que com a crise econômica que se instaurou no país, 72% dos brasileiros repensaram a forma como lidam com suas finanças. Mas a pergunta que fica é – Qual o real impacto das fintechs no mercado de crédito?

Com a chegada da geração Y no mercado, por exemplo, o uso da tecnologia se tornou cada vez mais constante no dia a dia desse público. Isto é, muitas atividades que antes eram feitas de forma presencial, passaram a ser efetuadas por meio de aplicativos ou plataformas, tudo de forma digital e sem burocracia. Com o mercado de crédito, não é diferente. Abaixo listei algumas que vale ficarmos de olho:

Geru – é primeira e maior fintech de empréstimo online do Brasil. Está no mercado desde 2015, concedendo crédito pessoal e realizando operações 100% online e sem garantia, tudo isso com objetivo de proporcionar praticidade, transparência e segurança aos seus clientes. Para se ter uma ideia, a startup disponibiliza valores de R$ 2 mil a R$ 50 mil por meio de serviços totalmente digitais com taxas mais acessíveis, diferentemente dos métodos tradicionais e burocracia dos bancos tradicionais. Com uma análise que engloba mais de 300 variáveis a partir de diversas fontes de informações, a análise de crédito acontece em poucos minutos. Vale ficar de olho no movimento que a fintech tem feito no mercado;

BizCapital – focada totalmente em ajudar os pequenos e médios empreendedores a terem acesso ao crédito de forma prática, rápida e segura, a fintech possui um sistema automatizado de avaliação de crédito que é capaz de analisar e ranquear cada pedido em minutos. Tudo isso é possível devido à integração que a startup tem com mais de mil fontes de variáveis, publicas e proprietárias. Além disso, pensando na saúde financeira de cada empreendedor que solicita empréstimo por meio da BizCapital, a empresa lançou o BizReport, um relatório com os dados colhidos na hora da avaliação de crédito, como: atividade econômica, posição de mercado, score, presença digital, entre outros.

Claro que não podemos deixar de observar a movimentação de outras grandes fintechs do mercado, como Nubank, GuiaBolso, Neon, Creditas, entre outros. Afinal, é um segmento que está em constante evolução e vale a pena acompanharmos tudo que essas startups têm proporcionado aos seus clientes. E aí, será que teremos mais novidades vinda desse ecossistema?

*Por Juliana Gusmão