A EMPRESA TEM A IDENTIDADE DE QUEM RESPONDE POR ELA

*Por Renniê Paro

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A reputação é a nova moeda de troca. E isso nunca foi tão verdade em tempos em que o poder está com o consumidor.  O que antes era uma via de mão única, com empresas “empurrando” seus discursos, agora não é mais aceito e as companhias que querem se manter vivas devem apostar no diálogo com seus clientes.

Diante disso, como se destacar no mar de informações que os jornalistas recebem? Como transmitir o DNA de sua marca por meio de sua atuação como profissional? Como se tornar o porta-voz ideal? É claro que para isso não existem fórmulas mágicas, mas seguir algumas orientações pode ajudar a se tornar referência em seu segmento:

– Tenha em mente as key words: Sim, ter definidas e bem claras as key words, ou seja, palavras chaves de sua empresa, é fundamental para uma mensagem clara sobre seu posicionamento. É importante também saber exatamente qual é o foco da entrevista para, dessa forma, direcionar a conversa para onde sua empresa tenha oportunidade de aparecer como um case de sucesso;

– Saiba para quem você está falando: Além de saber qual o veículo para o qual você está falando, é importante saber quem é o leitor desse meio de comunicação. Sua mensagem deve ser direcionada para que esse leitor possa mergulhar no universo de sua empresa e se sentir parte do discurso. Se o público é mais técnico, transmitir uma mensagem rasa não renderá uma boa entrevista, por exemplo;

– Transparência e gentileza fazem a diferença: quando um jornalista fizer uma pergunta, tudo bem contextualizar, mas ficar “enrolando” pode se tornar um problema e dar a percepção de que você não entende tão bem assim do assunto. O ideal é ser claro e objetivo e, caso não saiba ou não tenha a informação que o jornalista pediu, seja sincero e diga que no momento não a tem, mas que poderá levantar e enviar posteriormente;

Essas são orientações simples para se sair bem em entrevistas, seja pessoalmente ou por telefone, e conquistar a confiança e credibilidade dos jornalistas. Com isso as chances de você se tornar referência em determinado tema aumentam e, claro, a imagem positiva de sua empresa também.

*Renniê Paro é jornalista formada desde 2008 na Universidade Paulista, com pós graduação em Comunicação Organizacional na FMU. Com 10 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Coordenadora de Comunicação na PiaR Comunicação.

CLIENTE E AGÊNCIA – UM CASAMENTO

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*Por Renniê Paro

Quem é casado sabe que não é nada fácil. Que nem tudo é um mar de rosas e que problemas e desafios aparecem. Para superá-los é preciso alinhamento constante de expectativas, quanto cada um está disposto a investir na relação e ter objetivos comuns.

Essas características podem ser encontradas também na relação entre clientes e suas agências de PR. Para que os resultados sejam alcançados é preciso, antes de tudo, alinhar quais serão os principais objetivos da empresa na mídia e, a partir daí, traçar um plano de comunicação (já falamos sobre ele aqui).

Alinhadas as expectativas de cada lado, pautados assuntos relevantes e explicado como a imprensa funciona, a segunda etapa é que o cliente entenda a importância de manter um fluxo de insumos para elaboração de materiais de divulgação. Esqueça o filtro, passe tudo o que estiver acontecendo em sua empresa e deixe que a equipe de PR possa te indicar o que chamaria a atenção da imprensa.

Por outro lado, cabe à agência de PR cavar espaços e fazer ronda nas principais redações para manter contato constante com jornalistas estratégicos e, consequentemente, encaixar o cliente em pautas de mercado que estejam sendo feitas.

Transparência é a palavra que deve permear essa relação, em todos os momentos. Sua assessoria deve estar a par de tudo que acontece na empresa, seja bom ou ruim. Em casos de crise, por quaisquer motivos que sejam, a equipe de comunicação deve ser avisada, pois será a primeira a ser acionada pela imprensa, e não dar uma resposta rápida pode causar ainda mais problemas para uma marca.

Enfim, como em um casamento, haverá momentos de discordância e um realinhamento constante, mas é preciso ter em mente que para que a relação seja um sucesso é necessária dedicação diária e foco em manter a imagem positiva da empresa no mercado em que atua. Se ambos os lados tiverem isso claro em mente, tenho certeza que esse casamento será duradouro.

*Renniê Paro é jornalista formada desde 2008 na Universidade Paulista, com pós graduação em Comunicação Organizacional na FMU. Com 10 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Coordenadora de Comunicação na PiaR Comunicação.

COMO ESCREVER UM BOM ARTIGO

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*Por Renniê Paro

Imagine a seguinte situação: você é jornalista de um dos maiores veículos da capital. Por conta disso, recebe diariamente mais de 500 e-mails com sugestões de assuntos diversos sobre empresas de um sem número de segmentos. Nesse cenário, como escolher o assunto mais relevante? Como escolher as empresas sobre as quais você escreverá uma matéria?

Esse é apenas um pedacinho da rotina de um jornalista. Para que o seu material não se perca nesse mar de informações, temos ferramentas como releases, notas, sugestões e pauta e artigos. No dia-a-dia como assessora de imprensa tenho notado que cresce o espaço para essa última ferramenta.

Os artigos vêm ganhando cada vez mais relevância por abordarem visões de especialistas sobre um mercado, e não falando sobre quão boa é uma empresa. Em artigos os jornalistas e leitores passam a enxergar uma oportunidade de entender mais a fundo um nicho de mercado. Pensando em te ajudar a aproveitar da melhor forma a oportunidade de atuar na imprensa com artigos, listamos 3 dicas importantes:

– Nada de mais do mesmo: você é o especialista no assunto em questão, portanto não disserte sobre um tema ou um aspecto que outros profissionais já tenham abordado. Artigos interessantes são provocativos e devem trazer uma reflexão ao leitor. Vale lembrar que falar sobre temas inusitados não significa usar palavras difíceis ou técnicas. O artigo funciona como se você estivesse em um bate papo com o leitor, portanto escreva sempre em primeira pessoa e de forma clara e objetiva;

– O jogo da adivinhação: quem é que não gostaria de saber como será o futuro? Os artigos podem ser uma ótima oportunidade para provocar um exercício de imaginação sobre o mercado que você atua. Claro que todas as suas “previsões” devem ser embasadas em dados já existentes, mas trabalhar com tendências e possibilidades que podemos encontrar daqui há alguns anos, sempre desperta interesse do leitor;

– Um gostinho de quero mais: por fim, é sempre interessante finalizar o artigo deixando um gostinho de quero mais. Terminar com um questionamento ou mesmo com um conselho sobre o tema debatido é interessante e pode despertar o interesse do leitor em saber um pouco mais e, claro, entender que você é “o cara” no tema.

Poderíamos listar aqui outras dicas que podem ajudar na elaboração de um artigo, mas essas três contemplam, de forma generalizada, um roteiro para um bom texto. Vale lembrar que estar de olho no que outros profissionais dizem e mesmo fazer, sempre que possível, uma comparação do mesmo mercado em outros países é interessante e pode enriquecer seus textos. Portanto, se mantenha antenado e explore a oportunidade de se tornar um especialista para a imprensa.

*Renniê Paro é jornalista formada desde 2008 na Universidade Paulista, com pós graduação em Comunicação Organizacional na FMU. Com 10 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é Coordenadora de Comunicação na PiaR Comunicação.

5 SINAIS DE UMA ASSESSORIA DE IMPRENSA EFICIENTE

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Por Bruno Pinheiro

Em meus mais de 10 anos como assessor de imprensa e passando por N diferentes situações, cheguei a conclusão de que existe apenas uma grande verdade nesse setor. É um lema de levo comigo e que procuro transmitir para minha equipe e clientes: ATENDER É ENTENDER!

Parece clichê e simples demais, mas faz todo sentido. Canso de ver por aí profissionais de comunicação “deitando” regras sobre como ser uma assessoria de imprensa fenomenal, como o cliente deve se portar, como um atendimento deve falar, e etc. Acredito que a minha frase resume bem todas essas “fórmulas mágicas”. Se a agência de PR não entender a fundo seu cliente e suas necessidades, não o atenderá bem. E o inverso também se aplica, se o cliente não entender bem a mecânica de uma assessoria, não conseguirá ser bem atendido.

Por isso, pensei em listar cinco dicas para que startups possam identificar se o trabalho de uma AI tem sido eficiente:

Ela está sempre te “incomodando” para encontrar notícias:  Se a sua assessoria não está ‘pegando no seu pé’ full time para conseguir temas, pautas e materiais que possam render publicações, tem alguma coisa errada. O primeiro e mais forte sinal de que a agência contratada é eficiente, é exatamente a proatividade e interesse em fazer com que sua empresa esteja constantemente na mídia.

Ela te prepara para toda e qualquer situação com a imprensa: A imprensa é espontânea e imprevisível e é comum que você não esteja preparado ou não saiba lidar com a situação de imediato – e é ai que entramos na história. Uma boa assessoria te prepara e está ao seu lado em qualquer momento que você precise dela.

Ela entende com que público você precisa falar: ‘Atirar’ para todos os lados, definitivamente, não é uma boa estratégia. Uma agência eficiente vai estudar com muito cuidado o que nós chamamos de ‘cliente do cliente’ – a maneira certa de chegar em quem realmente pode gerar negócios para sua empresa.

Ela sabe a diferença entre image building e lead generation: Sim, são duas coisas bem diferentes que precisam ser trabalhadas.. Para construção de imagem, a assessoria precisa criar um planejamento estratégico, aproximando sua empresa dos principais veículos e jornalistas, para que você seja conhecido e reconhecido como especialista em sua área. Para a geração de lead, por sua vez, é preciso que a agência estude de forma detalhadao seu público alvo, para que consiga chegar até ele assertivamente, gerando novos negócios para você.

Ela tem uma sólida rede de contatos na imprensa:  Sua assessoria precisa ter muito mais que um mailing – precisa ter relacionamento com os jornalistas. Uma agência que não tem uma rede de contatos sólida terá o dobro de trabalho para alcançar seus objetivos – assim como para construir a imagem de sua empresa é necessário que os jornalistas conheçam e confiem no seu trabalho, com a assessoria não é diferente.

 

CINCO ERROS QUE UMA EMPRESA COMETE AO CONTRATAR UMA ASSESSORIA DE IMPRENSA

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*por Gabrielle Ramos

 

É comum que algumas pessoas contratem serviços esperando uma coisa e se surpreendam, tanto para o bem, quanto para o mal, com o resultado obtido. Isso porque em inúmeros casos, os serviços contratados não são bem estudados ou não há um conhecimento verdadeiro sobre como eles realmente funcionam.

Com as assessorias de imprensa não é diferente. Muitas empresas contratam os serviços de uma agência esperando um tipo de resultado e se decepcionam quando não recebem o que esperam. Pensando nisso, listei cinco erros comuns que as pessoas cometem ao contratar uma assessoria de imprensa:

PR não é publicidade: Exatamente, não é. Todo e qualquer espaço que conseguimos é espontâneo. Se sua empresa saiu em uma matéria, saiba que trabalhamos duro para conseguir aquele espaço por meio de relacionamento com a imprensa. Não podemos garantir uma publicação justamente porque não pagamos por aquele espaço – quando sai, sai porque convencemos o jornalista de que sua empresa é realmente relevante para aquele público e veículo.

Esperar resultados imediatos: Construção de marca leva tempo. Existe todo um processo de aproximação com a imprensa – a criação de um relacionamento entre a empresa e os jornalistas. É necessário que eles conheçam sua marca, entendam quem você é e o que faz, para que possam utilizar sua empresa como fonte sobre determinados assuntos.

Nem tudo é notícia: Pode parecer estranho, mas não é. Nem tudo o que acontece na sua empresa é notícia – entenda: não quer dizer que não seja importante! Porém, para que algo vire notícia, é necessário que haja utilidade pública e não apenas um anúncio.

Esperar aumento de vendas – Não fazemos SEO: O título desse tópico fala por si só. A assessoria de imprensa não faz SEO – nós trabalhamos com mídia espontânea, ajudamos na construção de sua marca e na visibilidade da sua empresa e, consequentemente, na geração de novos negócios, mas não confunda: sair na imprensa não quer dizer que otimizaremos sua página e suas vendas aumentarão.

Não dar importância para veículos de nicho e veículos menores: Sim, são extremamente importantes para sua caminhada. Nem sempre os grandes veículos são aqueles que vão atingir o seu público alvo, por isso estudamos cada público com muito cuidado e construímos estratégias específicas para cada cliente. Outro fator importante é que existe uma rotatividade muito grande entre veículos e jornalistas – hoje o jornalista que trabalha em um pequeno veículo, pode estar amanhã em outro grande canal. Tudo é válido quando o resultado é positivo para sua empresa – pense nisso!

 *Gabrielle Ramos é jornalista formada desde 2012 na Universidade Nove de Julho, com especialização em Marketing Digital pela E-commerce School e Mídias Sociais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Com 08 anos de experiência em Assessoria de Imprensa, já atuou na comunicação de empresas de diversos segmentos e atualmente é responsável por Planejamentos Estratégicos e Conteúdo na PiaR Comunição.

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