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UMA MARCA ADMIRADA: SP VENTURES!

Como mencionamos em outros textos aqui no blog, há alguns meses nós mudamos nosso posicionamento com objetivo de mostrar e reforçar, cada vez mais, o quanto uma marca admirada tem de retorno positivo, seja na mídia, captação de clientes ou nos negócios. Por isso, separamos alguns cases de clientes PiaR que acreditamos que ilustram esse cenário, e hoje iremos falar sobre a SP Ventures!

Fundada em 2007, a SP Ventures é a principal gestora de fundos de investimentos de Venture Capital focada em tecnologias para o agronegócio do Brasil. Listada como um dos sete investidores mais ativos em agtech por renomadas organizações internacionais de pesquisa, como CBInsights e Agfunder, a empresa conta com doze empresas posicionadas neste segmento apenas no Fundo de Inovação Paulista.

Para se ter uma ideia de como funciona, a gestora realiza a compra de participação acionária em empresas com tecnologias inovadoras e com alto potencial de crescimento, se tornando sócia delas. Além de investimento financeiro, a equipe da SP Ventures trabalha intensamente com os seus empreendedores para transformar pequenos negócios em grandes companhias de alto impacto.

Em seu portfolio, é possível encontrar aportadas como a Promip, startup especializada no controle de pragas agrícolas; Agrosmart, plataforma de agricultura digital que oferece auxilio para produtores rurais; Agronow, software para mapeamento de produtividade agrícola; Horus, startup de imagem aérea para o agro; Aegro, sistema de gestão em nuvem para acompanhamento financeiro da lavoura; Gênica, responsável por desenvolver biodefensivos para o cultivo; JetBov, plataforma de gestão produtores rurais com foco na pecuária; PinkFarms, primeira fazenda urbana vertical da América Latina, entre outros.

Além disso, os porta-vozes da SP Ventures têm rico conhecimento sobre o mercado agro brasileiro e internacional, contribuindo com dados sobre crescimento, possíveis unicórnios, expectativas, entre outros. Recentemente, lançaram o Radar Agtech em parceria com a Embrapa e HomoLudens, com objetivo fomentar o ecossistema nacional do agronegócio e traçar as expectativas para o segmento nos próximos anos.

*Juliana Gusmão é jornalista formada desde 2012 pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com Pós-Graduação em Marketing e Comunicação Publicitária pela Faculdade Cásper Líbero. Com oito anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Gerente de Núcleo na PiaR Comunicação.

A ERA DOS PODCASTS

É inegável que os podcasts hoje já fazem parte do nosso dia a dia. Segundo dados da Audio.ad, cerca de 25% dos brasileiros ouvintes de áudio digital consomem também podcasts e a tendência é que isso só aumente nos próximos anos. Nos Estados Unidos, o formato já atinge cerca da população, o que equivale a aproximadamente 190 milhões de pessoas.

Inicialmente, esse tipo de mídia podia ser consumida apenas em iPods e iPhones, o que diminuía drasticamente a quantidade de ouvintes. Hoje, com a democratização dos smartphones aliada a uma melhora da qualidade da internet no mobile e a mudança do formato, que se tornou compatível com diversos dispositivos, os podcasts tornaram-se os queridinhos das principais plataformas de streaming, como Spotify e Deezer.

Atualmente, há mais de dois mil programas ativos no país, de acordo com a Associação Brasileira de Podcasters (ABPod), sendo eles de diferentes temáticas, que vão desde assuntos que envolvem política até astrologia. Ou seja, têm programas para todos os gostos! Inclusive, vocês sabiam que muitos veículos de comunicação possuem seus próprios podcasts?

Para ajudar aqueles que ainda não conhecem o formato ou então estão em busca de uma seleção para lá de especial, listamos algumas sugestões. Confira!

Café da manhã  – Comandado pelos jornalistas Rodrigo Vizeu e Magê Flores, o podcast da Folha de S. Paulo traz sempre temas atuais que envolvem o cenário político, cultural e econômico brasileiro com convidados ilustres.

Braincast – Para quem curte temas variados que vão desde fake news até o futuro da TV, esse é o podcast certo! No ar desde 2012, o programa tem mais de 300 episódios e é apresentado por Carlos Merigo, fundador e editor-chefe do B9.

Estadão Notícias –
Produzido pela Rádio Eldorado, esse é um podcast matinal que fala sobre temas que estão quentes na mídia, com a participação de jornalistas e colunistas do ‘Estadão’ e da Agência Estado.

Código Aberto – O programa traz conversas francas com os profissionais mais influentes do mercado, suas grandes ideias e o que pensam sobre o futuro da mídia, da tecnologia e da comunicação.

PiaRCast – Desenvolvido pela PiaR, o PiaRCast traz entrevistas realizadas pelo CEO da agência, Bruno Pinheiro, realizadas com os nossos clientes e busca sempre trazer tendências do ecossistema de inovação brasileiro.

*Bruna Sant’Anna Froner é Relações Públicas formada desde 2009 pela Universidade Metodista de São Paulo, com pós-graduação em Marketing e Comunicação Integrada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Com 10 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Gerente de Equipe na PiaR Comunicação.

ADMIRAÇÃO NÃO É CÓPIA!

Nesse universo de empreendedorismo, o que mais vemos por aí é o lançamento de diferentes startups, soluções tecnológicas e inovações, independente do segmento. Em um ecossistema cheio de empresas que se destacam e empreendedores que são reconhecidos mundialmente, é natural que algumas pessoas tenham seus ídolos e profissionais que admiram e se espelham.

O que temos que tomar cuidado é para não confundir admiração com cópia. O sucesso de um não necessariamente será o mesmo para outro e por aí vai. Mesmo que os objetivos sejam os mesmos – ser referência em seu mercado de atuação ou ser o melhor naquilo que vende ou oferece aos consumidores, entre outros pontos – para chegar no sucesso é preciso saber claramente quais são seus objetivos e ter em mente as estratégias que irá utilizar para chegar até o topo.

Durante os mais de oito anos que estou no mercado de assessoria de imprensa, já atendi diversas startups e empresas dos mais variados tipos e já presenciei empreendedores dizendo “por quê o fulano saiu na capa da Exame e eu ainda não?”; “Meu concorrente saiu no veículo x, mas era para nós estarmos ali porque somos melhores”; A empresa y foi entrevistada pelo Jornal Nacional, mas ele nem sabe tanto assim sobre o mercado”, e por aí vai.

Primeiro de tudo, é preciso fazer um exercício para entender qual assunto foi abordado. Muitas reclamações vêm somente porque o concorrente teve visibilidade na mídia, mas esquecem de analisar se o assunto abordado, de fato, seria interessante para seu negócio. Exemplo: notícias sobre aportes/investimentos dificilmente abordam outros players do mercado; fusões e aquisições; pautas de mercado em que o concorrente abre números de crescimento e faturamento, e você não fala sobre esse assunto, entre outros, são temas que o jornalista irá utilizar somente a empresa mais atrativa.

Acredito que o ponto principal aqui é – você admirar uma empresa, um empreendedor, um investidor ou um mentor, é extremamente saudável, mas não tente ser exatamente como eles. Cada um tem sua essência e criar seu próprio caminho de sucesso é bem mais gratificante do que ser uma réplica de alguém. Pense nisso!

*Juliana Gusmão é jornalista formada desde 2012 pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com Pós-Graduação em Marketing e Comunicação Publicitária pela Faculdade Cásper Líbero. Com oito anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Gerente de Núcleo na PiaR Comunicação.

CRESCIMENTO DO MERCADO DE FINTECHS NO BRASIL

De acordo com a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), ao todo são mais de 473 fintechs mapeadas pela entidade. Com um propósito de oferecer inovação ao mercado financeiro, essas startups têm papel importante – desburocratizar o setor e facilitar o acesso ao crédito.

Um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), apontou que com a crise econômica que se instaurou no país, 72% dos brasileiros repensaram a forma como lidam com suas finanças. Mas a pergunta que fica é – Qual o real impacto das fintechs no mercado de crédito?

Com a chegada da geração Y no mercado, por exemplo, o uso da tecnologia se tornou cada vez mais constante no dia a dia desse público. Isto é, muitas atividades que antes eram feitas de forma presencial, passaram a ser efetuadas por meio de aplicativos ou plataformas, tudo de forma digital e sem burocracia. Com o mercado de crédito, não é diferente. Abaixo listei algumas que vale ficarmos de olho:

Geru – é primeira e maior fintech de empréstimo online do Brasil. Está no mercado desde 2015, concedendo crédito pessoal e realizando operações 100% online e sem garantia, tudo isso com objetivo de proporcionar praticidade, transparência e segurança aos seus clientes. Para se ter uma ideia, a startup disponibiliza valores de R$ 2 mil a R$ 50 mil por meio de serviços totalmente digitais com taxas mais acessíveis, diferentemente dos métodos tradicionais e burocracia dos bancos tradicionais. Com uma análise que engloba mais de 300 variáveis a partir de diversas fontes de informações, a análise de crédito acontece em poucos minutos. Vale ficar de olho no movimento que a fintech tem feito no mercado;

BizCapital – focada totalmente em ajudar os pequenos e médios empreendedores a terem acesso ao crédito de forma prática, rápida e segura, a fintech possui um sistema automatizado de avaliação de crédito que é capaz de analisar e ranquear cada pedido em minutos. Tudo isso é possível devido à integração que a startup tem com mais de mil fontes de variáveis, publicas e proprietárias. Além disso, pensando na saúde financeira de cada empreendedor que solicita empréstimo por meio da BizCapital, a empresa lançou o BizReport, um relatório com os dados colhidos na hora da avaliação de crédito, como: atividade econômica, posição de mercado, score, presença digital, entre outros.

Claro que não podemos deixar de observar a movimentação de outras grandes fintechs do mercado, como Nubank, GuiaBolso, Neon, Creditas, entre outros. Afinal, é um segmento que está em constante evolução e vale a pena acompanharmos tudo que essas startups têm proporcionado aos seus clientes. E aí, será que teremos mais novidades vinda desse ecossistema?

*Juliana Gusmão é jornalista formada desde 2012 pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com Pós-Graduação em Marketing e Comunicação Publicitária pela Faculdade Cásper Líbero. Com oito anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Head de Relacionamento na PiaR Comunicação.

O QUE AS STARTUPS PODEM ENSINAR ÀS EMPRESAS TRADICIONAIS?

Com a ascensão das startups na economia, trazendo grandes avanços na área de tecnologia, as grandes corporações estão procurando inovar para continuarem competitivas no mercado. Segundo um levantamento realizado pela Deloitte, empresa que oferece soluções de consultoria, 97% dos empresários brasileiros pretendem realizar algum investimento em 2019, incluindo a adoção de novas tecnologias.

Embora o ritmo dessas mudanças ainda seja lento, as empresas tradicionais estão olhando cada vez mais para o ecossistema de startups na busca por inspirações para se reinventarem em seu setor de atuação. Em uma pesquisa feita pela GE Global Innovation Barometer, 81% dos entrevistados reconheceram o crescimento da cultura de startups, concordando que essa é uma forma de estabelecer sistemas inovadores dentro das organizações.

Mas a grande questão é: o que as startups podem ensinar? A primeira lição é, sem dúvida, investir na transformação digital. Uber, Netflix, YouTube e Facebook são ótimos exemplos dentro de seus segmentos. Graças a essa inovação no ambiente online, elas conquistaram os consumidores, tornando alguns serviços ineficientes, como o caso das locadoras de DVDs, cooperativas de táxi, entre outros.

Outro ponto são as mudanças nas relações de trabalho. Embora existam hierarquias dentro das startups, elas são mais flexíveis, permitindo que os colaboradores tenham mais autonomia, abrindo espaço para o surgimento de novas ideias. O objetivo é que o público interno se sinta parte da empresa, tornando natural aquela velha premissa de “vestir a camisa”. Isso, sem dúvida, estimula a produtividade!

Um outro ensinamento valioso é o foco na experiência do consumidor. As startups estão sempre preocupadas em atender o seu cliente da melhor forma para fidelizá-lo. Inclusive, essas empresas são pioneiras na criação de áreas de Customer Success, ou sucesso do cliente. É o caso do Airbnb que, para melhorar o atendimento oferecido aos usuários, criou um time de CS dividido em seis categorias para sanar qualquer tipo de dúvida ou problema de forma rápida e assertiva.

Agora, se você ainda está em dúvida em como colocar isso em prática, que tal uma boa parceria? Muitas organizações estão apoiando o crescimento das startups, implementando programas de aceleração como forma de trazer mudanças. É uma relação de “ganha-ganha”, de um lado há o aprendizado de um novo mindset e do outro, o acesso à recursos financeiros e a uma estrutura organizacional consolidada. Pode ser uma oportunidade de trocar experiências, promovendo o crescimento de ambas! Vamos nessa?

*Bruna Sant’Anna Froner é Relações Públicas formada desde 2009 pela Universidade Metodista de São Paulo, com pós-graduação em Marketing e Comunicação Integrada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Com 10 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Gerente de Equipe na PiaR Comunicação.